Hexa Brasil!
A cada jogo que passa, eu saio nas ruas da cidade e vejo como as pessoas estão orgulhosas com o time do Brasil. São bandeiras nacionais, pessoas com a camiseta, carros tocando músicas de exaltação a pátria...
Eu separei mais alguns motivos para a gente “amar” o nosso país:
Segundo o Índice de Desenvolvimento da Educação Para Todos, na Unesco (órgão ligado à ONU) em 2001, a Noruega tem a melhor educação do mundo. Um sistema de ensino gratuito e adaptado às aptidões de cada pessoa, aliadas a políticas públicas de investimento na educação garantiram a primeira colocação do país no ranking, no qual foram avaliados 127 países em todo mundo. O Brasil ficou com um mísero 72º lugar.
Mas e daí? A Noruega não é hexa, não tem pedalada nem fenômeno.
Já uma outra organização, a OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico), que é uma entidade que visa ajudar seus países membros a manter boas políticas públicas em áreas como economia e educação, deu o título de melhor educação no mundo para a fria e gélida Finlândia. Esse ranking avaliou 41 países, e o Brasil ficou em 38º, ou seja, 4 lugar, de baixo para cima.
Mas a Finlândia já foi para uma copa? Não né? Ah! Eles tiveram um campeão de formula 1, Mika Hakkinen, mas que nunca será comparável ao nosso Senna. Mas e o futebol? Cadê o futebol da Filândia?
Um terceiro ranking merece ser citado. A Associação Internacional de Avaliação de Rendimento Educacional, com sede na Holanda (já está fora da copa) promoveu um estudo internacional de matemática e ciência. Foram 53 países avaliados, e tente adivinhar que país ficou em primeiro lugar?
Cingapura. Você sabe pelo menos onde fica no mapa esse pais chamado Cingapura? Pois é. De acordo com o Ministério da Educação de Cingapura (aposto que esse ministério lá é mais importante do que o Dos Esportes), o bom desempenho do país nesse teste (a avaliação consistia em provas dadas aos alunos) foi a motivação dos pequenos cidadãos de Cingapura. Na pesquisa, 75% das crianças (alunos da 4ª a 8ª série) dizem “adorar” estudar matemática e ciências.
O que será que as crianças brasileiras, da mesma faixa etária, responderiam nesse caso? Elas preferem gazear aula e jogar bola, já que a Globo dias atrás mostrou a história do menino pobre que fugia da escola para bater bola e hoje é um milionário jogador de time europeu. Esse é o exemplo das nossas crianças...
Mas, e qual foi a colocação do Brasil neste teste cujo vencedor foi o pequeno e subdesenvolvido país chamado Cingapura? Nenhum. O Brasil nem participou do teste.
Mas foda-se essa organização holandesa! A gente ganhou deles nas quartas de final em 94, nas semifinais em 98, e esse ano eles perderam para Portugal! Time treinado pelo brasileiro Felipão!
Hoje, podemos perceber países ditos subdesenvolvidos investindo em educação, e em ciência. O Japão antes da segunda guerra era um país praticamente feudal. Hoje é uma das potências tecnológicas. A Irlanda era “o Paraguai” da Europa, e investindo em educação está entre os países que mais crescem na Europa. Até os países conhecidos por serem governados “pelas forças do mal”, os “demoníacos” comunistas estão se dando bem. Cuba tem uma educação pública exemplar e referência para seus vizinhos de América Latina. E enquanto uma criança brasileira aprende a memorizar 23 letras, uma criança chinesa já conhece 3000 ideogramas.
E ai? A sua camiseta amarela está pronta para hoje?
- Escrito pelas 12h33,
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Terminei o projeto de monografia para a faculdade. Ficou bonito, na minha opinião. O professor tinha dito que o trabalho deveria ter de 8 a 15 (!!!) páginas da mais pura produção textual sobre o tema do projeto. Eu fui lá, e escrevi, escrevi e escrevi mais um pouco. Achei que tava pequeno e parti para a tática de transformar pequenos trecho em grandes frases. Depois parti para as minhas pirações poéticas, onde muitas vezes escapei do “mais simples” texto cientifico para trechos totalmente literários, carregados de emoção e de lamento (!!!)...
Resultado final: 6 páginas e três linhas.
