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"Como vou querer que as pessoas entendam o que passa pela minha cabeça se nem mesmo eu entendo?"
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vocês que são fãs do U2, fiquem com inveja.

- Escrito pelas 09h38, .

it's only rock'n roll, but I LOVE it!

Uma semana antes do Carnaval (leia-se Festival Nacional da Putaria e da Vulgaridade), o Brasil foi presenteado com três ótimas bandas, sendo uma delas que figura entre as melhores de todos os tempos, uma que foi uma das melhores dos anos 80 e 90, e uma que é a nova e surpreendente revelação mundial. Rolling Stones, U2, e Franz Ferdinand.

 

Who The Fuck Is Mick Jagger?

 

Como deu para perceber nos últimos posts, era um show que eu esperei desde a confirmação do mesmo, no ano passado.  Por milhares de motivos eu não pude ir. O pior de tudo é que eu achava que essa seria a última vez.

O show só não foi perfeito porque um show perfeito dessa banda seria impossível, ou na melhor das hipóteses os caras teriam que tocar por umas 6 horas, para tocar as (milhares de) musicas boas de sua carreira. Do começo, com Jumpin Jack Flash, ao fim, com Satisfaction, passando por Brown Sugar, Simpathy For The Devil, Honky Tonk Woman, It’s Only Rock’n Roll e todas as outras, a apresentação foi perfeita. As musicas novas mostram que os caras ainda dominam a arte de compor musicas fodas.

E a vitalidade dos caras? Todos passaram dos 60 anos, e depois das (muitas) drogas que os acompanharam na história, os caras estão com mais vitalidade e energia que muito piá de 18 anos (leia-se eu) por ai. Mick Jagger cantando, e não berrando, as musicas, Keith Richards cantando bem também ( eu sempre achei o vocal dele muito foda. Ouçam Can’t Be Seen e comprovem), Ronnie Wood engraçadão e maluco com sempre e Charlie Watts, como que contrapondo o peso no outro lado da gangorra, serio e de cara fechada, como um bom batera de Jazz.

Foi uma verdadeira aula de rock’n roll. Todos os mais de 40 anos de carreira (a banda com mais tempo em atividade no mundo) confere a eles a autoridade para isso. Podem ver. Depois deles e da invasão britânica, veio o Progressivo, o Punk, o Heavy Metal, o Pós Punk, o Grunge, e todas as outras “novas ondas” do rock, e da mesma maneira que se ergueram, afundaram na lama do tempo, e os velhos Stones estão ai, esbanjando vitalidade, carisma e acima de tudo: Dá para ver que os caras gostam de tocar. Estão ganhando grana pra caralho, mas eles tão fazendo isso por amor à musica.

Depois de Satisfaction, me veio uma sensação estranha. Algo me diz que não é essa a despedida da corte Stoniana em terras tupiniquins. Acho que tem mais ainda. E na próxima, estaremos lá. Eu juro.

 

 

 

 

# Rolling Stones, Like A Rollig Stone (Bob Dylan).

- Escrito pelas 00h35, .

more than words

- Escrito pelas 15h28, .

as pedras vão rolar.

Paul McCartney, Roger Waters, Rush, Iron Maiden, Ian Anderson em Curitiba e Pearl Jam. O que tudo essa galera tem em comum? Muitas coisas podem ser citadas, mas para mim uma é terrivelmente especial. Todas esses caras, ou as bandas, tocaram no Brasil, e são algumas das minhas preferidas, e eu não fui no show. O motivo é quase sempre o mesmo. Dinheiro. Alguns pode ter sido por bobeira, como o Pearl Jam, que não estava tããão caro. Ian Anderson (líder do Jethro Tull) tocou em Curitiba, mas o ingresso custava impagáveis 150 reais. A falta de dinheiro tem me prejudicado demais. Ingressos, viagens para São Paulo, Rio de Janeiro, hotel...tudo isso pesa demais no bolso.

O Macca não vem mais, nem Roger Waters. Os caras do Rush demoraram 30 anos para descobrirem (e ficarem extremamente surpresos) que tem fãs no Brasil. Mas, sinceramente, não creio numa volta deles. O Pearl Jam ainda pode ser, e o mais provável seja o Iron Maiden, mas, baseado nos últimos set-lists apresentados aqui no Brasil, eu já nem gostaria tanto de ir. Mas acho que agora, hoje, vem o pior de tudo. Rolling Stones aqui no Brasil.

É a última vez. Os caras estão com mais de 60 anos. As drogas deixaram Keith Richards num bagaço. Charlie Watts tem tido problemas locomotores (alias, nunca vai ouvi falar sobre os problemas dele, ele pode até ter melhorado). Os únicos que ainda tem relação com o Brasil são Mick Jagger (vem ver o seu filho com aquela vadia) e o Ronnie Wood (que tem muitos amigos por aqui, e ta sempre passando por ai).

