ninguém josé

"Como vou querer que as pessoas entendam o que passa pela minha cabeça se nem mesmo eu entendo?"
- Dalí

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José Such. Um cara que gosta de fazer amizades.

 

Na infância, nunca teve muitos. Hoje, ele continua com poucos amigos. Mas os poucos fazem valer por mil, cada um. E não é melodrama, nem pieguice, nem nada do tipo. O fato é que o Zé adora mesmo uma boa amizade. Nada de viadagem também. Nem de homofobia. O Zé tem amigos, tem amigas, e tem amigos cães (muitos, muitos).

Zé tinha dificuldades em fazer amizades, e ainda tem, pelo seu gênio difícil (é o que dizem dele, o que ele pode fazer?). Dizem que o humor dele é inconstante, que ele é arrogante, que ele tem complexo de inferioridade, ou seja, defeitos não faltam na personalidade do rapaz. E as qualidades são raras, muito raras.

Zé na infância e adolescência (sobretudo nesta) estudou em colégio particular. Só que ele era bolsista. No colégio, ele era pobre demais para ser amigo de muita gente (para não dizer a maioria). E fora do colégio ele não conseguia fazer amizades pois era um burguesinho de colégio particular (no pensamento dos outros)

O Zé entrou no Mini T.L.C. E lá fez muitos amigos. Uns duram até hoje; outros já não mais. Ele acha engraçado como as que não duraram eram as mais intensas! Ele já foi chamado de “um quase irmão” por algumas pessoas e hoje não chega a nem inimigo.

 

Mas ele adora amizades. As amizades virtuais também. E ele fez bastante. Mas a maioria não dura.

 

José Such perde mutias amizades.

 

José Such adora conversar com seus amigos. Ele já gostou de conversar sobre música, mas ele não gosta mais. O mesmo para política ou assuntos culturais. Não que ele não goste mais; ele ainda aprecia boas conversas sobre tais assuntos. O problema está em que, no julgamento dele, as pessoas (seus amigos) não sabem conversar sobre estes assuntos. O porque?

 

Geralmente, quando a maioria das pessoas conversam sobre política ou assuntos culturais, elas tentam impor suas opiniões aos outros sujeitos presentes na discussão. O Zé já foi assim; mas hà anos já não é mais (mudou com a faculdade, explico outra hora). Hoje o Zé respeita opiniões. Zé tem amigos e amigas que gostam de Axé, Paulo Coelho e Balada. E ele respeita a opinião delas. E o Zé tem amigos que lêem muito mais que eles, e sabem mais que ele, e pasmem! O Zé respeita o fato de saber menos e procura sempre opinar (aceitando ser corrigido ou contrariado) e também aprender nas conversas.

 

Quando hà divergências de opiniões, o Zé respeita. Jose Such é um cara que gosta de argumentos.

 

O Zé já teve amigos que divergiram de opinião. E os mesmos tentaram impor suas opiniões. E tiraram sarro de seus gostos, julgando o deles serem melhores. E eles não aceitavam argumentos divergentes ao pensamento deles. E argumentos são a chave de qualquer discussão. Esse é o pensamento cientifico: A Ciência diz: “Por favor, prove que estou errado”. A Religião diz: “Aceite o que eu digo e não conteste!”. Esses amigos falam mal da religião, mas muitas vezes (pra não dizer a maioria) agem como a mesma.

 

Zé provoca as vezes, no blog dele. Mas são respostas, não agressões diretas e sem motivos. É aquela lei do Newton, “ação e reação”. Direito de resposta? Talvez...

 

Zé perde amigos com facilidade. As vezes tem razão, as vezes não.

 

Zé acha isso lamentável, mas o que ele pode fazer?

 

 

E assim faltou uma pessoa, na lista do futebol da sexta. E a lista do orkut caiu em mais um número.

- Escrito pelas 23h49, .

ao mestre com carinho.

Disse Sócrates depois de conversar com o sábio:

"É bem provável que nenhum de nós saiba nada de bom, mas ele supõe saber alguma coisa e não sabe, enquanto eu, se não sei, pelo menos não suponho saber. Parece que sou um nadinha mais sábio do que ele exatamente em não supor que eu saiba o que não sei
".

