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"Como vou querer que as pessoas entendam o que passa pela minha cabeça se nem mesmo eu entendo?"
- Dalí

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ode a segunda

Ah, a segunda-feira!
Prazos, horários, serviços.
Acordar cedo, dar aulas, ler muito.
Correr!
Trabalhos pra terça, monografia pra logo...
Responder chamadas, pensar na pós.
Estresse, nervosismo,
Brigas e discussões
Raiva
Preocupação.
Sono
Fome e sede.
Chegar em casa cansado,
mas cansado por fazer algo,
não por não fazer nada.


Amo muito tudo isso, rs.

- Escrito pelas 22h17, .

reclames de bêbado.

O que para muitos é um alívio, uma felicidade, algo a ser esperado por toda a semana, para mim é um filme de terror. Definitivamente, eu odeio finais de semana. Enquanto a maioria elege como dia mais deprimente da semana as segundas ou quintas feiras, eu considero sábado e domingo. Eu não conheço sensação pior de solidão, de esquecimento e de tristeza do que as que os finais de semana me proporcionam. Com exceção dos noventa minutos do jogo do Coxa, é claro.
E não é dizer que em União da Vitória não existem opções para os finais de semana. Com as pessoas certas, até um vinho e violão na praça pode ser o melhor programa do mundo. E o problema está justamente ai: companhia.
Os finais de semana me fazem perceber o quanto eu sou insignificante para os meus amigos. Porque da zero hora de sábado até as vinte e três e cinqüenta e nove do domingo todo mundo esquece do Zé, do telefone dele e do endereço. Meu perfil do orkut e meu msn ficam invisíveis, e se eu procuro algum amigo para fazer alguma coisa, todos estão ocupados ou tem outras coisas pra fazer.
Eu to cansado dessa história de que amizade se mede nas horas difíceis. Eu quero saber é da hora da festa e da felicidade mesmo. E ultimamente, nem com riso nem com choro os amigos têm aparecido. Eu me sinto isolado e esquecido, e tenho direito de reclamar disso, não?
Com a exceção da minha namorada e dos amigos que moram fora, parece que eu não estou à altura de ser amigo de ninguém aqui...

E é por isso que hoje eu fui pra balada  com meu pai e com a minha mãe, hehehe. Agora são três horas de sábado. Falta muito pra segunda feira. Nothing to do and nowhere to go...I wanna be sedated!

- Escrito pelas 02h05, .

fantasias

O Cabelo Rock Bar está com uma promoção interessante para a festa de Halloween que vai ter, agora não lembro direito o dia. É pra ir fantasiado, e quem for com a melhor fantasia, ganha uma tatuagem de graça no Cabelo Tatoo.
Isso me lembrou de uma história que me ocorreu há alguns anos atrás, não lembro direito quando foi. Eu e a Laís fomos convidados para uma festa de aniversário. Acontece que na época tava rolando na Globo aquela novela "Celebridade", então a aniversariante teve a brilhante idéia de fazer uma festa à fantasia com o tema "Celebridade", onde os convidados deveriam ir fantasiados de alguma celebridade.
Não é novidade nenhuma que o meu namoro com a Laís é a união de dois dos seres mais tímidos e envergonhados do mundo. Mas como a gente era (e ainda é) um casal muito bem humorado, resolvemos participar da brincadeira. A Laís resolveu então, com um vestido, um xale (será que é esse o nome daquele pano?) e um pentagrama ir de Tarja Turunen, vocalista do Nightwish. E eu, numa escolha genial resolvi ir de Joey Ramone. Na época eu tinha cabelo curto, era mais magro e minha camiseta dos Ramones ainda servia. Saquei uma jaqueta de couro, o raybanzão do pai e uma peruca estilo Ramone. Inclusive eu arranquei de uma revista uma foto do Joey, para mostrar pra todo mundo como eu estava parecido. E estava mesmo! (será que existe alguma foto dessa festa? Preciso procurar).
O problema é que a maioria dos convidados não tinham o mesmo senso de humor e espírito de brincadeira que eu e a Laís. E é claro, éramos os únicos fantasiados da festa. A aniversariante estava fantasiada de Sandy, mas isso não conta. Outro babaca botou um sobretudo e se dizia Caco Antibes (Miguel Falabella, em Sai de Baixo). O máximo que teve além de nós foi uma menina de peruca rosa. Agora, não me perguntem qual era aquela celebridade...
Festas à fantasia são muito legais. Pena que as pessoas, com a exceção do carnaval, não se deixam entrar na brincadeira e se fantasiar...Nesse aniversário, eu e Laís, o casal tímido e envergonhado, passamos a maior vergonha e constrangimento, mesmo sendo os únicos que estavam certos lá. Riram de nós, devem ter pensado: "que babacas, levaram à sério o convite" quando na verdade os babacas eram eles. Na parcela jovem da sociedade, onde a maioria está a todo momento procurando aparecer de alguma forma para os demais, muito melhor aparecer se fantasiando numa festa à fantasia do que ir sem, e agir da maneira como a maioria dos jovens agem em festas: sendo babacas.
Eu to afim de ir fantasiado no Halloween do Cabelo. Tenho um velho projeto de ir fantasiado de Adolph Hitler numa festa assim, mas nunca tenho vontade de tirar a barba para isso. Quem sabe é até melhor assim: melhor não ganhar nenhuma tatuagem do que ganhar duas: uma no concurso de fantasia no bar, e outra na cadeia, depois de ser preso por andar vestido de nazista por ai.

