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"Como vou querer que as pessoas entendam o que passa pela minha cabeça se nem mesmo eu entendo?"
- Dalí

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Tenho 241 amigos no tal do orkut. Alguém me chamou para fazer alguma coisa no fim de semana?

 

Será que vou ter que fazer uma nova limpa na minha lista?

 

 

 

Lembram quando eu reclamava que nunca teria chance de ter uma banda na vida? Pois é. Eu entrei em uma alguns dias atrás, mas já sai.

 

 

Estou oficialmente aposentado da música. E agora o próximo passo é rever minhas relações sociais.

 

 

- Escrito pelas 18h49, .

amém!

- Escrito pelas 22h35, .

Vem cá, você sansha* esse cara dupal*? o Douglas Adams? Taí um mingo* que sabe onde guarda sua toalha...

Hoje é um dia inusitado. Se você ver gente andando com toalhas pela rua, não pense que eles estão ficando malucos: hoje é o dia da toalha.  Porque todo mochileiro que se preze tem uma toalha sempre à mão pois ela é um dos objetos mais úteis para um mochileiro interestelar. Em parte devido a seu valor prático: você pode usar a toalha como agasalho quando atravessar as frias luas de Beta de Jagla; pode deitar-se sobre ela nas reluzentes praias de areia marmórea de Santragino V, respirando os inebriantes vapores marítimos; você pode dormir debaixo dela sob as estrelas que brilham avermelhadas no mundo desértico de Kakrafoon; pode usa-la como vela para descer numa minijangada as águas lentas e pesadas do rio Moth; pode umedecê-la e utilizá-la para lutar em um combate corpo a corpo; enrolá-la em torno da cabeça para proteger-se de emanações tóxicas ou para evitar o olhar da Terrível Besta Voraz de Traal (animal estonteantemente burro, que acha que, se você não pode vê-lo, ele também não pode ver você - estúpido feito uma anta, mas muito, muito voraz); você pode agitar a toalha em situações de emergência para pedir socorro; e naturalmente pode usá-la para enxugar-se com ela se ainda estiver razoalvemente limpa.

 

Dia da Toalha é celebrado no dia 25 de Maio como um tributo em memória de Douglas Adams. A comemoração foi observada pela primeira vez em Maio de 2001, uma sexta-feira, duas semanas após a morte do autor (11 de Maio) e desde então é observada anualmente. Durante as comemorações, fãs carregam consigo uma toalha durante todo o dia, em uma referência a O Guia do Mochileiro das Galáxias.

 

 

Sou eternamente grato a esse cara chamado Douglas Adams. Porque ele não me disse a fórmula da felicidade, mas me ensinou como achar graça dos meus problemas e tirar sarro da vida, o universo e tudo mais.

 

- Escrito pelas 01h08, .

"grande cara esse Goethe"

Uma das coisas que eu aprecio muito é o humor inteligente, daquele que faz você rir sem apelar para nenhum tipo de baixaria nem ferir seus neurônios com babaquices.  Bem. Eu nunca vi um filme do Woody Allen. Só sei que ele é um cara importante, conceituado, ou seja, ele é bom. Na verdade, eu já vi um filme do Woody Allen; não inteiro, um pedaço. Tava vendo com a galera e não lembro porque motivos a gente parou de assistir (acho que tem a ver com jogar War). Mas, eu até que tava gostando  Mas não tente me perguntar o nome do filme.

 

 

 

Eu li um livro do Woody Allen. Chama-se Cuca Fundida.  É um livrinho simples, de 149 páginas, divididas em 17 contos, ou crônicas. E é totalmente cômico. Daquela leitura  agradável, que você pega no domingo a noite e a devora em poucas horas, em meio a risadas e mais risadas. Isso é claro, com muita inteligência. Esse Woody Allen é um cara que entende das coisas. Achei muito divertido como ele fala dos filósofos (filosofia é tema de três crônicas) e faz gozação com eles, mas ao mesmo tempo mostra-se um entendido do assunto. E, devido a sua carreira de “cara-que-faz-filmes” ele escreve muito bem.

 

 

 

E ele toca clarineta numa banda de dixieland. Sabe o que é isso? Nem eu. Mas não deve ser algo tão divertido. Talvez o único motivo que isso ainda existe seja porque Woody Allen tem uma banda de dixieland.

