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"Como vou querer que as pessoas entendam o que passa pela minha cabeça se nem mesmo eu entendo?"
- Dalí

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The Maiden And The Minstrel Knight (tradução)

Blind Guardian

A Donzela e o Cavaleiro Menestrel

A multidão fiel está reunida aqui
Em breve eles aparecerão
O presunçoso aparecerá
O rei está em dúvida
“Além deste mendigo aqui
Não há ninguém como você minha querida
Provando meus lábios
Ninguém além de você e ele”
Em volta do fogo todos devem cantar
E louvar a graciosa rainha
Em volta do fogo todos devem dançar
E nós louvamos o belo cavaleiro
Para todo o sempre nós dois seremos um
A donzela, o justo e o jovem se apaixonaram

Você ainda esperará por mim?
Você ainda chorará por mim?
Venha e pegue minha mão
Você ainda esperará por mim?
Você ainda chorará por mim?
Venha e pegue minha mão

Há um momento na vida
Quando todos os anos passarão
E os olhos cheios de lágrimas
Que uma vez derramamos
Nós reconhecemos falhas
Os gritos desesperados
Daqueles que acreditaram em nossas mentiras

Onde quer que eu vá você estará comigo
Meu primeiro e meu último pensamento
Partiremos em amargura
Um dia você entenderá
Siga em frente, amada donzela, minha
Siga em frente ou teremos que pagar o preço

Você ainda esperará por mim?
Você ainda chorará por mim?
Venha e pegue minha mão
Você ainda esperará por mim?
Você ainda chorará por mim?
Venha e pegue minha mão

As lembranças de ontem
E melodias
Se foram com o vento tão triste
Suas mãos brancas como a neve e cabelos dourados
Mas ela não é a única lá fora no vazio
Onde tudo é pálido
Não há sinal de você
Estou sozinho
Como eu gostaria que você estivesse aqui
Estou sozinho
Dizendo que está tudo bem
Venha descansar sua cabeça
Venha descansar sua cabeça
Venha descansar sua cabeça
Venha descansar sua cabeça
Estou sozinho e a tristeza
Reina em meu coração
Enquanto vivermos
Ela não irá embora
Nós somos um
Mas separados

Você ainda esperará por mim?
Você ainda chorará por mim?
Venha e pegue minha mão
Você ainda esperará por mim?
Você ainda chorará por mim?
Venha e pegue minha mão

Orgulhosamente ela se mantém
Até o fim do mundo
A bandeira vitoriosa do amor

- Escrito pelas 00h47, .

Minha insônia me deu um presente numa madrugada nessas: a oportunidade de ver um clássico do cinema, sem duvida, uma das grandes obras da sétima arte, comparável com nomes como Hitchcock, Kubrick e até Chaplin...

Na verdade, é o filme mais idiota, ridículo, retardado, e todos os outros adjetivos pejorativos que você usaria num adolescente “emo”, até porque esse filme parece ter sido feito na medida para essa turminha de adolescentes totalmente desprovidas de qualquer inteligência para compreender filmes que tenham mais que carros, drogas, peitões, piadas fúteis e muito hardcore na trilha sonoro. Ah! Já ia até esquecendo o nome do filme. É Cara, cadê meu carro?

Que filme idiota. Totalmente sem sentido. A história é duns idiotas (que devem gostar de harcore) que se chapam tanto (não que eles precisem de compostos químicos para ficarem idiotas) que não conseguem achar seu carro. E dae entram mulheres gostosas que na verdade são aliens que querem destruir o universo....

Não perderei tempo.

Esse é o filme perfeito para essa turminha idiota que freqüenta a canaleta, e gostam de roupas com arrebites, cabelinhos com franjinhas, e muitos adidas nos pés.

 

Falando nisso...Esses dias a gente tava na “canaleta”, quando, me aparece essa galerinha emo. Tudo ok. A gente não pode simplesmente tocar as pessoas de perto da gente, e um dos caras da nossa turma é amigo dessa criançada...Pois bem. Eles estavam falando do novo bar que vai abrir, no lugar do Extreme, que vai ser o Hendrix Rock Blues Bar, o que eu acho muito certo, porque não suportava mais ir no extreme e ter que agüentar os metaleiros e os punkzinhos toscos..Tudo bem. Só que os caras estavam comentando que lá não ia ter HxCx (é o jeito que eles escrevem), e que Blues e Rock antigo são uma merda....