- Escrito pelas 13h22, .

má influência

A verdade é que alguns blogueiros tem certa influência entre seus leitores, ou seus escritos uma hora ou outra influenciam alguém. Se não fosse assim, o Estadão não teria lançado aquela campanha fascista contra os blogueiros. 
Existem vários blogueiros influentes. Sobre política, são vários. Tem também os famosos e os que ficaram famosos pelos seus outra hora desconhecidos blogs. E agora são influentes. O Kibe Loco, por exemplo, decide do jeito que ele quiser qualquer enquete na internet. A Bruna Surfistinha contando suas fodas no seu blog virou uma acadêmica da ABL em potencial. Entre outros tantos exemplos.

Eu agora quero ver o quanto eu sou influente para quem lê o meu blog. A proposta é uma aposta. E a aposta é simples: eu estou pedindo para vocês se mobilizarem e preencherem todas aqueles atributos do meu orkut (sexy, legal e confiável). Se um dia eu atingir 100% em tudo, me comprometo a não ficar mais de três dias sem atualizar o blog. Se isso é bom ou não eu não faço idéia. E eu sei que é totalmente injusto, mas a vida é assim mesmo.

Aposta feita?

A propósito. Os posts babacas dos últimos dias são produto dos elogios que eu recebi do blog. E esse também. Mas logo eu volto ao normal. Acho.

- Escrito pelas 23h41, .

parem seus idiotas. eu só estou tentando viver!

