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"Como vou querer que as pessoas entendam o que passa pela minha cabeça se nem mesmo eu entendo?"
- Dalí

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na garupa com che.

“Como o senhor vê o hoje a Cuba dos seus netos?”

 

"A Cuba do futuro, a Cuba que nós (cubanos) queremos é um país cada vez mais culto. Não queremos que as pessoas tenham cada vez mais calças jeans ou possam trocar de carro todo ano. Queremos que nossos netos sejam capazes de ser cultos. Que cada vez mais tenham prazer em ler um livro.  Essa é a única foma de ser livre: sendo culto.

 

- Alberto Granado, companheiro de viagem de Che Guevara (a mesma do filme "Diários de Motocicleta"),em entrevista à revista Aventuras na História. Um tapa na cara de gente fútil, de burgueses reacionários, e e de todo mundo que gosta de dizer que sabe alguma coisa sem saber nada.

 

 

 

Acho que eu to de volta. Aqui.

 

 

 

 

- Escrito pelas 13h30, .

post fofinhú e bunitinhu

E ai pessoal? Sentiram minha falta?

Faz tanto tempo que não coloco nada aqui que fiquei com medo que meus queridos visitantes me abandonassem aqui. Ai, como eu ando sem assunto, resolvi escrever todas essas coisas “fofinhas” ai atrás. Tudo isso ta parecendo até texto de um desses flogs; a única diferença é que eu pelo menos tento escrever direito.

 

Eu realmente não tenho assunto. Ou pelo menos nada agora.

 

Que tal mais uma coisa “fofinha”?

 

Que tal eu falar do meu dia-a-dia nessa semana que eu fiquei afastado do blog? Hein, hein?

 

Ok. Só escrevi toda essa baboseira para dar sinal de vida.

 

 

Ah! Eu criei uma comunidade muito bacana no orkut. Se quiserem, confiram clicando aqui. E torça para que eu goste de você, pois ela é moderada, e eu não vejo problema em recusar algumas pessoas lá, compreendeu?

 

Ta.

 

 

Hasta!

 

 

- Escrito pelas 15h20, .

continue a brilhar, louco diamante

Roger Keith Barret, mais conhecido como Syd Barret, morre aos 60 anos, de complicações causadas por uma diabete. Mas quem é esse cara feio e descabelado da foto?

 

 

Syd Barret foi o fundador e primeiro líder de nada mais nada menos que o Pink Floyd, a banda mais importante da história da música depois daqueles caras de Liverpool (aliás, as duas bandas dividiram um estúdio certa vez: o Floyd para gravar seu primeiro disco e os caras de Liverpool para gravar “um tal” de Sgt Pepper’s).

Syd Barret foi vocalista e guitarrista dos primeiros singles e discos do Pink Floyd, como o grande “The Piper At Gates Of a Dawn”, que eu falei aqui há algum tempo atrás, e o segundo disco, A Sauceful Of Secrets. Há gente que não reconhece o seu valor para a banda, sugerindo que o estouro da banda só veio alguns anos depois da sua saída, com o Dark Side Of The Moon. Porém, a genialidade de Syd mostrada no primeiro disco não pode ser negada e sem dúvida sua falta nos primeiros momentos de sua saída foi enorme para a banda, de tão importante que foi sua cabeça para as composições do grupo.

 

Mas você, que ouve Pink Floyd e nunca ouviu falar dele pergunta agora, “O que aconteceu com ele?”.

 

Fim dos anos 60, toda aquela loucura. Revoluções pelo mundo, tanto políticas quanto comportamentais, e o lema era “abrir as portas da percepção”.  Então, o LSD rolava solto na época. E enquanto grandes nomes como “os três J’s “ (Jimi Hendrix, Jim Morrison e Janis Joplin) iam morrerendo cedo, Syd (que devia ter predisposição para a coisa) acabou desenvolvendo uma esquizofrenia das brabas, obrigando-o a não só sair da banda, como a passar os ultimos 30 anos recluso em casa, dedicando-se à pintura e a jardinagem, em companhia de sua mãe.