Eu fiquei pensando no que essa macacada sabe da vida, pensa sobre ela, ou seja, o que eles tem na cabeça...descobri vendo esse filme. Eles não tem nada...

 

Mas é tudo coisa de moda. Daqui a pouco isso passa...e a piazadinha vai negar que gostava, e as menininhas ex-virgenzinhas vão se envergonhar...

 

E o bom e velho rock’n roll sempre vai estar ai....

 

 

 

 

ao som de The Libertines, What Katie Did.

- Escrito pelas 14h49, .

heavy metal is the law!

Dias atrás eu relembrando uma grande época de minha vida: Quando eu fui um headbanger, ou, se preferirem, um metaleiro. E uma das maiores bandas do estilo, e a primeira banda que eu fui fanático, e também a banda que eu ainda tenho mais cd’s originais, é o Iron Maiden, banda inglesa do tiozão Steve Harris, e daquele monstrinho estranho, chamado Eddie. O primeiro cd de rock que eu tive é deles também: Somewhere in Time, de 1986. Mas, não é bem isso que eu quero falar. Ao passar dos anos, eu deixei de lado o tal do Heavy Metal, porque eu cansei do virtuosismo barato dessas bandas novas (sobretudo às de Metal Melódico) e dessa criançada que se intitula metaleira e acha que Mike Portnoy é Deus (será que eles sabem quem é Neil Peart?).

Então, um dias desses resolvo eu escutar um cd de metal, o novo disco do vocalista do Iron Maiden, Bruce Dickinson, cujo título é Tyranny Of Souls. 

Se você nunca ouviu um disco do Bruce Dickinson, eu lhe explico. Esse cara saiu do Iron Maiden em 1993, depois da turnê do disco Fear of The Dark. E logo começou uma produtiva carreira solo. Enquanto Steve e companhia (agora com Blaze Bayley) faziam discos ruins (o X Factor é muito bom, mas é diferente do Iron que todo mundo gosta) Bruce fazia discos muito bons, como o Chemical Wedding e o Accident Of Birth.  

Em 1999, Steve Harris, líder do Maiden, ficou desapontando com a queda nas vendas e com alguma brigas internas, e acaba despedindo o ex-caminhoneiro e atual alcoólatra Blaze Bayley. Um dos guitarristas da banda, sugere a volta do Sir Dickinson, e este aceita, desde que traga consigo um cara chamado Adrian Smith, que foi o melhor guitarrista da banda, mas que tinha saído no disco Seventh Son Of a Seventh Son. E tudo ficou na beleza.

Essa volta de Bruce já produziu dois novos discos, Brave New World (2001) e Dance Of Death (2004). Só que, acredito, que, essa volta de Bruce ao Iron teve alguns problemas com a gravadora de sua carreira solo. Por isso, saiu uma coletânea de sua carreira, e (talvez seja por isso, mas é só uma suposição) ele devia mais um disco no contrato. Então, sai esse Tyranny Of Souls. Agora, você pergunta: Porque eu preciso saber da história do Iron num texto sobre o cd solo novo do vocalista? A resposta é simples: O Novo do Bruce é muito melhor do que o novo do Maiden. Quem é fã fanático, como eu fui, não deve pensar nisso, mas, vamos pensar no Steve Harris ouvindo uma coisa dessas! Deve ser engraçado.

Como um bom disco do Iron Maiden, o cd solo do Bruce trás sempre uma sonoridade parecida com os anteriores, com arranjos parecidos e essas coisas. Agora, o tema do disco é abdução (ser seqüestrado por alienígenas) e viagens espaciais. O disco é pesadão (Roy Z produzindo e tocando guitarra dá nisso) como os outros. Musicas bem feitas. Por isso, as que mais surpreendem são as que não são pesadas, como a “meio-psicodélica” Kill Devil Hill” e a melhor do disco, a linda “Navigate In The Seas Of The Sun”, que é acústica, e muito foda mesmo.