Como disse uma vez o grande filósofo alemão Nietzsche, “orgulho-me de escrever em uma página o que muitos autores precisariam escrever 10 livros para dizer”...Como o mesmo filósofo na mesma obra falou também: “Porque sou tão sábio? Porque escrevo livros tão bem?”, resolvi encarnar esse espírito e entregar do mesmo jeito. Posso não tirar uma bela nota, mas com certeza esta nota será melhor do que a da minha colega de classe que foi tema de um antigo post aqui, aquela menininha fútil e burra que acha que é grande coisa...Não se discute o óbvio né?
Logo eu arrumo assunto para falar aqui.
- Escrito pelas 22h59,
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roubando o kibe loco (sic)
- Escrito pelas 15h19,
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um desabafo "emo"
Tenho 6 dias para entregar o projeto para a minha monografia na faculdade. Já mencionei aqui que eu não tinha tema. Pois bem, agora eu tenho um. Por outro lado, esse tema ainda não me é atrativo; não é aquela coisa que vá me fazer querer saber de tudo e concentrar minha vida acadêmica nela. Faço sobre o compositor Chico Buarque de Hollanda, um cara que eu sou fã, tanto da música, quanto dos livros. Mas, eu nem queria tanto fazer um trabalho sobre ele. Mas o dever de ter um tema para fazer nessa monografia e um bloqueio que não deixou eu ter nenhuma outra idéia me levou a chegar aqui, onde estou agora.
Por exemplo. Eu li pouca coisa até agora. Porque eu estudo numa faculdade que não tem dinheiro, porque é uma faculdade pública e a merda do governo não manda dinheiro para comprar livros. E eu não tenho a merda do dinheiro para ficar comprando livros e pagando taxas de correio (ou você acham que esses livros vem para esse lixo de cidade). Eu preciso fazer nesse projeto uma porcaria chamada de “Quadro Teórico Metodológico” no qual eu não faço a mínima idéia do que seja, de como fazer, do que ler, no que pensar.
Eu faço uma faculdade que tem matérias chatas como Historiografia brasileira, que não me interessa nem um pouco e eu sou obrigado a ler, para passar de ano.
Eu faço uma faculdade onde tem que fazer merdas e merdas de estágios, o que eu não quero fazer.
São momentos como esse onde eu estou, desamparado e sem o que fazer que eu penso: “o que eu to fazendo lá?”. Eu não quero ser professor. Eu não quero ser historiador. Se eu nem sei o que eu queria fazer da vida, como eu vou escolher um tema de monografia? Eu joguei um, estou na metade do segundo e serão quatro anos que eu vou perder numa coisa que eu não gosto, num lugar que eu não me sinto bem convivendo com muitas pessoas que eu não suporto? E tudo isso para que? Para depois de quatro anos eu ver que eu já estou certo agora?
E se eu parasse? Largasse, desistisse, corresse atrás de outras coisas? Que outras coisas? O que eu vou fazer se eu sair dali?
Ai eu perco o sono, e passo mal a noite toda.
- Escrito pelas 00h17,
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"olha mamãe! virei crítico de cinema!"
Era uma vez um cara que escrevia livros. Ou um escritor, tanto faz. Ele tinha em até certo ponto uma qualidade narrativa bacana e, se eu não me engano, uma esposa entendida de arte. Com isso, ele pegou algumas lendas e com uma pesquisa bem feita escreveu um livro. Só que esse livro era polêmico, porque atacava alguns preceitos da moralidade cristã, e como disse um grande filósofo cujo nome perdeu-se no tempo: “o que é proibido é mais gostoso”. Num grande jogada editorial (ora! Não sejam ingênuos) houve um acordo, conhecido popularmente como “jabá”, e esse livro passou a ser veiculado na imprensa. Polêmicas, lista dos mais vendidos, moda, e assim ele entrou no terceiro mundo. Este que vos escreve leu o livro (gostou, admite) e, exatamente duas semanas depois que ele terminou o livro, houve explosão no terceiro mundo também. Capa da Veja, lista dos 10 mais, superinteressante...Ai começaram a sair livros de autores parasitas que querem faturar uma graninha em cima do autor do best-seller, e somando isso ao fato das pessoas serem burras a ponto de ler só o que os outros estão lendo e ainda por cima acreditar no que está ali fez-se a merda. Virou filme logo logo, e em três semanas chegou ao enorme fosso de burrice chamado União da Vitória, onde, eu só pude ver o tal filme no domingo, com gente que não apanhou o suficiente dos pais para aprender a se comportar em público.