Certo sujeito me falou certa vez sobre a minha habilidade em fazer inimigos. Ele, é claro, era mais um deles. Dois amigos meus (inclusive um ex-inimigo) até inventaram a tal "lista negra de José Such" na qual, segundo eles, todo ano tem um nome em evidência, o "odiado do ano". Falando assim, até parece que eu sou um especialista em criar casos, intrigas e confusões, mas a verdade passa longe disso.
Porém acredito que eu tenho um certo imã que atrai pessoas inimigas em potencial para a minha tão humilde e castigada vida. Essa gente sempre chega como amiga, e aos poucos acaba procurando competir comigo em alguma coisa. E isso desde que eu me entendo por gente: quem tem o melhor brinquedo, o melhor blog, a namorada mais bonita, quem toca melhor algum instrumento musical, quem conhece mais sobre determinado assunto, quem é mais fã de Chico Buarque e outros tantos exemplos que não cabem aqui.
Mas eu nunca peço nada disso. Mesmo. Eu até quero que toda essa gente (acredite, são muitos) se dê bem na vida, sejam felizes e podem até ser melhores que eu (o que não é difícil) à vontade, contanto que não venham me incomodar. Isso mesmo. Que vão ser os gênios ou filhos de algum compositor famoso lá longe, e não queiram fazer questão de competir comigo, nem de esfregar nada na minha cara.
Porque apesar de odiar gente metida, eu nem ligo para isso se elas não tentarem esfregar na minha cara. Ai eu fico brabo, tomo como inimigo e começo a falar mal e a tirar sarro mesmo. Um exemplo clássico disso são dois parentes meus que, no aniversário do meu irmão, em frente a toda a minha família (pais, irmãos, cunhado) resolveram desdenhar da minha faculdade, da minha futura (e nobre) profissão, me chamando de...professorzinho. Essas duas pessoas são os maiores exemplos de pessoas que quiseram competir comigo, em toda a minha vida. Desde cedo o filho ganhava todos os brinquedos que o Zé (representando o lado pobre da família) possuía em versões melhores e mais caras, fazendo questão de amarrar fitinhas vermelhas em tudo. Quando o menino (gosto de imaginá-lo como o Duda, do Harry Potter) já grande foi fazer vestibular e não passou, foi falado pra cidade inteira que a culpa da criança não ter passado foi devido ao olho gordo...do Zé. Essas pessoas não lêem meu blog, mas eu até gostaria para que elas soubessem que, se fosse para eu invejar alguém no mundo, existem pelo menos seis bilhões de pessoas na frente deles na minha preferência. Queriam tanto pisar em cima dos pobres da família que hoje estão na merda (apesar de manterem a pose) e constantemente vêem chorar nos ombros dos antes pisados pobres. E eu tenho pena? Nem um pouco. Desejo o mal? Também não. Vão vencer na vida ou afundar ainda mais? Problema deles. Mas que passem longe da minha pessoa.
Ah, exemplos são tantos. Tem cara que acha que tocar musicas do Los Hermanos melhor que eu no violão é melhor que o fato d'eu já ter visto a banda ao vivo duas vezes. Outro acha que eu morro de inveja porque ele é um escritor (leia-se: quatros linhas num livrinho de porta-celular, porque dizer "bolso" é sacanagem com todas grifes de jeans do mundo). Tem cara que se acha filho do Chico Buarque e ficou todo ofendido porque, além d'eu ter ido ao show, eu consegui conhecê-lo pessoalmente. E tem também garotinho que acha que precisa provar a mim, e somente a mim, que é o Mozart brasileiro. E o Beethoven também.
E eu desejo ter tantos inimigos? Claro que não. Eu desejo competir com essas pessoas em alguma coisa? Não. Eu queria na verdade ser amigo dessas pessoas, mas amigo de verdade, sem querer ficar me vangloriado por alguma merda? Não. Eu quero ser melhor que eles em alguma coisa? Não. Quero provar algo a eles? Não. Quero que eles me invejem? Não. Eu só quero ser o Zé, alguém único, mas simples, de bem com a maioria das pessoas, sem inimizade, sem negatividade, bem zen, rs. Não gosto também de pensar que os invejosos sejam eles, porque mesmo sendo meus inimigos eu tenho que reconhecer que (talvez com a exceção do menino que acha que é Mozart) eles são inteligentes o bastante para saber a furada que é querer me invejar. Afinal, qualquer pessoa que me conheça o bastante para me dar um "oi" bem lacônico na rua sabe que a minha vida é uma merda, eu sou um merda, e que querer me invejar em qualquer coisa é no mínimo, querer ser a mosca que rodeia a bosta do cavalo do bandido.