Tio Steve deve ter ficado brabo. Ainda bem que ele não entra no blog. Mas, se entrasse, e ficasse brabo com este “ex-fã-xiita”, eu tentaria dizer para consertar que, o Dance Of Death nem é tão ruim, e que tem uma musica muito boa também (e a melhor do disco) que é a Jorneyman, que, também é acústica.

- Escrito pelas 23h46, .

Fui ver o King Kong agora pouco.

Eu achei um filme muito legal. Trata-se de uma refilmagem, mas, eu lembro tão pouco do origina que a única cena que me vem na cabeça  é a famosa do Gorila subindo o Empire State com a moça na mão. E é claro, esssa não faltou.

O Peter Jackson não consegue fazer filmes curtos, pele menos eu acho. Em todos os filmes da obra de Tolkien, O Senhor dos Anéis, meu fanatismo xiita pela história fazia eu nem notar a longa duração do filme; com esse King Kong já foi diferente. Eu poderia estar escrevendo aqui (e quem sabe até fazendo uns desenhos) das “1001 maneiras de posicionar a bunda no assento em filmes longos”, sem falar que, eu, que sou grandinho, sofro também com as pernas, que insistem em não se acomodar no pouco espaço que tem entre a cadeira que estou e a da frente. Voltando ao filme. Tirando a duração (deitado no meu sofá eu não teria ligado) o filme é muito bacana. Eu não entendo porque a galera que gosta de cinema insiste em ver defeitos em superproduções cheias de efeitos especiais, roteiros mais fáceis para os “lentos”, enfim, as produções mais “blockbusters” de Hollywood. Eu acho bacana. E eu gosto do Peter Jackson, pois, mesmo com todas as alterações, fez uma coisa muito difícil e a fez muito bem, que foi o Senhor dos Anéis. E agora repetiu, ao meu ver, a dose nesse filme.

Não sei bem ainda como avaliar um roteiro, e atuações dos atores e tal. Achei legal a guria, e o outro cara que faz os escritor (não vou ser hipócrita de pesquisar os nomes e dizer aqui que eu os sei; mas a menina, se eu não me engano é Naomi Watts), mas achei o Jack Black muito sem graça. Prefiro ele na Escola do Rock.

Gostei também da trilha sonora, que é de composição do mesmo cara que ganhou o Oscar pelo Senhor dos Anéis, Howard Shore, que eu acho que vai suceder o John Willians (até porque ele já não vê mais graça em ganhar Oscars)...Mas, quem liga para a trilha sonora?

Nota 10

 

 

Ao som de The Who, Who Are You?

 

- Escrito pelas 00h33, .

"Domingúúúúúúúúúúúú.........legaaaaaaaaaaal!!!!"

Outra musica da série: "Canções que fazem parte da trilha sonora de minha vida":

Domingo-Titãs

Não sei o que fazer
Não sei o que fazer
Eu saio por aí
Sem ter aonde ir

Não é sete de setembro
Nem dia de finados
Não é sexta-feira santa
Nem um outro feriado

E antes que eu esqueça aonde estou
Antes que eu esqueça aonde estou
aonde estou com a cabeça?

Tudo está fechado
Tudo está fechado
Domingo é sempre assim
E quem não está acostumado?

É dia de descanso
Nem precisava tanto
É dia de descanso
Programa Silvio Santos

E antes que eu confunda o domingo
Antes que eu confunda o domingo
O domingo com a segunda

Domingo eu quero ver
o domingo passar
Domingo eu quero ver
o domingo acabar
Domingo eu quero ver
o domingo passar
Domingo eu quero ver
o domingo acabar

Tudo está fechado
Tudo está fechado
Domingo é sempre assim
E quem nao está acostumado

É dia de descanso
Nem precisava tanto
É dia de descanso
Programa Silvio santos

Domingo eu quero ver o domingo passar
Domingo eu quero ver o domingo passar
Domingo eu quero ver o domingo passar
Até o proximo, até o proximo, até o proximo domingo

E antes que eu confunda o domingo
Antes que eu confunda o domingo
O domingo com a segunda