 

 

Agora quero ver filmes do Woody Allen.

- Escrito pelas 01h41, .

 O principal objetivo da Geração Beat, grupo de jovens intelectuais americanos que, em meados dos anos 50, cansados da monotonia da vida ordenada e da idolatria à vida suburbana na América do pós-guerra, resolveram, regados a jazz, drogas, sexo livre e pé-na-estrada, fazer sua própria revolução cultural através da literatura. A literatura dos Beats é sobre o laço de amizade entre homens, sobre a afetuosidade entre eles, sobre a tristeza da descoberta de que o amor e a paixão fenecem. Todo o resto – o zelo pela religião oriental, o flerte com o Existencialismo, a fascinação pelos sonhos, o radicalismo político, a paixão pelas drogas, a liberdade sexual – era meramente decoração de uma complexa rede de relacionamentos pessoais.

 

Interessante né? Eu quando li isso, bastante tempo atrás, também fiquei logo interessado. E fui pesquisando na net, buscando e encontrando e lendo tudo o que eu podia sobre essa turma de escritores de extrema importância e influência para a contracultura, para a geração dos hippies e tal. O Jim Morrison pirava muito no Ginsberg.

 

Mas a questão era: onde encontrar tais livros?

 

 

Na internet tem, claro. A LP&M lançou diversos, a preços acessíveis, porém, com frete, e outros gastos a gente acaba que deixando de lado essas vontades para dar prioridade a coisas  mais urgentes.

 

Então, chega um dia que você vai na Casa da Cultura devolver um livro, a decide antes não pegar outro (para dar mais atenção às leituras da faculdade). Mas, chegando lá, a tentação faz você passear por aquelas estantes, e, num lance de olhar, você vê ali, On The Road – Pé Na Estrada, do Jack Kerouac, um dos livros mais importantes da geração beat. Ai, foda-se a faculdade; quero ler isso aqui e pronto!

 

O livro:

 

Que adjetivos eu posso dar ao livro? Tesão? Foda? Animal? Não são bons termos, mas condizem com a leitura. Maravilhoso? Também não. Vamos resumir assim: é um livro essencial, como esses dias eu vi num filme um dos personagens dizendo que existem 150 livros que a gente precisa ler para saber das coisas (ele disse só uns três, e não precisam agora ser mencionados). Mas On The Road estaria ali, com certeza. “Um romance de sexo, jazz e liberdade”, como diz a capa do livro. Onde toda uma galera, descontente, pois recebeu o mundo pronto e não gostou nada dele, resolve então cair na estrada, e sacar o que rola por ai, do jeito que for. Um romance que mostra a amizade, o companheirismo e as lições que a gente precisa para sermos pessoas um pouco melhores. Ou então,  a leitura do livro nos dá a vontade de pôr uma mochila nas costas e sair por ai, caroneando sem destino, com uma infinidade de caminhos a seguir onde o único objetivo é a liberdade.

 

É isso ai galera. Chega por hoje.

 

 

- Escrito pelas 19h42, .

Eu preparei um texto sobre músicas que ficaram famosas por outras bandas que não foram as que escreveram, mas deletei tudo e nem porque eu to falando isso aqui.

 

 

Mas eu vou contar uma pequena história para vocês:

 

Ano passado o Brasil teve a oportunidade de assistir uma das grandes bandas dos anos 90, chamada Pearl Jam. Essa banda tem grandes músicas, muito boas mesmo, mas, porcausa de umas tretas com a imprensa norte-americana eles ficaram um pouco no ostracismo da mídia de lá, logo, do resto do mundo. Então, depois de 93 você via muito pouco sobre eles em veículos de comunicação musical que fazem a cabeça da garotada (coisas como MTV).  Apenas com Do The Evolution houve uma grande promoção da banda na mídia (mas eles nem sequer aparecem nesse vídeo)

 

Tive a oportunidade de conversar com duas pessoas perto da data dessa turnê no Brasil,  mas não com as duas juntas. Mas, foi incrível como o que elas falaram me soou tão parecido e como deve ter tanta gente que pensou igual a elas. Foi mais ou menos assim:

 

“Ai! Eu gosto de Pearl Jam! Gostaria de ir no show deles! Adoro Last Kiss e aquela...como é nome mesmo? Soldier Of Love!”