- Escrito pelas 17h26, .

algumas dicas

Mostra Internacional de Cinema da Cultura - Sessão que existe desde o ano passado mais ou menos, mas que agora foi inteligentemente mudado pela emissora de data, de sexta-feira (dia de sair para beber) para a terça feira, um dia morto. Essa sessão de cinema da Cultura é destinada a filmes europeus e asiáticos, que são sempre exibidos legendados. Um exemplo de comprometimento da emissora foi dado ontem, na exibição de um filme chamado A Arca Russa (Russkij Kovcheg) de um diretor chamado Aleksandr Sokúrov. Esse filme conseguiu um feito que a falta de tecnologia da época não permitiu a Alfred Hitchcock em O Festim Diabólico: fazer o filme inteiro num unico take. No caso desse filme, foram 90 e poucos minutos filmados sem cortes nas salas do museu Hermitage, de São Petersburgo, onde o narrador (cujo olho é a câmera) narra séculos e séculos da história russa, além de falar de arte (a partir do acervo do museu) e de literatura. E a Cultura, respeitando os telespectadores, exibiu esse filme sem intervalos comerciais, justamente pelo filme não ter cortes. Se fosse a Globo, seria divido nuns 6 blocos, dublados e com aquelas vinhetinhas horríveis que iniciam e encerram cada bloco. Ainda bem que a Globo não exibe esse tipo de filme, pelo menos não antes das duas da madrugada. Palmas para a TV Cultura! Exibido agora às terças-feiras, lá pelas 23h 40.

Séries no Brasil. Site que fala sobre...Séries no Brasil. House, Monk, Heroes, C.S.I, Lost e outros comentados pelo amigo Felipe e pelo Ronald Rios, do fotos da sandy pelada. Agora eles fazem podcasts, que são tipo uns programas de rádio que você pode baixar no seu computador ou ouvir no site mesmo. Bem engraçado.

Charges do Jornal O Iguassu - Desenhadas pelo amigo André Camargo, talento aqui da cidade e pouco reconhecido. No álbum do orkut dele tem alguns dos seus desenhos, e no site do Jornal é publicado sempre as histórias do Miro Lôko, personagem aqui das nossas cidades, criado pelo próprio André. Eis aqui a comunidade do personagem no orkut

- Escrito pelas 23h41, .

não veja.

Se isso não fosse tão trágico, tão indignante, eu poderia até rir da Revista Veja. Qualquer pessoa com um mínimo de inteligência assim o faria. Mas não dá. Os caras que fazem essa revista toda semana estão nos chamando de idiotas com cada edição, tamanho é o nível do ridículo nas coisas que eles escrevem. Sempre foi assim, mas ultimamente os caras parecem estar se empenhando para ficarem mais ridículos, mais marrons...Tudo o que eles escrevem parece até uma piada de mal gosto. Não dá pra rir. Eu tenho vontade é de chorar quando vejo como tem gente burra que ainda acredita em tudo que eles escrevem.
Com muita coragem resolvi ler a matéria da capa de uma das ultimas edições, que fala do Che Guevara. É claro que eu já sabia o nível das coisas que eu ia ler, mas mesmo afim fui em frente: e não passei da quarta linha. Tá certo que, mesmo quem respeita a figura do Che, quem se orgulha de usar uma camiseta com seu rosto estampado (mas não comprado em shopping center e nem de grife) sabe que na revolução cubana eles não empunhavam buquês de rosas. O chumbo devia comer solto mesmo. E é claro que eles eliminaram muitos inimigos depois. Mas devemos lembrar que não eram santos e mártires os que foram mortos. Eram gente do governo anterior, outra ditadura (só que da direita), cadela dos EUA e que matinha o povo cubano na mesma miséria que hoje os leitores da Veja apontam como argumento para falar mal do Fidel.
Agora, a revista Veja baixar o nome de Che Guevara ao mesmo nível dos verdadeiros criminosos, que também mataram, também torturam, também estupraram pessoas aqui no Brasil durante 21 anos a mando das mesmas pessoas que hoje comandam revista é foda. É um crime. É uma piada que não dá para se levar a sério. Mas tem gente que leva.
Essa maldita classe média me dá nojo. Se fosse gente carente e sem estudo que lêsse e acreditasse nessas bobagens até dava para entender. Agora, gente que tem grana para ter acesso a educação, a informação, a cultura...Gente que paga horrores de dinheiro para matricular os filhos em alguma faculdadezinha paga e achar que por isso eles serão "doutores" cultos e esclarecidos não dá pra entender. Revolta, enoja.
Essa revista é totalmente tendenciosa, sensacionalista, manipuladora e mentirosa. E é tudo isso porque essa classe média nojenta a lê. Porque pobre mesmo não lê nem revista, nem almanaque de farmácia. Aí então essa classe média nojenta se acha acima dos pobres porque é culta, instruída. Fala mal dos pobres porque eles ganham bolsa do Lula e reelegem ele, mas nem fazem idéia de que tentaram eleger gente da antiga ARENA. Esses sim os verdadeiros terroristas. A classe média sim que é burra, mais burra que os "pobres nordestinos" (no imaginário burguês) que votam em quem tá dando comida para eles (e garantindo sua sobrevivência). A classe média se acha elite lendo a opinião da elite. Elite essa que está pouco se fodendo para a mesma classe média. Elite essa que se subir ao poder novamente vai ferrar ainda mais com esses idiotas de memória curta. Gente burra que acha que pobre é assim porque merece, que a corrupção no Brasil começou em 2003, que comunista come criancinha e que um dos grandes líderes revolucionários do nosso século, o "homem ideal" segundo Jean Paul Sartre (a classe média que lê Veja sabe quem foi ele?) é apenas um assassino, como tantos que estão livres por ai no Brasil, depois de tantas atrocidades cometidas entre 1964-1985 e apoiadas pela mesma corja que manda na Veja, na Globo...