Domingo eu quero ver
o domingo passar
Domingo eu quero ver
o domingo acabar
Domingo eu quero ver
o domingo passar
Domingo eu quero ver
o domingo acabar

Até o proximo
Até o proximo
Até o proximo domingo
Até o proximo
Até o proximo
Até o proximo domingo

 

 

 

Estou hoje sentindo saudades. Saudades de uma amiga, que há tempos não falo com ela, há tempos não abraço, nem nada. Não! Ela não morreu, nem foi embora, nem nada. Ela passou há uns dias atras aqui na frente da minha casa. A gente brigou. Opiniões divergentes levam a esse tipo de coisa. Mas, como as feridas mal cuidadas, essa amizade sofreu uma infecção, e hoje em dia é impossível haver uma reconciliação. E mesmo se houvesse, é aquela velha história, que o John Paul Jones falou sobre uma possivel reunião do Led Zeppelin: "Não seria a mesma coisa". Fica a saudades, que, em momentos como esse, me incomoda e me deixa triste. As vezes eu queria ser menos cabeça dura em certas convicções, e em pensar diferente da massa. Mas, todas essas ideologias e loucuras que vieram ao meu encontro todos esses anos me fizeram desse jeito. E, sendo assim, não consigo aceitar certas coisas. Ainda não aceito; mas, hoje eu sei algo que eu não sabia na época: Ver o outro lado...

Fui um imbecil com você...amiga...irmã...

Sinto saudades.

 

 

ao som de Coldplay- Clocks.

 

 

- Escrito pelas 21h44, .

É de conhecimento geral o fato de que todos os grandes artistas (seja qual for a arte) conseguem passar emoções e fato de suas vidas nas suas obras. Ou eu estou falando bobagem, e na verdade, a arte é a visão do artista e um reflexo sobre como ele vê a vida?

O fato é que existem obras onde, você sente o que o artista está sentindo, e o que ele quer passar para você. Às vezes de maneira tão densa, que, você assume um poucos desses sentimentos na sua vida. Hoje vou falar de disco nacional (eu nunca falei de discos nacionais?), que pode figurar entre os 10 mais importantes do Brasil, e que, é indispensável para aquele que quer bater no peito e dizer que entende de musica. O nome do disco? Panela do Diabo.

No fim dos anos 80, Raul Seixas estava acabado. Não na sua genialidade, mas sim fisicamente. Anos e anos de drogas e muita bebida foram acabando com seu organismo. E é de conhecimento que ele já estava parando com shows e discos, porque, não queria mais (ou cansou de tentar passar suas mensagens num pais de ignorantes?). Eis, que, surge a figura de uma baiano chamado Marcelo Nova (autor de uma das frases mais celebres da musica brasileira: “Sou baiano mas não enfio uma garrafa no c*), que, tempos antes era o vocalista de uma banda chamada Camisa de Vênus, que tinha encerrado suas atividades na época.

Marcelo Nova convenceu Raul a fazer um turnê e gravar esse disco, e talvez seja graças a ele que hoje podemos falar sobre essa grande obra do tão fraco BRock

O disco.

A voz de Raul está totalmente debilitada, fraca mesmo. Mas, nos idos de 88,89, já existiam nos estúdios tecnologias que pudessem dar uma consertada, ou até uma “maquiada” na voz do maluco beleza. Mas ele não quis.

Mas, a respeito do que eu falei no começo desse texto, o que impressiona é justamente a impressão de que em cada musica, o Raul está se despedindo de todos nós. Algumas musicas ele fala sobre a sua vida, outras ele aproveita para dar uma ultima escrachada na moral cristã da sociedade (Pastor João e a Igreja Invisível, a melhor do disco), mas o que impressiona mesmo é a musica Banquete de Lixo, na qual ele deixa totalmente explícita essa mensagem:

 

Meu amigo Marceleza já me disse com certeza
Não sou nenhuma ficção
E é assim torto de verdade com amor e com maldade
Um abraço e até outra vez

E é assim que ele deixa claro, que está dando o seu Adeus para todos nós.

 

Raul morreria dois dias depois do lançamento desse disco.

 

- Escrito pelas 13h24, .

Me desculpem pelo inconveniente.