 

Pois saibam vocês, que Soldier Of Love não é do Pearl Jam.  Eu já imaginava que era cover, mas não sabia exatamente de quem era a música. Dias desses eu tava na net, procurando letras de uma banda que eu gosto e...lá estava ela! Sim! Soldier of Love! Aí eu pensei: “não pode ser!”

Hoje eu baixei a música. É mesmo. A gravação é de muito tempo atrás, logo, bem anterior ao Pearl Jam...ok. pode não ser deles; afinal eu baixei um disco dessa banda, e no mesmo existem inúmeras outras covers. Mas, se for deles mesmo, eu devia já saber. Uma música tão bacana tem que ser de uma banda bacana (o Pearl Jam também é bacana)

 

 

A banda se chama The Beatles.

- Escrito pelas 00h18, .

Preciso urgentemente de indicações para bons cursos ou aulas de redação. Alguem pode me ajudar?

- Escrito pelas 22h55, .

Primeiramente, quero agradecer aos 97 scraps desejando feliz aniversário que recebi. Agradecer as pessoas que me ligaram, que mandaram mensagens no celular, emails ou que, nessa era doida da informática e tecnologia conseguiram a difícil proeza de me desejar felicidades pessoalmente, com aquele velho abraço e tudo mais.

Acho que uma das coisas mais legais desse aniversário foi ver que as pessoas me desejam o bem. E vocês não fazem idéia de como isso me deixa aliviado!

 

Bom. Eu tava achando que esse era o pior aniversário de todos os meus 19. Mentira. Ano passado meu pai teve infarto dois dias antes, e isso foi o pior.E é claro que eu gostaria de fazer uma festa, mas não estou em condições de dar de comer e beber para todas as pessoas que eu gostaria de convidar. Tem muita gente ai que eu considero um monte, e se um delas ficasse fora da lista, já seria uma enorme injustiça. Além disso, eu não ando muito contente com essa história de aniversário. Esse é um tempo em que a gente costuma relembrar coisas de tempos atrás e isso me deixa pior ainda...

 

Espero estar com ânimo melhor no ano que vem.

 

Mas pensando bem, eu não vejo motivos para comemorar a passagem de mais um ano em nossas vidas. Quando criança, a gente quer ficar velho logo. Mas logo a gente vê que é melhor querer parar no tempo. E eu já queria ter parado ha muito tempo. E não consigo. É bem a idéia da musica que eu postei aqui no dia: A sensação é de que eu não aproveitei bem esses anos que passaram e que eram os melhores anos para se aproveitar. Vocês ainda podem argumentar que eu estou fazendo apenas 19 anos e que tenho muito pela frente. Mas acontece que agora começam a aparecer todas as responsabilidades de se ficar velho. Pensar em trabalho, estágios, futuro... Isso pesa na minha cabeça. Se eu pudesse, eu ficaria toda a eternidade jogando futebol de botão, brincando de forte apache, jogando super Nintendo e ficando agarrado na barra da saia da mãe. Mas tudo isso acaba. E aniversário me faz pensar nisso...

 

Vejo que a vida me leva e trás amigos. Mas as responsabilidades não deixam eu aproveitar bem essas amizades. Tanto dos velhos amigos, que agora estão todos em outras cidades, quanto os novos, que trabalham, estudam,e tem seus próprios problemas para resolver.

 

 

É. Tem uma lista enorme de motivos para não gostar de aniversário. Mas vou ficar por aqui. Para não dizer que eu não gosto de nada em aniversários, eu digo para vocês que eu aprecio presentes, e felicitações pelo meu dia. Como a maioria das pessoas já me deu parabéns, agora vocês podem pensar na outra coisa né?