 

 

 

Às vezes eu penso em parar com esse blog. Seria a única coisa sensata feita aqui nos dois anos desde sua criação.

- Escrito pelas 15h56, .

O Preço

O preço que se paga às vezes é alto demais
É alta madrugada, já é tarde demais
Pra pedir perdão...Pra fingir que não foi mal
Uma luz se apaga no prédio em frente ao meu
"sempre em frente" foi o conselho que ela me deu
Sem me avisar que iria ficar pra trás
E agora eu pago meus pecados
Por ter acreditado que só se vive uma vez
Pensei que era liberdade
Mas, naverdade, eram as grades da prisão
O preço que se paga às vezes é alto demais
É alta madrugada, já é tarde de mais
Mais uma luz se apaga no prédio em frente ao meu
É a última janela iluminada
Nada de anormal...Amanhã ela vai voltar
Enquanto isso eu pago meus pecados
Por ter acreditado que só se vive uma vez
Pensei que era liberdade
Mas, na verdade, me enganei outra vez
Eu pago meus pecados
Por ter acreditado que só se vive uma vez
Pensei que era liberdade
Mas, na verdade, era só solidão

 

(Humberto Gessinger)

- Escrito pelas 23h46, .

Off Post (ou direito de resposta).

Achei mais interessante colocar minha resposta aqui do que simplesmente posta-la como um comentário. O fato é o seguinte:

Recebi o seguinte comentário, no último post:

 

Esse blog tinha que se chamar ninguém josé, mas escuta, ZÉ NINGUÉM! E quanta mediocridade hein? Esta página foi feita só pra choramingos seus? Invés disso crie cara! Porque enquanto continuar com esses preconceitos e dogmas tu não vai passar da merda da mosca na bosta do cavalo! E tenho dito...”

 

Hum. Eu fiquei sem reação. Que ataque verbal foi esse, meudeusdocéu? Confesso que estou entrando em depressão depois de ler isso. Meus filhos nascerão com a marca da vergonha e a da calunia depois d’eu ter lido isso. Mas tudo bem. Deixa eu falar mais ou menos o que eu penso sobre isso...

 

Zé Ninguém? Não me ofende nada ser chamado disso. Mediocridade? Desculpe, mas o blog é meu, coloco o que eu quiser. Depende de cada um decidir se entra aqui ou não. Não gostou? Não entra mais e faz um melhor que o meu. Simples.

Os blogs podem ser definidos como diários pessoais. A diferença é que, esses diários são públicos. Todo mundo pode ler. Então, eu posso falar de música, filmes, livros, meu dia-a-dia e sobretudo falar mal do que eu não gosto a hora que eu quiser.

Agora, seria injustiça achar que esse comentário foi totalmente inútil e pobre em críticas construtivas.

Sim. Eu acho uma perda de tempo ficar só falando mal das coisas. Mas o que eu posso fazer? Não é todo mundo que transborda talento e eficiência ao construir textos tão bem articulados, criativos e ricos em conteúdo como por exemplo...deixa eu ver...seu comentário.

Bem. Eu não passo damerda da mosca na bosta do cavalo!”. Isso tudo porque tenho um blog, onde está escrito ali no lado o meu nome completo, meu msn, meu orkut, ou seja, qualquer coisa que eu escreva está sujeita à não-aprovação das pessoas que lêem o blog, e elas sabem quem sou, e podem vir a minha pessoa argumentar comigo e fazer suas críticas. Por isso sou a merda da mosca na bosta do cavalo!”..

 

E você? Comenta anônimo. Encaro isso como um sinal de fraqueza e covardia. Porque eu estou dando a minha cara para bater, falando mal do que eu não gosto sem me esconder em comentários anônimos. Você não serviu para isso, creio. Escreveu um comentário agressivo, não se idenfiticou. E de certo deve ter saído do meu blog se achando o herói nacional por ter feito isso. Quem sabe até você entrou no msn e comentou com algum amigo seu: “olha lá! Deixei um resposta para o otário”. Tudo bem. Não me importa saber quem você é. Não ligo a mínima. Mas se eu sou a merda da mosca na bosta do cavalo,  o que seria você?