Hoje terminei o quarto do livro da “trilogia de quatro livros, que na verdade são cinco e ninguém sabia” do Douglas Adams. Até mais, e obrigado pelos peixes é o nome.  Um pouco sobre a história? Ok. Depois de anos perambulando pelos cantos mais incrivelmente malucos e totalmente sem-noção do universo, Arthur Dent, nosso herói, está de volta a terra.

E agora, ele conseguiu uma companheira. E não é uma companheira comum. Trata-se da garota que obteve o resultado de um certo super computador orgânico que por milhões e milhões de anos esteve calculando o que viria a ser uma pergunta cuja resposta seria 42 e explicaria as questões da vida, o universo e tudo mais. Só que, antes que ela pudesse falar sobre isso, a terra tinha sido destruída pelos vógons, mas isso é no primeiro livro.

Arthur não sabe como, mas a terra que havia sido destruída está ali de volta, como ele deixou 8 anos atrás, e  com a sua nova paixão. Alías, é legal citar aqui que o Douglas Adams me surpreendeu novamente com sua genialidade. Ele trata no seu livro do amor de uma maneira muito peculiar, que faz a gente rir mesmo. E nada como um disco do Dire Straits hein?

Alias (novamente), Douglas Adams, nesse quarto livro, continua com a incrível habilidade de escrever de uma maneira que faça o leitor ter de fechar o livro para se mijar de tanto rir. Totalmente irônico, como o bom humor inglês, e com uma inteligência que assegura a boa saúde de todos os seus neurônios com essas piadas.

E ainda, o livro tem um atrativo a mais. A Mensagem de Deus para a sua criação...Mas para saber, você terá que ler.

 

 

 

 

Ao som de  Beach Boys, Pet Sounds (o disco todo).

 

 

 

 

Obs- Acabo de ter uma ótima idéia. A Sextante (a editora dos livros) acha que perto de maio ela lança o quinto livro. Perto dessa data, vou fazer uma série de post, recapitulando todos os livros, até porque eu não falei dos dois primeiros. Valerá a pena esperar.

- Escrito pelas 00h36, .

"Maldito filho da puta desgraçado" Mark Chapman. É tudo culpa dele.

Se não fosse ele, John estaria nessa foto, e essa seria a reunião dos Beatles, em 1994.

Maldito câncer também, que acabou levando o Sir George. A carreira solo dele era bem melhor que a do Paul.

 

E ai? Que que acharam da nova imagem animada que eu coloquei ali?

 

ao som de Beatles, Helter Skelter (sabiam que isso significa Tobogã?)

- Escrito pelas 12h15, .

De longe sou um cara que entende de cinema, como diversas vezes falei aqui. Mas, nos últimos tempos, andei me esforçando para conhecer mais sobre a sétima arte. E ontem fui ver o globo de ouro (um prêmio menos que o Oscar, que passou na SbestesTeira). Algumas impressões sobre a noite de ontem:

 

 

- Eu não vi nada dos filmes, nem das séries, então, não posso dizer nada sobre a premiação. Fiquei feliz pela Rachel Weisz (que fez A Múmia) ter ganhado de atriz coadjuvante pelo filme “O Jardineiro Fiel”, que eu não assisti, mas li o livro, e ele é simplesmente muito foda.

 

- Na qualidade de cara que não manja quase nada de cinema, eu não esperava um prêmio para o Fernando Meirelles, porque, era previsto já. Aquele filme dos cowboys gays vem com tudo esse ano, então era difícil mesmo. Sem falar, que estavam concorrendo também o Steven Spielberg, o Peter Jackson (Senhor do Anéis, King Kong)e uns outros caras fodões, então, a indicação já é digna de festa para o cara.

 

- Eu odeio o Rubens Edwald Filho. Ele pode até entender de filmes, mas ele é um idiota, cretino e imbecil. Uma anta, daquelas tão gordas que não conseguem mais andar. Sem falar naquela cara dele de boneco de ventriloquismo (não sei como se escreve, mas entenda, como aqueles bonecos que ficam no colo do cara, e o cara fica falando com o canto da boca e mexendo no boneco.