Mas o caso é que, depois de mais de 40 anos de carreira, os caras estão parando. Merecidamente. A importância dos caras é enorme, e a sua contribuição para o rock é enorme. Mas eles não são os Highlanders do Rock. Logo logo essa gente começa a morrer. E, sabendo das limitações de um país de terceiro mundo para sediar eventos desse porte, podemos acreditar que sim, os Rolling Stones se despedem hoje do Brasil.

Quando soube que o show ia ser de graça, ano passado ainda, fui burro de acreditar que eu teria chance de ir ver os velhinhos. Agora, um pouco menos de cinco horas faltando para o show, eu estou a milhares e milhares de quilômetros. Talvez eu deveria ter me esforçado. Se, depois que eu entrei em férias, eu tivesse arrumado um emprego. Dezembro, e Janeiro já dariam-me condições de pegar um busão e ir pro Rio, tocando o foda-se. Faltou iniciativa. Faltou senso de calcular o quanto seria importante para mim. Como pode a simples presença de uma banda que eu gosto para caralho e a impossibilidade de eu assistir ao vivo o show deles me deixarem deprimido do jeito que eu estou? Só o rock’n roll explica. Agora estou aqui, ouvindo os discos de vinil, os cd’s, e esperando a transmissão.

O pior de tudo, é pensar em quantas pessoas vão nesse show, conhecendo apenas duas, três musicas. Ou quem sabe até nenhuma! “O que a gente vai fazer nesse fim de semana?”, “ah! Vai ter um show duns gringos lá na praia. A globo vai transmitir, e vai ter muita gente famosa”, ou “nossa! Quantas carteiras vou poder roubar lá!”. Eu só espero, que, essas pessoas, tenham hoje uma maravilhosa lição de o que é um rock’n roll de verdade, com uns caras que realmente entendem do esquema.

Outra coisa chata, vai ser o pessoal, que nos últimos dias começou a gostar de Stones, porque vai tocar no Brasil, vai ser a sensação do momento e tals. Amanhã, vai ter gente saindo nas ruas dizendo que é fã dos Stones, e que está “de cara” por não ter conseguido ir, quando na verdade nem queriam. E na segunda-feira, até mesmo em União da Vitória vai ser capaz de se encontrar uma camiseta com aquela boca com a língua para fora (eu sempre quis ter uma dessas, e não achei). Você vai perguntar para esses caras o que eles sabem de Stones e eles vão dizer “Satisfaction, e Start Me Up são as minhas preferidas”. Balela. São as únicas que eles conhecem. Mas tudo bem. Eles não vão estar sozinhos. Vai ter também os fãs yuppies do U2 para competir.

Mas, é isso ai. Espero que vocês fiquem em casa e não percam o show. Vai ter algum global apresentando e se metendo no meio das musicas para falar algum asneira. As câmeras da globo irão mostrar o elenco da novela das oito cantando as duas musicas que eles decoraram para o show, e o Junior (da Sandy) ou o Felipe Dylon falando sobre a influência do Keith Richards na vida deles. Mas vai dar para se divertir, curtir, e chorar por não ter ido. E vocês, babacas que vão no show e nem conhecem os Stones direito, só desejo uma coisa: que assaltem vocês e levem tudo. LONG LIVE ROCK’N ROLL!

 

 

 

Obs- Não citei no texto o show do Deep Purple. E nem vou explicar.

- Escrito pelas 18h12, .

"Não seria legal?"

Terça feira sem nada para falar, e, o assunto que eu tinha em mente já saiu em outro blog. Então vou postar outra musica muito bacana, dos Beach Boys. Essa musica saiu no saudoso disco “Pet Sounds”, e já foi trilha de diversos filmes, entre eles o “Como se fosse a primeira vez”, com o Adam Sandler e a Drew Barrymore. A musica é “Wouldn’t Be Nice”:

 

 

NÃO SERIA LEGAL?

Não seria legal se nós fossemos mais velhos
Então nós não teríamos que esperar tanto
E não seria legal se vivessemos juntos
Em algum tipo de mundo em que sobreviveríamos

Voce sabe que vai ser muito melhor
O lugar em que poderemos dizer "boa noite" e ficar juntos

Não seria legal se pudéssemos acordar
Na manhã de um dia novinho em folha
E depois de termos passado o dia juntos
Ficarmos perto e atravessarmos a noite inteira

Tempos felizes tempos passado juntos
Eu queria que todo beijo nunca tivesse terminado
Não seria legal

Talvez se desejarmos, esperarmos e rezarmos
Isso se torne realidade
Então baby não teria nada que não conseguiríamos fazer
Nós poderíamos casar
E então seríamos felizes
Não seria legal

Voce sabe que quanto mais conversamos
Pior fica viver longe de voce
Mas vamos conversar
Não seria legal?