 

Em 1975, Syd apareceu no estúdio onde a banda gravava o disco Wish You Were Here, que é uma homenagem dos membros remanescentes ao próprio o Syd. Careca, gordo e maltrapilho, durou tempo para que a própria banda o reconhecesse.

 

Syd deixa o mundo agora, e podemos afirmar que se foi uma das últimas grandes lendas do rock. Sua ultima obra em carreira solo data de 1970, e nos últimos anos nada alem de algumas fotos tiradas por paparazzi ele nos deixou; mas o que representa o nome Syd Barret para o rock é inimaginável, mesmo que você nem tenha ouvido falar dele antes.

 

Essa música, de 1975, foi escrita pelos membros remanescentes e amigos, num disco que é todo homenagem a Syd, o Wish You Were Here. Ela se chama Shine On You Crazy Diamond, título que pode-se ser traduzido como Continue a Brilhar, Louco Diamante:

 

Lembre-se de quando você era jovem
Você brilhava como o sol
Continue a brilhar, louco diamante
Agora há um olhar em teu rosto
Como buracos negros no céu
Continue a brilhar, louco diamante
Você foi pego no fogo cruzado
Entre a infância e o estrelato
Arrastado pela brisa de aço
Vamos, alvo de risos distantes
Vamos, estranho, lenda,
Mártir, e brilhe!
Você buscou alcançar o segredo cedo demais
Você quis o impossível
Continue a brilhar, louco diamante
Ameaçado pelas sombras á noite
E exposto á luz
Continue a brilhar, louco diamante
Bem, você desgastou suas boas-vindas
Com precisão a esmo
Cavalgou a brisa de aço
Vamos, festeiro, visionário
Vamos, pintor, tocador de gaita,
prisioneiro, brilhe!


 

- Escrito pelas 12h35, .

tem coisa que eu não entendo.

 Estava eu de papo no msn com um amiga conversando sobre o quanto é bom uma chuva (ainda mais quando é temporal, como o de hoje de manhã). No meio deste papo, eu citei o refrão da música do Raul Seixas, Medo Da Chuva, onde ele diz que perdeu o medo da chuva, pois esta caindo na terra trás coisas do ar. Eis que minha amiga solta a seguinte frase:

 

“-Odeio Raul Seixas”. 

 

“Ai vem merda”, pensei. Engraçado como a tem certas coisas em que a gente já prevê que nada de bom se aproveitará. Como eu gosto de tudo bem claro, e principalmente críticas com bons argumentos, perguntei à garota o “porquê” de se odiar Raul Seixas. E o que eu mais temia aconteceu:

O clássico “porque sim” veio acompanhado de um acho ele um idiota que idolatrava o Diabo” (duas facadas seguidas no meu estômago). Mas ainda tem mais. “Ele escrevia suas músicas de modo que as pessoas idolatrassem o diabo sem saberem. Vai dizer que você não sabia disso?”.

 

Ai é dose. Domingo, dia internacional do mau humor, e ainda vem alguém com uma dessas? Eu acabei falando um monte de coisas para essa minha amiga (que aposto que ela nem ligou) e dei a entender que ela estava no mínimo um pouco mal informada. Ai veio o golpe final: “Não. Eu li muito sobre Raul Seixas. E bastante disso era escrito pelo próprio Paulo Coelho”.

 

Primeiramente,  este  é  o maior  motivo  para  eu  não  gostar  d’O Código da Vinci.  As  pessoas  acham que Paulo  Coelho  ou  Dan Brown são  fontes seguras para se usar como argumento em qualquer discussão. Nada contra suas produções; elas são bem escritas (há controvérsias nisso em relação ao “bruxo” brasileiro). O problema é achar que eles falam a verdade e ponto final. Ninguém quer levar em conta todos os processos de massificação que giram em torno da obra de autores como estes. Mas isso não vem ao caso agora. O que se pretende falar agora é sobre Raul Seixas ter sido ou não “do diabo”.