 

Minha falta de criatividade (ao contrario de você, que tem de sobra) não me permite pensar numa boa resposta. Mas eu diria que você é aquele restinho de bosta que fica na bota de quem pisou. Tão insignificante e anônima que só serve para....feder.

 

 

E tenho dito.

 

- Escrito pelas 11h02, .

rapidinhas com zé, ou o"ti-ti-ti" da net.

-Ter um blog é uma coisa muito idiota. Bom, pela quantidade de idiotas (incluindo eu) que tem blogs, e pela facilidade que eles surgem por ai dá para ver isso.  

Pelo menos o meu já dura um ano. E vocês não fazem idéia de como é difícil arrumar tanto assunto assim. 

 

-Um prêmio para os caras que inventam esses spams que mandam vírus. Eles sabem como pegar os trouxas. Primeiro eram aquelas das fotos; todo o povo idiota de União da Vitória não resiste a elas, tornando-se assim presas fáceis do “vírus da nossa festa”.

Eu recebi um muito interessante no meu email: Aparentemente, parecia ser um email do site voxcards.com.  Dizia ali que eu tinha recebido um cartão virtual de uma pessoa que não quis se identificar. Cartão cujo título era “oi amor” ou coisa parecida. Ai você clica e pede para salvar um arquivo. Os bobos caem bem nessa hora.

Eu fiquei imaginando todos os mal amados do mundo caindo nessa.  

 

-Isso me lembrou o meu amigo Marcel, que disse uma ótima dias atrás: 

“Tem gente que deveria largar um pouco do orkut e do msn e fazer coisas saudáveis como transar.” 

Concordo. Assim não ia ter tanta gente descontente com o sistema por ai. 

 

-Como é divertido ver gente que fala mal dos emos entrando num festivalzinho de... emocore. Me pergunto onde está a tão proclamada atitude dessas pessoas.

 

-Sábado movimentado nas cidades gêmeas. Shows emos num canto, show com Felipe Dylon em outro. E outro show entre esses dois, de um cara com um violão e muitas vozes embriagadas acompanhando. 

Essa gente sim sabe o que é diversão. 

 

Enfim, aqui termina o post estilo “ti-ti-ti na net” desde blog. Uma mistura de texto de fotolog com “coluna social”. Gostei da idéia. Vamos futilizar um pouco esse blog. Parar de reclamar e tirar um pouco de sarro.

- Escrito pelas 13h13, .

The Wasp (Texas Radio and The Big Beat)

                                                                  

Eu quero falar sobre a Rádio do Texas e a Grande Batida
Vinda dos pântanos da Virgínia
Calma e lenta com bastante precisão
Com uma batida antiga, restrita e difícil de dominar

Alguns dizem que é paradisíaco em seu brilho
Outros que é um lamento do sonho ocidental
Gosto dos amigos que fiz dentro dessa balsa
Nós construímos pirâmides em memória de nossas fugas
Foi nessa terra que o faraó morreu

Os negros enfeitados na selva
Estão dizendo "Esqueçam as noites,
Vivam conosco na floresta azulada.
Aqui nesse lugar não há estrelas
Aqui estamos petrificados - imaculados."

Ouçam, não vou lhes falar sobre dor de espírito
Vou lhes falar sobre dor de espírito e a perda de Deus
Vou lhes falar sobre as noites sem esperança
Da comida escassa para almas esquecidas
Vou lhes falar sobre a donzela com uma ferida de ferro em sua alma

Vou lhes dizer uma coisa
Não há recompensa eterna que nos perdoe por termos desperdiçado o amanhecer

Eu quero falar sobre a Rádio do Texas e a Grande Batida
Mansa, lenta e louca, como uma nova linguagem

Agora, escutem isso, eu quero lhes falar sobre o Texas
Eu lhes falo sobre a Rádio do Texas
Eu lhes falo sobre as noites sem esperança
Do vagabundo sonho ocidental
Lhes falo sobre a donzela com uma ferida de ferro em sua alma

 

(Jim Morrison)

 

 

 

- Escrito pelas 17h25, .