- Escrito pelas 22h19, .

Definir o que é um clássico é algo complicado. Afinal, o que são clássicos? Um livro, um disco, um filme, ou outro objeto se torna “clássico” como? Porque, em algum momento, um individuo que seja influente, ou um grupo cheio de indivíduos, resolveu tornar algo novo em “clássico”. E assim caminha a humanidade.

Muitas coisas que são tratadas por clássicas são desprezíveis, e não merecem nem 1% de toda essa fama e glória. Mas, agora não é esse o caso. O assunto de hoje é um clássico que merece ser assim tratado. Vamos falar de literatura. Vamos falar de Oscar Wilde. Vamos falar em O retrato de Dorian Gray.

Esse sem duvida merece estar na lista dos grandes clássicos da literatura, do gênero fantástico, quem tem outros grandes exemplos, como Dr. Jekkyl, Mr Hyde, e todos os outros que foram retratados na Liga Extraordinária (sim, até Tom Sawyer). A genialidade do Wilde é totalmente explícita na obra.

Wilde nesse livro, que conta a história do Dorian Gray, que tem um quadro que envelhece no seu lugar, assim permanecendo jovem, aproveita para fazer duras críticas ao modo de vida da sociedade inglesa em sua época.

Um livro que em sua época causou muita polêmica, e até hoje, os ignorantes letrados (aqueles que dizem que lêem, mas só lêem porcaria ou modismos) cheios de preconceitos podem julgar nessa obra um tom homossexual na história, pontuado ainda pela história da vida do próprio Oscar Wilde, que viu a sua vida arruinada após uma acusação pública de sua opção, feitas por um nobre inglês, e por ai vai. Para quem não tem preconceitos é uma leitura por demais agradável. Nem é essa a questão, porque eu não notei nenhum traço homossexual na história, apenas alguns vestígios, talvez os mesmos que levaram algumas pessoas pensaram que o Senhor dos Anéis era gay, em virtude da amizade de Frodo e Samwise. Eu acho ridículo. Mas, isso é Brasil né? Uma terra onde até os “intelectuais” são na verdade cheio de preconceitos, o que não deixa de ser uma forma de ser ignorante. Eu recomendo a todos esse livro, e posso até emprestar para quem quiser. Vocês encontrarão um grande livro, que merece com todo respeito o status de clássico que ele possui.

 

 

 

 

Obs- Apenas uma curiosidade. Oscar Wilde hoje se encontra sepultado no cemitério parisiense Pérre Lachaise, onde no mesmo se encontram personalidades como Jim Morrison (vocalista dos Doors), Allan Kardec (um dos túmulos mais cuidados e mais cheio de flores),Honoré de Balzac, Sarah Bernhardt, Edith Piaf, Oscar Wilde, Heloisa e Abelardo, Marcel Proust, Molière, e Chopin,

 

 

O que acharam da fonte maior? Fica melhor? Opiniões são bem vindas....

 

 

# The Libertines, Can’t Stand Me Now.

 

- Escrito pelas 15h13, .

Da série "programas de tv que você deveria assistir".

Domingo. Dia do Faustão, do Gugu e do superexposto, logo, "o que já perdeu a graça", Pânico na TV. Você sai na rua e vê um bando de patricinhas vagabundas e playboys no Suku's, ou os "corno-emo-crianças-cores" na canaleta. Você vai num cinema com uma pelegada que não aprendeu que cinema não é lugar de falar, muito menos de gritar. Você se pergunta, "o que farei para ter uma boa diversão em um dia patético como o domingo?"

Você fica em casa, e assiste o Ensaio. Pelo nome, vocês percebem que se trata de um programa musical. Pelo programa, todos os figurões, e ícones da mpb já passaram. É um programa onde eles tocam suas músicas e conversam com o diretor do programa, que faz perguntas in off, então você nunca escuta o que ele tá perguntando. É uma proposta muito bacana mesmo.

Então, aproveite que hoje é domingo, e fique em casa, e assita ao Ensaio. A atração de hoje? A banda Los Hermanos. É reprise de um programa que já passou. Eu vi só uns trechos na outra oportunidade, porque a merda da tv millenium, com aqueles analfabetos que se acham apresentadores, cortaram o sinal da cultura para passar um programa cretino de entrevistas.

Vai valer a pena. Assistam.

 

 

#Pink Floyd, Us And Them.

- Escrito pelas 12h33, .

Notícias Floydianas

O legendário guitarrista David Gilmour (ex-PINK FLOYD) se prepara para lançar "On An Island" (capa ao lado), seu novo álbum de estúdio, o primeiro desde "About Face" de 1984.

O disco que tem data de lançamento prevista para o dia 06 de Março foi produzido por Phil Manzanera (Roxy Music), Chris Thomas, e o próprio Gilmour. Como convidados especiais, aparecem David Crosby, Graham Nash, Robert Wyatt, Guy Pratt, Andy Newmark, Jools Holland, e Rick Wright.