 

Como é que alguém ainda poder ter uma mentalidade tão limitada e alienada em pleno século XXI? Se fosse na Idade Média, onde o poder que a “Santa” Igreja Católica Apostólica Romana exercia sobre o pensamento das pessoas era enorme, eu poderia até entender. Mas agora, em 2006, alguém pensar assim é inaceitável.

Em sua vida pessoal Raul se envolveu sim em rituais de magia negra e coisas similares. Mas isso não quer dizer que na sua música tem mensagens subliminares que vão nos fazer vender a alma ao cramunhão. Isso é papo de crente burro. Tanto que tem gente que não gosta da “música”  do Raul, mas gosta de ler suas letras. Raul é filósofo, é crítico, é irônico. Ninguém é digno de dizer um “a” contra a obra do cara. Nem eu, nem você, muito menos um crente babaca e alienado.

 

O Problema é que não são só os crentes que falam coisas assim. É o caso da nossa amiga. Ela entra no grupo das pessoas que vêem novela, compram revistas de moda e de (!!!) novela, e no sábado assistem Gilberto Barros, ou no domingo o Gugu, programas estes que geralmente fazem sensacionalismo em cima de besteiras carolas como essa.  É gente que tem gosto musical limitado ao que toca na rádio e na balada e que não lê livros que não estejam na lista de mais vendidos da Veja, ou então que tenha um filme relacionado em cartaz no cinema.  

 

“Quem esperar que o Diabo ande pelo mundo com chifres será sempre sua presa”

(Arthur Schopenhauer)

 

 

- Escrito pelas 18h57, .

Que balada que nada. Sexta é dia de ficar em casa curtindo uma televisão. E nem precisa ter tv paga para se divertir. É tanta coisa que, você tem que deixar de ver algumas coisas para ver outras. A seguir, o manual ninguémjosé de diversão televisiva para as sextas feiras.

 

 

 

A Mostra Internacional de Cinema, na tv cultura é realmente fantástica. Filmes europeus e asiáticos, daqueles que você nunca sonharia em ter a oportunidade de assistir em um cinema de uma grande cidade, quem dirá achar numa pequena cidade do sul do Paraná, chamada União da Vitória. Os filmes são apresentados pelo crítico Leon Cakoff. Mas um aviso para os uniãovitorienses: No meio do filme, a Tv Milenium corta o filme para passar um programinha idiota. Então é melhor ver na parabólica. Às 22:30.

 

 

 

Para quem prefere algo mais hollywoodiano, no mesmo horário a Tv Record exibe o seriado muito bacana CSI- Crime Scene Investigation, onde Gil Grissom e sua galera usam de toda ciência e tecnologia em pesquisa para desvendar crimes. Muito bacana. Descobri essa série quando um amigo alugou a primeira temporada, e passamos a assistir a segunda na Record. Às 22:15.

 

 

Logo na cola, outra série. Mas está hilária. Monk é um detetive muito bom, mas depois da morte de sua esposa ele acabou tendo problemas psicológicos e ficou desorientado, tornando-se um obsessivo compulsivo que tem medo de quase tudo: de altura, pessoas, até...leite. Ótimo. 23:15.

 

 

A opção musical da sexta-feira é curtir o som maravilhoso do jazz no programa Jazz & Cia, na Tv Cultura. O Programa exibe apresentações ao vivo de artistas internacionais e nacionais no festival Chivas Jazz 2004, que aconteceu em São Paulo e no Rio de Janeiro. È o que eu sempre digo: “se você quer saber se uma pessoa realmente entende de música, pergunte a ela sobre mpb e sobretudo sobre jazz. Com esse programa, você pode ir aos poucos ir se adentrando no mundo louco deste estilo que fazia Jack Kerouac e Allan Gisberg pirarem. À 1:30 da manhã.

 

Ou, para rir um pouco, o desenho animado Diabólico e Sinistro, que é um daqueles desenhos animados que são feitos para adultos. Uns pestinhas, junto com a dona morte vivem aventuras totalmente nonsense para conquistar o mundo. Vale a pena.  1:15 da manhã.