 

- Sem falar que ele tentou dar uma de Galvão Bueno, fazendo um comentário do tipo: “É o Brasil no Globo de Ouro!!!”, como se, a alegria nacional dependesse de um filme inglês que tem um brasileiro como diretor.

 

- E aquela guria na SBT. Será que ela fez muito teste do sofá com o Silvio Santos? Uma vaca sem nada na cabeça. Cometários inúteis, erros de português e bostaços a cada 5 minutos.

 

- Eu realmente odeio tradução simultânea.

 

-Mas eu odeio mais ainda não conseguir ainda (perdão pela redundância) dominar o inglês.

 

- Mas eu odeio também não ter grana para ter tv por assinatura. De que adiantaria eu já estar falando inglês se eu não teria onde assistir a cerimônia?

 

- Maldita tradução simultânea.

 

-Aliás, parece que só duas pessoas conhecem essa técnica de estragar programas de fora do país. Seja qual for a emissora, sempre vai ser aquela mulher com voz de cafetina e aquele outro trouxa. Será que eles são casados? Será que eles dublam filme pornô? Quem será que são eles?

 

- O Johnny Depp é o cara mais legal de Hollywood.

 

- Eu odeio a Queen Latifah.

 

-Eu odeio o Cris Rock.

 

- Chega!!!

 

- Ah! E para a Laís:  Bem feito! Vai ter que ver agora o Heath Ledger fazendo um viadinho num filme. Hehehehehehehehe.....

 

 

 

Chega.

 

 

 

Ao som de The Who, The Kids Are Allright.

- Escrito pelas 12h14, .

quem é você?

Tive a oportunidade de conhecer uma nova série de televisão.  Em dvd, é claro, pois nem o papai do céu, nem o papai da terra me deram a graça de possuir tv por assinatura. Mas, dessa vez, tem um agravante: A série é uma dessas que passava às 10 da noite na Record e a gente (ou pelo menos eu) julgou ser uma bosta e passou longe. Pois bem, a parada é muito legal. O nome da série é C.S.I. (“si éss ai”), e é sobre investigação criminal.  São na verdade, cientistas-investigadores munidos de alta tecnologia e um pouco da benção do herói supremo Mcgyver (magaiver) para conseguirem nos casos ter, digamos, uma certa “largura” para resolver os mistérios. Mas, brincadeiras a parte, a série é muito legal. Dá até vontade de ver mais. E, um ultimo detalhe, só a musica de abertura da série já destrói: “Who Are You?”, do...The Who.

Sacou?            

 

 

 

 

Ao som da musica tema do seriado.

- Escrito pelas 15h36, .

Livros que recebem adaptação para o cinema. Bandidos e mocinhos ao mesmo tempo, tanto o filme quanto o livro. Para os fãs do livro, o resultado pode não agradar, ou o diretor mudar alguma coisa (como n’O Senhor Dos Anéis). Para os fãs do filme, o livro pode ser chato, “enrolado” ou coisa do gênero. Para quem lê o livro, o filme dá uma boa sensação, pelo menos em mim, em perceber os contrastes entre filme e livro, em como eu imaginava os personagens e locais, e como foi retratado no filme. E tem quem vê o filme antes, e depois vai ler, e acaba ficando com a imagem dos atores do filme nos personagens.

O livro de hoje é O Jardineiro Fiel,  do John Lê Carré, e que foi adaptado ao cinema pelo diretor brasileiro Fernando Meirelles (Cidade de Deus), mas é uma produção inglesa. Eu ainda não vi o filme e pretendo ver, pois foi falado muito bem sobre ele.

Uma das coisas que eu não gostei, como sempre, é a capa do livro. Foi feita com o pôster do filme. Então está lá, acima do titulo: “Do diretor brasileiro Fernando Meirelles, indicado ao Oscar pelo filme Cidade De Deus”. Ta, e daí? O que está em questão é a história, não o filme. Logo atrás, na contracapa, onde geralmente a editora coloca trecho de críticas positivas ao livro, me deparo com a seguinte: “Um belo filme, com atuações impecáveis”. Mas, catzo! Eu comprei o livro, não o filme. Mas no fundo, devemos aceitar essa postura por parte das editoras, porque o mercado literário no Brasil é fraco, e eles têm que vender de algum jeito.