Não há futuro mesmo. Pelo menos não s  depender do senso critico dessa gente.

E antes que alguém me diga: "mas cada um lê o que quiser" eu respondo: lê sim. Mas é preciso ter um mínimo de senso crítico em tudo que a gente lê. Seja a Veja, a Caros Amigos, Carta Capital, Época ou IstoÉ. Eu conheço gente que lê a Veja mas tem espírito crítico para não engolir tudo que está escrito ali. Assim como tem gente que lê a Caros Amigos e ainda acha que a revolução vai passar em frente a suas casas.

Para quem não concordar, clique aqui e dê uma olhada nesse dossiê com alguns artigos sobre a responsabilidade jornalística da revista Veja. Se depois de ler você achar que tudo isso não passa de teoria da conspiração e de propaganda soviética, veja aqui quem você é.

- Escrito pelas 15h14, .

em crise.

Antigamente eu fazia a maior publicidade para este blog. Era até chato para os que recebiam, mas eu até que mandava bem em algumas idéias. Ainda bem que eu desisti dessa idéia. A única publicidade que eu faço agora é no meu orkut.

Eu tenho em média 200 visitas por semana aqui. Mas muitas delas são aquelas em que alguém digita alguma merda no google, aparece meu blog, elas entram, vêem que não tem nada a ver e saem. Tem muita visita do exterior, e de cidades alternativas pelo Brasil afora. Mas de leitores mesmo, eu tenho certeza de três. São os três que o feedburner aponta (ali embaixo, à esquerda). Essas três pessoas são as que assinam meu blog. Detalhe: uma delas sou eu mesmo. Outro é um amigo. E o terceiro é uma verdadeira incógnita.

Mas tem umas 10 pessoas que eu sei que entram aqui com frequencia. Porque elas comentam aqui ou comigo mesmo. E tá tudo legal.

O problema está quando outras pessoas vem dizer que leram meu blog. Se elogiam então, pior ainda. Eu fico com vergonha, porque gosto de pensar que eu estou escrevendo para ninguém. Eu tenho vergonha de saber até mesmo que essas 10 pessoas estejam perdendo tempo lendo minhas bobeiras. Só que com essas pessoas eu já estou até acostumado, e não tenho mais tanta vergonha. Agora, quando novas pessoas vem me falar que entraram aqui e me elogiam eu fico com tanta vergonha que travo. Nas ultimas duas semanas, algumas pessoas vieram me dizer isso, e é por isso que eu não estou mais atualizando o blog com frequencia. Eu fico sem assunto quando alguém vem me dizer que meu blog é bom. Porque no fim das contas eu sei que não é, então se alguém diz que é, eu não consigo mais escrever. è mais ou menos assim que funciona a minha (falta de) criatividade.

Mais uns dias e eu volto ao normal.

- Escrito pelas 12h15, .

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