Já faz um bom tempo que eu consegui me livrar de todos os códigos morais da santíssima cristandade que a sociedade e a família nos impõe. Então, toda aquela coisa de ser humilde, modesto, bondoso, humano, amigo acabou para mim. Sou arrogante quando sei que sou bom em alguma coisa e gosto de desejar todo mal do mundo para meus inimigos ou para quem dá uma de pau no cu comigo. E vivo muito melhor assim, pois posso rir muito da desgraça e hipocrisia alheia.

Isso me lembra até aqueles desenhos animados que a gente assistia na tv (e que as crianças já não vem mais, graças aos malditos desenhos japoneses) da corrida entre o coelho metido e imbecil e a tartaruguinha que quieta corria n seu ritmo e sempre ganhava.

 

Eu sou a tartaruga. E estou rindo bastante do coelho babaca que achou que podia pisar em cima de mim.

 

E vou continuar rindo, e desejando mal. Pois quero defender a honra e a dignidade da minha família. Para que ninguém mais se atreva a pisar na gente.

 

E eu não vou explicar direito tudo isso.

- Escrito pelas 13h05, .

Cotidiano II

Dia dos pais. Churrascaria lotada.  Uma visão do Inferno, mas não deixa de ser engraçado.

 

Uma família como a minha, de cinco pessoas consideravelmente “cheinhas” exige espaço. E a mesa perfeita estava logo ali. Sentamos, pedimos nossas bebidas, e fomos buscar os acompanhamentos para aquele delicioso churrasco. Como em todo restaurante onde as pessoas servem-se num buffet, as pessoas espiam os pratos dos outros. E como é divertido ver aquela moça enchendo o prato de coisa: ela não vai comer carne, pois vai encher a pança com outras coisas. Gosto é gosto, mas em churrascarias o objetivo é comer...carne.

Voltamos à nossa mesa, e este que vos escreve tem uma infeliz constatação: a mesa ao lado (ou atrás, dependendo do ponto de vista) está cheia de crianças. E em qualquer local público onde encontramos a fórmula reunião de crianças cretinas + pais que não souberam educar seus filhos temos o mesmo resultado: nosso saco fica do tamanho da fome que a gente está (e os problemas estomacais que virão no dia seguinte). E elas gritam, berram, correm e esbarram em torno da nossa mesa, enquanto seus país estão hora distraídos (falando de futebol ou da vida alheia) e hora achando que seus rebentos são o máximo.

Ai, na outra mesa, uma mulher explicava para seu filho o tipo de carne estava sendo serivda em sua mesa imitando o som do bicho em questão. Pelo menos, é o que eu interpretei ao vê-la fazendo mééés para seu filho quando o carneiro passava por sua mesa.

 

Depois, a família que estava com as crianças foi embora, e sentou uma daquelas turmas de farofeiros. Sabe quais? Aqueles que vão numa festa do tipo “quermesse”  e  pedem quatro fichas de xixo, uma coca grande e quinze copos. Pois é. E eles realmente pediram uma coca grande e 8 copos. E o cara gordo achou que eu não ia ligar se ele tentasse passar por um espaço estreito empurrando com a bunda a minha cadeira.

 

Ah! Lembra quando no começo eu disse que nós pedimos a bebida? Pois é. Eu e meu irmão pedimos cerveja. Minha irmã, e meus pais queriam refrigerante,e ai se deu o seguinte diálogo:

 

Pai: Tem aquelas cocas de garrafa de vidro?

Garçonete: Sim, temos de um e dois litros.

Pai: Então trás a de dois litros.

 

(a garçonete sai)

 

Pai: duvido que tem coca de dois litros em vidro.

 

(garçonete volta e põe uma garrafa pet de 2 litros na mesa)

 

Pai: Moça, a gente pediu uma coca de dois litros.

Garçonete: Mas de dois litros só temos assim.

Pai: Então porque você disse que tinha?

Garçonete: Desculpe senhor.

 

 

É preciso muita paciência nesses lugares.

 

 

 

Me lembra de outra oportunidade, agora no dias das mães, na mesma churrascaria (é apenas uma coincidência):

Noutra mesa, uma moça senta com seu bebê. O pequeno fica olhando para mim, e eu resolvo brincar com ele. Aquela coisa de bebês sabe? Caretas e coisas do tipo. Da outra mesa, ouço uma carola idiota de igreja (esse fato eu soube depois) dizendo: “olha, ele ta assustando a criança”. Eu olhei para ela, e ela percebeu que ouvi. Riu de mim. Ai meu primo solta a seguinte, em tom bem alto (e o normal dele já é meio alto):

 

Mas se feiúra fosse status, o Amaury Junior estaria agora no teu lado.