O livro é ótimo. Não vou falar da história. Só que fala de um diplomata que tem sua mulher assassinada e resolver partir atrás das investigações. Durante estas, ele se depara com todo o jogo podre da política mundial, todo os crimes contra os direitos humanos da indústria farmacêutica e o capitalismo podre que reina no mundo.

Foi o primeiro livro que eu li desse autor, que é considerado uns dos grandes escritores que tratam de espionagem como  ponto central da narração. E pelo que vi, deve ser mesmo. Vale a pena ler. Agora é esperar o filme.

 

 

 

 Ao som de Pink Floyd, Another Brick In The Wall pt III

 

- Escrito pelas 23h39, .

momento flog do bem.

Um doce de pessoa. A pessoa mais importante na minha vida. A razão do meu viver, do meu existir...Ela é tudo. A melhor mãe do mundo é minha tá??? E não adianta nenhum de vocês contestarem! vocês todos devem muito a ela, pois, sem ela não existiria esse blog que vocês gostam tanto, muito menos o cara gentil, simpatico e lindão que escreve nele. Minha mãe é tudo!!! Hoje é aniversário dela, e fica aqui a minha homenagem. Feliz Aniversário mama querida!!!

 

Agora, não me perguntem a idade dela, porque eu não sei bem ao certo. E ela nem gostaria que eu lembrasse, aposto!!!

 

ela é a melhor coisa no mundo....

 

ao som de  Nada.

 

 

obs- E, meu pai mostrou a todos na foto que, o dom de sair feio em fotos é genético. Tenho a quem puxar.

 

 

- Escrito pelas 01h53, .

nííííííííííí!

Ah, o humor inglês!

Ironia e sarcasmo ilimitados, e muita inteligência também. Você pode se mijar de tanto rir sem se preocupar com qualquer tipo de agressão ao seus neurônios. Aliás, uma das coisas legais do humor inglês é que ele exige de você certo nível intelectual para entender as piadas, por isso, que as vezes, a gente acha pessoas que acham Monty Phyton ou Douglas Adams bobagem.

O humor inglês ajudou a salvar a minha vida. Não sei bem ao certo, mas, o meu primeiro contato com esse estilo de humor veio com as revistas estilo zines inglêses que tinha por ai ( e agora estão todas falidas). Depois, veio o Monty Phyton, e finalmente, o sir Doug Adams.

O assunto de hoje é o Monty Phyton.

Alguns representantes verdadeiros da elite cultural pop da cidade se reuniram aqui em casa hoje para apreciar uma obra prima do genial grupo inglês. O filme de hoje foi o Em Busca do Cálice Sagrado, até porque vou dar um tempo de assistir A Vida de Brian, pois estou quase decorando os diálogos. Pois bem...

O filme é uma tiração de sarro com a idade média, e com algumas coisas também de outras épocas. Ainda sobra tempo para tirar sarro da velha rivalidade entre Inglaterra/França....

 

(depois de 5 minutos em surto de falta de criatividade...)

 

Bom. Chega. Não dá pra falar do Monty Phyton. Só assistindo para saber...Vai lá na Nova e aluga. Ou pede para mim A Vida de Brian, que eu empresto.

 

(mais alguns minutos envolvido em pensamentos suicidas)

 

Eu realmente to com nojo das coisas que ando escrevendo aqui. Não sei como vocês conseguem ler....

Acho que não faço mais críticas aqui. Tentando falar das coisas aqui, eu acabo só sujandoa imagem do cd/livro/filme em questão...

 

(alguns minutos de a(nti)patia)

 

 

obs-Ah! E se você não achar graça dos filmes do Monty Phyton, desculpe...mas você....deveria ver então A Praça É Nossa.

obs2- Ah! Esse é o filme que tem os famosos Cavaleiros Que Dizem Ní!

 

 

 

 

Ao som de  The Rolling Stones, Can’t Be Seen.

 

- Escrito pelas 23h29, .

Resistindo.

RUSH tocando Resist aqui no Brasil: Momento "banquinho-e-violão". 