- Escrito pelas 00h49, .

palmas para o Luz.

Deve haver algum tipo de carma, ou coisa parecida, entre a minha pessoa e o prédio do Cine Teatro Luz. Ou eu estou pagando por tudo de mal que eu já falei desse cinema, porque cada vez que há um filme que eu quero ver, alguma coisa vem me atrapalhar e de me deixar furioso.

Ontem não foi nada diferente. Estava passando X-Men 3, e eu louco para ver. Para evitar toda aquela gente burra que vai em cinema na cidade de União da Vitória, que fica bagunçando e atrapalhando, escolhi o último dia, acreditando que eu veria o filme praticamente sozinho no cinema, e que na pior das hipóteses teria bem pouca gente para ver junto. Engano meu.

 

Não que o cinema estava lotado. Tinha pouca gente, e gente quieta. 90% do cinema era gente quieta. O problema estava nos 10%, representados por 4 crianças chatas (eu tenho um problema sério com elas) e um cara “afeminado” disposto a por as fofocas em dia com sua “amiga” (mulher).  E é claro que eles só falavam merda. E as crianças não paravam quietas. E isso foi me deixando profundamente irritado.

 

Pelo menos eles ficaram quietos durante o filme, e eu fiquei aliviado. Só na parte que o Wolverine ficou quase pelado eu penso ter notado alguma exclamação do amigo que estava atrás de mim. Mas acho que isso (o silêncio durante o filme) foi porque, logo no começo enquanto eles ainda conversavam, eu usei toda essa beleza que a providência me deu e lancei um olhar furioso para as duas “moças” e acho que a mensagem foi captada.

 

Pronto. Agora nada mais me atrapalhava (as crianças foram repreendidas por um adulto) e eu pude ver o filme sossegado. Quando acabou, as pessoas foram embora e eu fiquei, para ver a cena final que aparece depois dos créditos. Mas é claro que (por isso eu comecei reclamando do cinema) foi cortado no meio dos créditos, e eu não pude ver a cena que mostra que Charles Xavier não está morto. Mas tudo bem, eu já sabia disso.

 

O jeito foi sair do cinema correndo (mesmo) pra casa para poder ver O Homem Que Copiava. Perdi 10 minutos do filme mais ou menos, mas não atrapalhou muito.

 

 

 

- Escrito pelas 12h19, .

bêbados, crentes e brasileiros.

Um sábio pensador, cujo nome perdeu-se nessa imensa rede de neurônios dentro da minha cabeça disse uma vez que a semelhança entre um crente que vai à Igreja e um bêbado que vai ao bar é a mesma: ambos estão lá para se embriagar, para esquecer dos seus problemas, para que, nas horas do culto e nos mililitros de álcool reine a sensação de alegria, felicidade ou que a vida lhes pareça mais bela, justa, ou seja, para “maquiar” a sofrida realidade.

O povo Brasileiro é crente e gosta de uma cachaça, mas se a cabeça que bolou esse pensamento tivesse conhecido o povo do Brasil, ele os colocaria ali, como torcedores, ao lado dos embriagados e dos alienados.

Somos uma nação pobre, com problemas, feridas abertas, machucados não-cicatrizados de nossa história infeliz, de um período de 500 anos repletos de exploração, de miséria, de ignorância, de alienação (plim-plim ou amém, tanto faz) e de tudo de ruim que a gente sabe que contribuiu para a nossa situação atual.

Acontece que de 4 em 4 anos, é toda aquela “corrente para frente”, como se um padre nos viesse com um bom garrafão da mais forte bebida que nos embriaga e nos faz esquecer de tudo e com sua coversa fiada, para que possamos nas nossas fracas mentes pensar que somos como os franceses, argentinos, alemães ou quem sabe até os africanos, que estão ali torcendo, mas sabem que aquilo ali é apenas um esporte e que tem consciência de todo o sofrimento e de todos os problemas que tiveram de passar para hoje serem “uma nação” e  estarem num evento esportivo torcendo para seus países. O Brasileiro não.