Pelas qualidades narrativas (inegáveis) de Dan Brown, podia-se esperar um filme bom. Mas os caras erraram feio. Mudaram a história, fizeram cenas de ação fracas e transformaram Sophie numa mulher mais chata e fresca do que no livro. Podiam ter usado mais do clima de mistério (se bem que isso deve se dar um desconto ao diretor: todo mundo já sabe dessa história). Podiam ter colocado um ator diferente de Tom Hanks (não imagino ele pulando de um helicóptero sem pára-quedas). Podiam ter mostrado o relógio do Mickey Mouse do Robert...
Coisas boas do filme. Eu imaginava o Teabing como um cara parecido com o Élton John (não sei porque). Mas o Galdalf Magneto ficou muito legal. Eu gosto desse ator. Gostei também daquelas cenas onde eles pegavam um lugar e sobrepunham cenas do passado e do presente. E ficou também bom as cenas onde o Langdon resolve os mistérios, como os números, letras e planetas circulando e piscando ao redor dele (como no Uma Mente Brilhante, to certo?). E a cena da fuga deles do avião, dentro do hangar ficou legal também.
No fim dá pra dizer que é legal. Muito pior que o livro. Um bom filme para a sessão da tarde de sábado.
- Escrito pelas 11h47,
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Whn I'm 64.
Hoje, 18 de junho de 2006, é a data na qual um dos grandes ícones não só do rock, como de toda a música, e não só da música como das artes como um todo, e não só das artes, mas também da cultura e do cotidiano do mundo inteiro, seja em União da Vitória, Londres, Tóquio ou Bangladesh completa aniversário. E não é um simples aniversário. Nosso grande Sir Paul McCartney está completando 64 anos. E quem entende de música (ou pensa que entende) sabe que, num dos melhores discos não só dos Beatles mas de toda a história da música, chamado Sgt, Pepper’s Lonely Hearts Club Band tem uma música chama de...When I’m Sixty-Four. Então, em homenagem ao Paul, vou postar a tradução da música aqui:
Quando eu estiver com sessenta e quatro
Quando eu ficar mais velho, perdendo meus cabelos
Muitos anos adiante
Você ainda irá me mandar presentes no dia dos namorados
Saudações no aniversário, garrafa de vinho?
Se eu estiver fora até quinze pras três
Irá trancar a porta?
Você ainda irá precisar de mim, ainda irá me alimentar
Quando eu estiver com sessenta e quatro?
Você estará mais velha também
E se você disser a palavra
Eu poderia ficar com você
Eu posso ser útil, concertando um fusível
Quando suas luzes apagarem
Você poderia me tricotar um suéter perto da lareira
Nas manhãs de domingo iremos dar uma volta
Fazendo o jardim, cavando a erva daninha
Quem poderia pedir por mais?
Você ainda irá precisar de mim, ainda irá me alimentar
Quando eu estiver com sessenta e quatro?
Todo verão poderiamos alugar uma cabana
Na Ilha de Wight, se não for caro demais querida
Iríamos pechinchar e economizar
Bisnetos no joelho
Vera, Chuck & Dave
Mande-me um cartão postal, me manda um telegrafama
Informando o ponto de vista
Indique precisamente o que quer dizer
Estás sinceramente, se desperdiçando
Me dê uma resposta, preenche um formulário
Minha para todo o sempre
Você ainda irá precisar de mim, ainda irá me alimentar
Quando eu estiver com sessenta e quatro?
Bem. Podemos ver que Paul errou ao prever seu futuro. O cara ta mais vivo que muita gente que veio depois dos Beatles. É isso ai!

- Escrito pelas 03h08,
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"polêmicas a vista", bradou o marujo.
Um dia, eu tirei sarro de uma colega de classe, e ela nunca mais falou comigo, nem sequer olhou na minha cara. Foda-se. Houve uma dinâmica em sala de aula, onde cada pessoa recebia duas balas, uma doce e uma azeda, e cada um dava a bala doce para a pessoa que ela gostava/admirava/puxava saco da sala e a azeda para a pessoa que odiava/não gostava/não ia com a cara, etc e tal.
Recebi três balas azedas. Uma foi dessa colega.