Todas as dez faixas foram compostas por David Gilmour com letras escritas por Polly Samson. Confira o track list completo:

1. Castellorizon
2. On An Island
3. The Blue
4. Take A Breath
5. Red Sky At Night
6. This Heaven
7. Then I Close My Eyes
8. Smile
9. A Pocketful Of Stones
10. Where We Start

 

 

Foi confirmada pela organização do Rock In Rio-Lisboa a presença de Roger Waters, que encerrará a noite do Palco Mundo no dia 2 de junho, mesma data em que se apresentarão Carlos Santana, o português Rui Veloso e os brasileiros do Jota Quest, que pediram para tocar neste dia após tomarem conhecimento dos outros artistas que estarão presentes.

O evento será realizado nos dias 26/27 de maio e de 2 a 4 de junho.

 

Notícias originalmente publicadas no site Whiplash.

 

 

 

#Pink Floyd - Sorrow

 

- Escrito pelas 14h09, .

Sobre a razão do meu sumiço e outras histórias.

Não sei se alguém notou, mas, ultimamente esse blog tava esquecido. Será que alguém perguntou alguma coisa do tipo “será que ele acabou com o blog de novo?”, ou “será que ele ta viajando”, ou ainda pensou “hihihihihi, se fodeu!ficou sem internet!”? Nada disso.

Eu andei ausente por alguns dias, e justamente nesses dias aumentou ainda mais a minha carga horária na frente do computador, tanto que eu acabei deixando outras coisas de lado, como dar umas voltas, ler, nadar, ou dormir, para me dedicar a ficar perdendo tempo na internet. E justamente num momento como esse, eu passei a olhar todo dia o blog e chegar a conclusão de que eu não estava com vontade de escrever. É isso. Eu não atualizei porque eu não tava com vontade, capiche? E eu escrevo quando eu bem entender, então foda-se.

A propósito...dias atrás eu atualizei sim, e post ficou apenas algumas horas até ser apagado. Quem leu, leu; quem não leu perdeu. Tinha feito algo raivoso a agressivo com algumas pessoas e resolvi tirar para não causar uma terceira guerra mundial.

Bem. Agora que ta esclarecido a falta de atualização, eu me auto-declaro na ativa de novo. Agora, todo dia, ou no máximo, de dois em dois.

Obrigado.

 

 

 

 

# Pink Floyd. The Fletchet Memorial Home.

- Escrito pelas 13h02, .

Ultilidade Pública

Curso de Extensão História do Cinema: Da primeira sessão dos irmãos Lumière em 1895 aos filmes “Blockbusters” de hoje
Ministrado por Adriane Hagedorn.

O custo do curso será de R$ 20,00. Interessados deverão se inscrever no telefone 3522-6192, e aguardar o retorno da Uniguaçu com a confirmação da data e horário.
Serão 5 aulas, aos sábados a tarde, com início previsto para março.

PROGRAMA

Aula 1:
- 1895: Irmãos Lumière, a primeira sessão de cinema e sua repercussão.
- 1910: Cinema Mudo (corrente americana). Trechos de Charles Chaplin.
- 1920: Expressionismo Alemão (corrente européia). Trechos de Metrópoles, de Fritz Lang.
- 1920: Avant-Garde Francesa (corrente européia). Exibição de Um Cão Andaluz, de Luis Buñuel e Salvador Dali.

Aula 2:
- 1930: Cinema de gênero (corrente americana).
- 1940: Filme Noir (corrente americana). Exibição de Cidadão Kane, de Orson Welles.
- 1940: Neo-Realismo Italiano (corrente européia).

Aula 3:
- 1950: Exploitation / filmes B (corrente americana).
- 1950: Nouvelle Vague (corrente européia).
- 1950 / 60: Alfred Hitchcok (corrente americana).
-1960: Novo Cinema (corrente brasileira). Exibição de Deus e o Diabo na Terra do Sol, de Glauber Rocha.

Aula 4:
- 1968: Contra Cultura e suas representações no mundo. Exibição de trecho de Os Sonhadores, de Bernardo Bertolucci; e trecho de A Dona da História, filmes contemporâneos que ilustram o período.
- 1970: Nova Geração (corrente americana).
- 1990: Dogma 95 (corrente européia). Exibição de Dançando no Escuro, de Lars Von Trier.
- 1980 / 2000: Geração Blockbusters (corrente americana).

Aula 5:
- O cinema nacional hoje. Diretores e as principais produções. Exibição: O Invasor, de Beto Brant.

 

Vamos lá pessoal. Não dá pra perder essa.

- Escrito pelas 14h31, .

- Escrito pelas 22h02, .

- Ver os textos que já foram pros arquivos.