 

 

- Escrito pelas 23h16, .

meu aniversário...

vamos fazer o seguinte: to elaborando uma programação especial de aniversário, porque quero fazer algumas observações a respeito do meu aniversário, e toda essa coisa que está sempre envvolvida nessa data...

agora quero deixar aqui a tradução de uma música que esta entre as minha preferidas, no meu disco preferido e que tem tudo a ver com o momento..com vocês, Time, do Pink Floyd:

Tempo

As horas passam marcando os momentos
Que se vão, que formam um dia monótono
Você desperdiça e perde as horas
De uma maneira descontrolada
Perambulando num pedaço de terra
Na sua cidade natal
Esperando alguém ou algo
Que venha mostrar-lhe o caminho

Cansado de deitar-se na luz do sol
De ficar em casa observando a chuva
Você é jovem e a vida é longa
Há tempo de viver o hoje
E depois, um dia você descobrirá
Que dez anos ficaram para trás
Ninguém te disse quando correr
Você perdeu o tiro de partida

E você corre e corre para alcançar o sol
Mas ele está indo embora no horizonte
E girando ao redor da Terra para se levantar
Atrás de você outra vez
O sol permanece, relativamente, o mesmo
Mas você está mais velho
Com o fôlego mais curto
E a cada dia mais próximo da morte

Cada ano está ficando mais curto
Nunca você parece ter tempo.
Planos que tampouco deram em nada
Ou em meia página de linhas rabiscadas
Insistindo num desespero quieto
É a maneira inglesa
O tempo se foi, a canção terminou
Pensei que tivesse algo mais a dizer

 

- Escrito pelas 22h52, .

A história do Black/Death Metal por José Such.

Tudo começa com a perseguição religiosa, que levou um grupo de puritanos a fugir da Inglaterra para o “novo mundo”, recém descoberto. Lá eles fundam o que viria ser as 13 colônias do norte, e depois Estados Unidos da América.

Logo, esses colônias foram evoluindo, a ponto de precisar de pessoas para fazer o serviço pesado. Quem seriam eles? Segundo o pensamento da época, os negros não eram gente, eram bichos. Assim, os colonos foram lá arrancar os negros de sua terra natal para serem escravos na colônia.

Esses negros eram gente sim, e tinham uma cultura. Como aconteceu aqui no Brasil, lá foi igual. Eles pegaram elementos da cultura do colonizador e mesclaram com as suas para poderem praticar elas melhor. Ao passar dos anos, nos guetos americanos, onde ex-escravos viviam, marginalizados pelo sistema, surgiram dois estilos musicais: Jazz e Blues, que é a musica dos negros, agora com violões e gaitas de boca.

Com o passar do tempo, o Blues foi tomando novas características e surgiu o rock’n roll. Um dos grandes nomes desse estilo foi um cara chamado Chuck Berry, o verdadeiro rei do rock. Mas a mídia da época não podia vender um negro como ídolo, então, surgiu outro garoto chamado Elvis Presley, que virou ao lado do Mickey Mouse um símbolo da propaganda americana (vide “o garoto que deixou o sucesso para se alistar no exército).

O som de Elvis, e mais outros nomes da época, fizeram o caminho inverso dos colonos que fugiram da perseguição e foram parar nas terras da Rainha, a ponto de fazerem a cabeça de quatro rapazes: John, Paul, George e Ringo. E eles lançaram alguns discos que venderam muito, fizeram muito sucesso. O nome da banda deles foi juntado ao termo “mania” para batizar essa revolução musical que estava acontecendo.

Esses quatro garotos eram verdadeiros gênios. Uma evolução na carreira deles que vinha acontecendo desde um disco chamado “Rubber Soul” culminou num disco chamado Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band. Esse disco pode ser considerado como o mais revolucionário e influente de todos os tempos porque abriu novos horizontes musicais para a produção do rock. Agora, as letras não falavam apenas de carros, garotas e curtição. Agora podia-se falar de literatura, filosofia, drogas e muitas outras coisas. E foi o guitarrista/vocalista dessa banda que foi o autor de uma frase muito polêmica na época: “Nós somos mais famosos que Jesus Cristo”. Foi a primeira blasfêmia do rock.

Junto com os Beatles, existia uma banda chamada Rolling Stones. Eles faziam um som semelhante ao dos Beatles, mas sempre puxando ainda mais para o Blues, o que é a prova de que o Blues ainda estava por ali.

Os Beatles acabaram, e o ano de 1968 foi um grande marco na história mundial como o começo de um movimento chamado Contracultura. Um dos grades símbolos da contracultura foi o festival de Woodstock, onde os grandes nomes da época tocaram. Uma dessas bandas era chama de de The Who. Essa banda muito boa tinha um grande guitarrista chamado Pete Townshend que, pegou esse rock’n roll, colocou peso (ai aparecem pela primeira vez em evidência os Power Chords) na musica, e mais pra frente eu falo disso...