 

 

Acho que muitas pessoas riram dela.

 

 

 

Obs – Coca de vidro é muito melhor que as outras. Isso é fato.

- Escrito pelas 23h35, .

Cotidiano.

Não importa como um namoro tem início; todos eles passam pela fase de “conhecer a família” dela (ou dele para as garotas). E ai, querendo causar boa impressão na família, tentamos agradar a todos os integrantes/moradores da casa.

Ai um dia, você vai sair com sua namorada(ou namorado, para as garotas) e capricha no visual: aquele sapato bacana, uma calça bem passadinha,cabelo arrumado, perfume, barba feita (somente para nós) ,aquela sua camisa made in italy toda estilosa. Ai, eis que você chega na casa de sua moça, e lá vem ele: o cão da família. Acostumado com as brincadeiras que você sempre faz (você tem que ganhar a confiança do bichinho, agradando-o). Ele quer pular, lamber, cheirar, brincar e você ali, todo arrumado. Ai a sua produção perde um pouco em qualidade. Mas o cachorro continua seu amigo...

 

Talvez o cão esteja se cobrando do banho que você ajudou a dar nele. Não acredite na ingenuidade dos animais: eles são perversos quando querem.

- Escrito pelas 11h45, .

Você já pensou em ajudar uma pessoa legal numa coisa que também é muito legal?

 

 

Deixa eu te explicar.

 

Eu me cadastrei num site, e nesse site tem uma promoção. É mais ou menos o seguinte: se eu indicar emails de amigos, e esses amigos fizerem downloads de plugins desse site, eu acumulo pontos. Cada download indicado por mim vale 200 pontos. Se eu conseguir ficar em primeiro no ranking no fim do mês, eu ganho um super Ipod Vídeo 60gb (mais memória que meu computador). Eu tenho apenas 200 pontinhos, e preciso de muito. Os primeiros colocados estão na casa dos 2.000.

 

O plugin é assim. Tem dois tipos: o do Winamp e do Windows Media Player. Dependendo do qual você usa, você baixa (lógico). Esse plugin é muito divertido: Mostra a letra da música que você está ouvindo. Bacana não? Você vai curtir suas músicas de um jeito novo, diferente e divertido e ao mesmo tempo estará ajudando um pobre rapaz que nunca ganhou nada na vida a ganhar um player que tem mais memória que o próprio computador dele.

 

Para me ajudar nesta empreitada, basta você me dizer pessoalmente o email que você usa freqüentemente. Ai eu vou no site, coloco seu nome e email e envio a indicação. Você abre seu email, baixa o plugin, instala e pronto! Vai curtir suas músicas preferidas e vai dormir de consciência tranqüila por ter ajudado um cara que só se fode na vida.

 

E eu prometo que, se eu ganhar eu empresto o Ipod.

 

- Escrito pelas 12h05, .

Tem coisas que só a insônia na madrugada de domingo para segunda faz para você. Uma delas é conseguir assistir uma reprise do programa “Provocações”, na Tv Cultura com um tema que sintetiza tudo que eu vejo nessa maldita cidade (e porque não, mundo?).

Para entender o que eu quero dizer é preciso tomar conhecimento do que se trata o programa “Provocações”. O programa faz entrevistas, onde o apresentador Antônio Abujamra faz suas perguntas em tom de provocação, como se estivesse usando o método de Sócrates de fazer perguntas para uma pessoa até forçar um erro, uma contradição, uma ignorância, enfim, deu para entender não?

Muita gente ai que se diz “culto” nem sabe quem é Antônio Abujamra (afinal, o omelete não fala dele). Trata-se de uma lenda viva do teatro brasileiro. Como diretor, e às vezes como intérprete. Dono de grande inteligência, podemos denomina-lo como intelectual.