Ai, um dia desses eu resolvo mandar um email para meus amigos do orkut, que continha um link para uma animação que criticava o comportamento dos brasileiros em época de copa do mundo e bla bla bla. Acontece que minha colega de classe ainda está na minha lista de amigos do orkut. Ela recebeu o email e, não sei porque, me enviou o seguinte scrap:
“Vc é autêntico, massa a mensagem da copa," pra frente Brasil", e olhe q eu nem gosto muito de vc, mas admiro suas qualidades!:)”
Vamos refletir em conjunto agora. O que a nossa amiga quis dizer com isso? Me parabenizar pelo email, dizer que concorda comigo e tal? Ou ela deu um jeito de dar uma de esnobe e dizer, na minha própria lista de recados do orkut que não gosta de mim? Ou ainda, será que ela percebeu que eu sou muito foda em tudo que eu faço, que resolveu admitir, mesmo odiando isso, que eu sou extremamente superior à qualquer nível intelectual que ela e sua corja de amigas um dia vão sonhar em chegar perto?
Vamos pensar que ela tinha boas intenções em fazer isso. Vocês não concordam que foi muito “pau no cu” da parte dela escrever que não gosta de mim na minha lista de recados?
Tudo isso, só porque eu não tinha nada para postar no blog, e faz tempo que eu não atualizo.
Que bom que eu tenho qualidades que muita gente adoraria ter, mas nunca vai conseguir (como a citada colega, que passa longe de ser o que pode-se considerar nos nossos padrões como “autêntico”),
Esse post irá me trazer problemas.
- Escrito pelas 21h07,
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soccer, my "brothárs"!
É a copa do mundo chegando, e a gente percebendo a reação das pessoas com esse evento. Há uns dois meses não se fala de outra coisa. Agora, apenas um dia para o início do evento, tudo é copa do mundo. Pessoas gastando quase 200 reais em camisetas que se, ganhando o Brasil, vão ficar desatualizadas, gente com bandeiras nas sacadas (inclusive minha sacada tem uma) e festas nos dias jogos sendo programadas (e eu não fui convidado pra nenhuma).
Ai vem os anti-copas. Aquele velho discurso: “Futebol aliena as pessoas, a globo usa isso como recurso de controle de opiniões em massa, as pessoas deixam de viver suas vidas em função de um jogo e blá bla blá”.
Assim, eu não vejo problema nenhum em curtir uma copa do mundo. Eu inclusive já estou entrando no clima (jogo International SuperStar Soccer direto). Vou ver o máximo dos jogos que eu puder e, se eu for convidado, vou participar dessas festas que fazem quando tem jogo do Brasil. Vou largar meus livros, minhas músicas, em fim, sou todo oposição aos que se dizem de “alta cultura” (ah! Eu li na internet isso e aquilo) ou simplesmente, os rebeldes de plantão (futebol é coisa do sistema!). Exclui-se dessas críticas aquelas pessoas que,não curtem futebol por não gostar.
Eu vejo com muita graça essa gente que faz de tudo para atacar quem curte um futebol de vez em quando, porque eles usam isso como recurso para dizer mais ou menos “olha aqui! Sou um cara foda! Faço coisas bem mais importantes do que um simples esporte popular”. Ai eu vejo um cara como o meu objeto de estudo de monografia, nada mais nada menos que Francisco Buarque de Hollanda, ou só Chico Buarque, indo lá jogar bola e torcer pro Fluminense. Quem será que ta com a razão ai? Não sei. Ai depende também de opiniões. Mas uma coisa é você ter uma opinião formada; outra é você querer sair por ai falando só para poder dizer “olha aqui! Sou um revoltado contra o sistema! Estou tocando o horror! Sou politizado e você não é!
Claro que o futebol tem seus problemas, e esses sós serão resolvidos com a educação do povo, o que, infelizmente, não está na lista de prioridades de qualquer governo. Claro que eu não vou matar, muito menos brigar com gente da torcida rival a do meu time (claro que tem uns atleticanos porcos que merecem uma sova) e claro que não vou fazer do meu time, ou do Brasil a coisa mais importante na minha vida. Claro que eu não vou esquecer que o Brasil ta um merda. Aliás, ele ta assim desde antes do futebol ser inventado. Mas eu vou curtir uma copa sim, porque eu acho uma coisa muito legal. E não duvido que, entre os jogos, eu não vá jogar um bom futebol de botão. E vou torcer muito!

- Escrito pelas 11h09,
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em vez de estudar...

Relembrando a infância...

Adamec, o craque...

Continuo bom, como há dez anos atrás...
Obs-Mas, o meu time preferido era a Itália. O meia Galfano é o grande craque desse jogo.
Obs2- Fiz poucos gols porque jogar no teclado do computador não é a mesma coisa.