A Influência do Sgt Pepper’s ainda continuava na época, e o pessoal vinha buscando novas maneiras de se expressar e novas idéias para compor em cima do rock’n roll. È dessa época o Pink Floyd e outras grandes bandas, como o Doors.

Lembra da frase do John Lennon? Agora junte isso a musicas como Simpathy For The Devil. Agora, pense em toda a carreira do Doors, com Jim Morrison chocando a sociedade conservadora e moralista a cada show, mostrado seu pênis ou cantando coisas como “Eu sou o Rei Lagarto”, ou “Mãe, eu quero te f****”. Pense agora no The Who, com o peso que eles colocaram na sua música, e uma das grandes bandas da história que teve como grande influência o próprio The Who, chamada Led Zeppelin. Isso fez um cara chamado Tony Iommi criar a sua própria banda, que ficou conhecida como Black Sabbath, e que tinha grandes nomes como Bill Ward, Geezer Butler e o “rei das trevas” Ozzy Ousborne.

O Black Sabbath, junto com o já citado Led Zeppelin e o Deep Purple, podem ser considerados como as bandas que deram o início do que a gente chama de Heavy Metal. As musicas do Black Sabbath, aliadas aos seus shows (tanto na performance quanto na cenografia) eram considerados verdadeiras heresias para os cristãos.

(continua)

 

- Escrito pelas 11h58, .

Lembra do Pink Floyd? Pois é. Essa banda fazia parte de uma cena chamada de Rock Progressivo, que teve como marco inicial o próprio Sgt Pepper’s e o disco do Floyd chamado The Piper At Gates Of Dawn. Outras bandas desse cenário eram o Yes, o Gênesis, o Jethro Tull, Emerson, Lake & Palmer e outras. Essas bandas contribuíram muito para o rock: as temáticas, os shows, os discos (os discos conceituais, por exemplo). Outra contribuição desse cenário foi o que a gente chama de virtuosismo. Os caras tocavam muito e queriam mostrar. E dá-lhe musicas de 20 minutos, com solos e viagens...

Mas em oposição a isso surgiu na Inglaterra um movimento chamado Punk Rock. Esses não sabiam tocar direito, mas isso não quer dizer que o som é ruim. Vale destacar aqui a banda Sex Pistols. O vocalista Johnny Rotten bradava pelo Reino Unido impropérios anarquistas...ele também, em uma das musicas, se intitulava O Anticristo.

Bem. No fim dos anos 70, teve umas bandas que resolveram pegar aquele som pesado do Black Sabbath e juntar com o progressivo. Surgia a New Wave Of British Heavy Metal, ou, “Nova Onda do Heavy Metal Britânico. Que bandas estavam ali? Iron Maiden, Deff Leppard e Saxon, para citar só algumas. Ai as temáticas que falavam de satanismo, bruxaria, ciências ocultas, uniram-se à mitologias, Tolkien, e mais literatura (lembra do Sgt Pepper’s?)

E o tempo foi passando e esse texto ficando extenso demais. Ai a gente vê, que esse Heavy Metal começou a estender seus braços, e o grande fator que ocasionava isso era aquela coisa que o Sgt Pepper’s iniciou: buscar novos horizontes para o rock.

Algumas bandas foram buscar na musica clássica. Metal Melódico, o Gótico com suas cantoras líricas e outros; e me perdoem se eu estiver enganado, mas o Trash Metal foi o que iniciou os vocais guturais. Depois surgiria o Grind, o Death Metal e o Black Metal.

O Black Metal é uma coisa muito divertida. É um som violento, brutal, com temáticas de mitologia nórdica e o já citado satanismo, com vocais que parecem vômitos, e em algumas bandas existe algo até de sinfônico no som.

Essas bandas de Black Metal atacam também a Igreja e a Religião. A mesma que expulsou os puritanos para a América, que foram buscar os negros para serem escravos, que inventaram o blues....

 

 

 

 

 

Obs-Faltou muitas bandas, muitos movimentos e muitos acontecimentos para serem citados aqui. Foram poucos no texto, comparados com o quanto de história temos em pouco mais de 50 anos de rock. Quem não concordar comigo pode dizer que: não interessa se os Beatles fizeram isso, ou aconteceu aquilo...na “Ciência” História existe uma regra: Não existe o “se”. Aconteceu assim e pronto. Não se vai voltar no tempo para mudar os acontecimentos e ver o que aconteceria. O que é, é, é fato até que se prove o contrário, com argumentos e fontes, claro. E sem o “se”.