 

Ele entrevistou João Gordo, vocalista da banda “punque” Ratos de Porão. Faz um som muito bom, diga-se de passagem. Ele é o típico punk: posa de anarquista mais é vj da mtv, tem grife e não perde a chance de ganhar uma graninha. Outra característica “punque” em João Gordo é o pensamento político (que ele acha que tem) e todos aqueles clichês que qualquer adolescentezinho metido a revoltado sabe dizer quando conversa sobre política.

 

Então, no programa, encontram-se o intelectual e o intelectualóide. O que sabe e fica na dele e o que sabe pouco mas quer fazer pose. Qual o resultado?  João ia fazendo suas colocações, recheadas de palavrões e motes anti-capitalistas e nulo em argumentos. Antônio ia perguntando, aqui e ali, e deixando o “punque” encostado no muro, sem ter aonde ir.

Então, logo toda aquela postura agressiva que João mostra quando está entre burros, sejam profissionais ou telespectadores, (leia-se MTV) desapareceu para uma tímida atitude de quem sabe que nada pode acrescentar, e que maneirar no que fala é o melhor a se fazer.

 

E parece que sempre é assim, não concordam?

 

Agora, convenhamos. O teor do que está escrito pode levar a entender que eu considero João um completo imbecil. Mas não. O cara sabe sim do que fala, quando fala sobre música e o mercado para a tal. Ai sim deu para se aproveitar muito bem a soma de idéias entre apresentador/entrevistado.

 

É assim que deve ser. Cada macaco no seu galho, falando do que sabe. Ou corre o risco de ouvir o que não quer.

 

 

 

Dedicado a quem gosta de ser macaco de circo.

- Escrito pelas 11h48, .

 A maioria das pessoas que diz odiar a cidade de União da Vitória justifica tal opinião com as mesmas respostas, ou ao menos parecidas. “Não tem nada para fazer aqui”, “nada de cultura”, “cidade de gente ignorante”, e por ai vai.

A maioria desses reclamões mal entende de assuntos culturais para opinar alguma coisa, mas o fato é que, tem gente que sabe reclamar, mas quando tem algo legal para se fazer elas simplesmente boicotam.

Bem, ta certo que a divulgação desses eventos nem sempre é feita de modo satisfatório, mas como diz o ditado, “quem procura acha”.

 

Se você veio procurar neste blog, a dica é conferir uma exposição de pinturas abastratas que ta rolando no “espaço cultural Aníbal Khury”, ou simplesmente Castelinho. Sim, aquele na esquina do Colégio Santos Anjos. As pinturas são em vidro, e assinadas pelo artista plástico Cléverson Batista.

 

È uma alternativa diferente e interessante para se fazer aqui. E para quem diz que por aqui nada rola, ta ai a prova de que as vezes os “críticos” são apenas mal informados

- Escrito pelas 23h10, .

nostalgia x facilidade.

Andando na contra mão da modernidade, arrumamos o vídeocassete aqui de casa e demos folga para o dvd. Voltei muitos anos atrás, e deu saudades da época que eu pegava desenhos da Disney na locadora do japonês.De ver trailers antes do filme, de ajustar o tracking do vídeo (o daqui de casa é muito velho: nem ajuste automático tinha) e de rebobinar a fita.

 

Mas dura pouco. Logo você percebe que era muito ruim ver vhs. Mas o que interessa é que na época era muito bom.

 

Muitos filmes antigos ainda não ganharam edição em dvd; ou se ganharam, ainda não chegaram em União da Vitória. E agora, com a maravilha tecnológica chamada dvd, as fitas foram desvalorizadas na locadora. Então, no dia certo pode até alugar 5 filmes por R$ 5 reais e ficar 5 dias com eles.

 

E eu posso assistir minha coleção de vhs’s, que tem coisas bacanas. De filmes como A Vida de Brian até os shows do Rock In Rio III que eu gravei. Ou o Come Hell or High Water do Deep Purple.

 

E na mapoteca da faculdade tem us filmes bons (daqueles meio manjados) que a gente pode assistir e folgar um pouco a conta na locadora.

 

Agora vou ver a trilogia do Dr. Hannibal Lecter. Só que dois deles são dublados. E não dá pra mudar no menu nem no controle.

 

 

 

...nostalgia ou facilidade?

 

- Escrito pelas 01h06, .

- Ver os textos que já foram pros arquivos.