Agora eu vou estudar
- Escrito pelas 00h17,
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Eu acredito que já tenha comentado aqui sobre o quanto eu venho me incomodando ultimamente com essa coisa de ficar velho e não querer, de voltar à adolescência, à vida sem preocupações e todo esse tipo de coisa. Ontem aconteceu algo que me fez lembrar de bons tempos de quando eu era novo e me deu ainda mais saudades, mas, não tava ruim, foi uma sensação boa. E por incrível que pareça o que me deixou tão de bem com a vida foi ver um dvd do Iron Maiden. E é ainda o novo dvd do Iron Maiden, chamado Death On The Road, que corresponde à turnê do disco Dance Of Death.
Bom, eu ainda continuo achando que o Iron Maiden vem decaindo desde o Fear Of The Dark, de 93, e que seu auge terminou com Somewhere In Time, de 86. Mas realmente eu fiquei surpreso com o dvd.
Há muito tempo eu deixei de ser aquele fã do Iron que usa camiseta, jaqueta, tem caderno deles, bandeira, a maioria dos cds, pôster e outras coisas. Eu tenho tudo isso ainda. Mas há muito deixei de ser fã deles. Eles nem são mais minha banda preferida. Mas também, eu não sou hipócrita de agora sair falando mal deles, só.porque gosto de outras coisas. E eu ainda acompanho a carreira deles, busco por notícias e até andava brabo com o lançamento de mais um ao vivo, e de mais um dvd. Mudei minha opinião ontem.
Ok. Ninguém cm mais de 17 anos agüenta mais ver em dvd’s ou ao vivo músicas como Haloweed By Thy Name, Run To The Hills, Fear Of The Dark e etc. E esse último disco tem coisas ruins, como No More Lies e The Rainmaker. Bruce Dickinson continua um grande vocalista, mas já não canta como nos anos 80. Steve Harris não mudou quase nada, e os guitarristas também; apenas estão gordões (e Janick Gers continua opalhação, mais fazendo merda do que tocando). Ver os roadies dentro de um boneco do Eddie já me parece chato. Agora, novas canções, como Paschendale, Dance Of Death “interpretadas” (com uma performance teatral mesmo) ficaram ótimas, bem melhores que em estúdio. A acústica Jorneyman trás um elemento novo aos show deles (todos sentados com violões, menos Harris, que no extras se mostra recusando a tocar sentado). E Lord Of The Flies, do X-Factor (disco com Blaze Bailey nos vocais) fica muito melhor com Bruce.
Mas a que eu gostei mais foi Can I Play With Madness. O jeito que foi tocada, o jeito que foi cantada pelo publico, sei lá. Eu sempre gostei dessa música, apesar de muita gente achar ela fraca. E ver essa música, junto com outras como Wrathchild me trouxe recordações legais. Era divertido ser metaleiro, e se for ver bem, ainda é, e não importa o quanto os idiotas “informados” falem mal, Iron Maiden é uma grande banda e deve ser respeitada. E esse ano vem mais um disco de estúdio.
- Escrito pelas 15h41,
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Para compensar a falta de atualizações e esse meu problema de ter sobre o que escrever eu tinha decidido fazer um alerta para todos que entram aqui, sobre o filme que ia passar hoje no Intercine. Tratava-se de um Woody Allen, que eu tinha comentado sobre querer assistir algo dele alguns posts atrás. Pois bem, eu entrei no site do Intercine e vi que o filme perdeu na votação popular para um desses filmes policiais bobos (e não vamos entrar em detalhes sobre a validade dessas votações, que é duvidosa). E agora, falar do quê? Que tal um filme que vai passar amanhã?
Bem, sábado a noite quase todo mundo sai. Só pessoas como eu, que não tem onde ir, que ficam mofando em casa. Mas o filme é bom é vale a pena: Don Juan De Marco, com Johnny Depp e Marlon Brando. Será que colo a sinopse aqui? Ai vai:
Sinopse
Em Loa Angeles, um rapaz de 21 anos ameaça se suicidar e é levado para um hospital psiquiátrico. Lá o jovem se apresenta (e naturalmente acredita ser) como Don Juan, o maior amante do mundo, ao próprio psiquiatra. Ele está desolado e justifica sua tentativa de suicídio ao fato de não conseguir a mulher que tanto quer, embora já ter conquistado tantas. Enquanto procura ajudar o paciente, o Dr. Jack Micker percebe que as “loucuras” do Don Juan e suas filosofias sobre o amor ajudam a reacender a paixão em seu casamento.
È pessoal. Amanhã, à meia noite, no SBT.

Johnny Depp.
- Escrito pelas 11h59,
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- Ver os textos que já foram pros arquivos.