O Brasileiro, durante esses 6 meses que já se passaram do ano de 2006 pode ser comparado com aquele bêbado que pegou uma mulher que na verdade era travesti. E agora, veio a decepção. Passou-se o porre e o bêbado viu o que era de verdade o ser que estava com ele. E o brasileiro decepcionou-se com os 23 babacas que estavam ali para jogar bola, que ganharam milhões e milhões para isso e não o fizeram, e que ainda por cima não estão nem ai com as pessoas que a gente viu no noticiário, chorando pela seleção perdeu que feio. A diferença entre o brasileiro e o bêbado é que este se tocou, e vai fazer alguma coisa (nem que seja matar o traveco); e o brasileiro, vai fazer o que?

Enquanto vocês xingavam e faziam piada com os Argentinos, o Ronaldinho tava fazendo a mesma coisa? Não. Enquanto você chorou pela derrota, os caras ficaram lá sorrindo e se abraçando. Enquanto eles agora vão tratar de assinar seus contratos publicitários, muita gente vai pensar em como vai botar comida na mesa. E um daqueles 23 vai ajudar? È claro que não! E porque chorar, porque ficar chateado e até, PORQUE GASTAR TEMPO FALANDO NISSO (como eu que estou cansando meus dedos agora)?

O bêbado vai entrar em ressaca agora, vai doer a cabeça e pelo menos por dois dias ele vai dizer que não vai mais beber. O crente vai demorar um pouco mais. Vai ter que esperar a hora da morte para finalmente se tocar que o céu era só uma promessa e que Deus não existe. E o brasileiro? Vai agora pensar nos melhores candidatos para votar na eleição? Vai procurar cultura, instrução? Não. Ele vai ver novela, e nos intervalos torcer para que seja sorteado na promoção “seleção do Faustão”. “Que país é esse?”, um poeta perguntou. Eu não sei responder. Mas ele é pior que um bêbado, que um crente e até que um travesti.

 

- Escrito pelas 19h53, .

argentinos.

Quem viu tv nesta sexta feira ao meio dia presenciou o que pode muito bem ser considerada como a final da copa mundo, entre Alemanha e Argentina. Um jogão mesmo. Mas ai, eis que a Argentina perde. Ai começa a palhaçada. O brasileiro burro comemorando. Um ódio idiota e sem sentido por um país devia ser usado como exemplo para nós.

 

Se você que odeia os argentinos, tivesse uma folha e uma caneta, e fosse pedido uma pequena dissertação de cinco linhas sobre o porque você não gosta dos argentinos, o que você diria? Posso dar algumas sugestões?

 

A capital Argentina, Buenos Aires, sozinha tem mais livrarias do que o Brasil inteiro. Sim, eu os invejo por isso.

 

É um país que valoriza a cultura, as artes, a boa música e etc. Sim. Eu os invejo, porque no meu país impera uma imbecilidade coletiva quando se trata de música. Artes então?

 

É um povo que como nós, foi colonizado, explorado, teve processos de imigração, passou por um período ditatorial (muito menor que o nosso) e uma forte recessão, e tem memória e consciência disso tudo. Não é como o brasileiro que não tem memória nem consciência de sua história.

 

È um país onde o povo vai a lauta nas ruas reivindicar  seus direitos (os panelaços, as mães da praça de maio). No Brasil, o povo esquece dos seus problemas com o simples toque de um “plim plim”.

 

È a terra natal do grande líder, Ernesto “Che” Guevara, único homem cujo nome ficou gravado na história por não ter sido corrompido pelo poder, e por ter lutado por ideais tão nobres.

 

A escolaridade da população, as taxas de analfabetismo, os índices de expectativa de vida e a distribuição de renda são bem melhores que o do Brasil;

 

Sim. Eu odeio a Argentina. Tenho inveja deles, por não ter nascido lá, ou por não ter no meu país um povo como o argentino, que torce pela sua seleção, mas não faz do único propósito de sua vida ver um bando de homens correndo atrás de uma bola o tempo todo.

 

 

 

 

- Escrito pelas 01h42, .

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