 

- Escrito pelas 11h56, .

Há um ano, numa galáxia distante, eu estava numa fase não muito feliz da minha vida. Andava meio insatisfeito com a faculdade, com a vida, o universo, e tudo mais. Foi então que eu resolvi criar um blog, crente que, em dois meses ele estaria no fim, porque eu achava (e ainda não mudei de idéia) que eu não levo jeito pra coisa. Naquele momento, todas as minhas frustrações adolescentes começavam a ser difundidas para todo e qualquer ser, que, se acaso estivesse realmente sem o que fazer na internet, viesse parar aqui, no canto mais brega da rede mundial de computadores. Entre todos os reclames da minha vida, eu achava tempo para falar sobre algum livro, algum disco, algum filme, ou qualquer outra coisa que eu achasse interessante e quisesse que mais pessoas conhecessem. Não sei se fiz alguém ler, ouvir ou assistir qualquer coisa que eu tenha citado aqui, mas o fato é que eu me diverti fazendo isso.

Acho que criei algumas polêmicas. Desde algumas indiretas que eu fiz, passando por alguns comentários que não agradaram (leia-se serviu a carapuça) algumas pessoas, ou até aquele episódio bacana, daquele distinto ser que veio aqui e me ameaçou, disse que ia me bater, me quebrar, me esfolar e tudo mais, e que até agora não apareceu. Teve muita coisa aqui também que eu publiquei, e depois achei melhor deletar; essas coisas sim me trariam sérios problemas...

O mais legal para mim é, ir ali nos arquivos, visitar postagens antigas, e perceber, deixando a modéstia de lado, como minha redação foi evoluindo ao longo do tempo. Coisas que eu achava que tinha mandado bem hoje me parecem tão sem sentido, tão idiotas...

As vezes eu fico com vontade de fechar isso aqui. Eu ando revendo meus conceitos medíocres sobre a vida, e percebendo que ta tudo errado, em todos os sentidos. Isso se reflete aqui. Queria procurar um novo sentido pra coisa, sei lá, fazer tudo diferente. Acho que tenho muito a aprender nessa minha vida de babaca dono de blog. Mas, enquanto a revelação final não chega, vou continuando com todas as minhas besteiras, porque, eu acho legal quando vejo nos comentários que tem muita gente que faz dessa descida de nível que é visitar meu blog um hábito em suas vidas, ou então quando, alguém que você nunca esperaria que entrasse aqui deixava ali um comentário, ou ainda, quando você ta na rua, numa festa, ou em outro lugar e chega alguém comentando sobre alguma asneira que eu tenha falado aqui e...sei lá...acho tudo isso uma coisa muito legal, e fico bem feliz e faceiro.

 

Acho que é isso. A todos que sempre passam por aqui, um grande abraço e obrigado pelas visitas Aos que a partir de agora vão começar a visitar aqui outro abraço. E para todos, uma dica: procurem uma terapia logo...isso não faz muito bem. Ou leiam um livro, saiam caminhar, pintem um quadro, ou pratiquem um esporte. Só saiam do computador, porque vocês, para terem chegado aqui, devem estar muito viciados em internet, para gastar tempo com qualquer besteira.

 

É...um ano de blog. Pretendo incomodar por mais alguns...

 

 

Boa viagem para todos!

- Escrito pelas 15h27, .

A vida acaba aos 19. Essa foi a conclusão do papo filosófico de hoje, que teve como participantes Caik, Cadu e eu. Mas, eu vou esperar até terça feira para escrever algo bem deprimente para mostrar o quão deprimente é para mim fazer uma merda de aniversário...é alguma coisa tipo, a letra da música Time, do Pink Floyd...é desse jeito que eu me sinto..ou um pouco pior...

 

Depois da meia noite é aniversário do blog. Sim. Esse blog está de aniversário. 1 ano, 365 dias, e muita baboseira de história...amanhã eu falo disso...

 

 

- Escrito pelas 19h53, .

- Ver os textos que já foram pros arquivos.