 

Nada o que escrever, nada o que falar. O calor dessa cidade não me deixa pensar. Então, vou mandar mais uma da série "musicas que falam de mim", ou "musicas que estão na trilha da minha vida", e blah blah blah. A foto acima é do momento quando essa banda emocionou 80.000 pessoas num momento acústico do show, coisa que não tem muito a ver com a banda (eles até explicam no dvd). Mas é uma canção muito bonita, seja acustica ao vivo, ou na versão eletrificada de estúdio.

 

Rush- Resist

Eu posso aprender a resistir
À qualquer coisa menos à tentação
Eu posso aprender à co-existir
Com qualquer coisa menos com o medo
Eu posso aprender a entrar em acordo
Com tudo menos com meus desejos
Eu posso aprender a conviver
Com todas as coisas
Que eu não posso explicar

Eu posso aprender a resistir
À qualquer coisa menos à frustração
Eu posso aprender à persistir
Com qualquer coisa sem grandes objetivos

Eu posso aprender a fechar meus olhos
À qualquer coisa menos à injustiça
Eu posso aprender a conviver
Com as coisas que eu não conheço

Você pode se render
Sem uma oração
Mas nunca pode realmente orar
Orar sem uma rendição

Você pode lutar
Sem nunca vencer
Mas você nunca vencerá
Sem antes lutar.

 

 

 

 

- Escrito pelas 23h12, .

Clichês inevitáveis em momentos como esse.

Ontem foi o dia que a minha avó, a Dona Izaura, resolveu partir desse mundo. Foram meses de sofrimento, então, é impossível em momentos como esse evitar aquele velho clichê e dizer que “agora ela descansou”. Sim, é verdade.

A morte é uma coisa estranha. Inexplicável. A mim ela causa sensações estranhas. Quando eu vejo um velório, sempre começo a imaginar, involuntariamente, o dia em que, vai ser a minha vez de estar ali, velando pessoas mais próximas a mim. É uma coisa muito foda. Para a pessoa que morre, independente se ela sofreu com alguma doença ou não, deve ser como dormir, tipo, não dá para evitar aquele outro clichê, “ninguém até agora voltou para contar como que é”.  A dor mesmo fica para nós. A saudades, a falta de amparo, a sensação de vazio, é com a gente.

A morte não deixa de ser um acontecimento que nos mostra o quão egoístas somos. Nós ficamos chorando,  perguntando o porquê e essas coisas, sem se tocar, que, para a pessoa deve ser uma coisa boa. Você morre, e não sente cansaço, fome, frio, calor, sede, tristeza, dor... A gente é egoísta ao querer sempre as pessoas perto da gente. Mas, não dá para evitar. A saudade é um mal necessário. Ela que grava todas aquelas lembranças boas que a gente guarda de quem se foi. E, só o tempo para curar as feridas abertas nessa hora (mais um clichê).

Minha relação com a Dona Izaura, em 18 anos que aqui estou. Foi boa. Ela comigo sempre foi uma mulher muito generosa e eu sentia um carinho por parte dela. Tivemos atritos familiares nestes últimos tempos, e por isso, a ultima vez em que falei com ela, dei um abraço, foi no primeiro semestre, e agora, me arrependo (mais um clichê).

A Dona Izaura teve uma vida difícil sim, por isso, temos que aceitar as reclamações que as vezes ela fazia. Criou os dois filhos sozinha. Foi de origem humilde, teve uma vida humilde, assim como teve uma morte humilde. Mas isso não desmerece em nada sua vida. Ela pode dizer agora que teve sua missão cumprida (clichê?), mas, faltou sim, algumas coisas que, talvez tenham sido sua personalidade forte que tenha causado. A morte não absolve todas as coisas erradas que a gente fez em vida.  Eu fiz, eu faço, eu farei coisas erradas. Você também faz. Todos nossos parentes, amigos, conhecidos, e inimigos tem seus defeitos, e tiveram seus erros. Alguns a gente corrige, outros vão ficar inevitavelmente. Mas, a Dona Izaura foi muito boa. Deixou dois filhos, quatro netos, dois bisnetos, mais sobrinhos, irmãos, cunhadas, e inúmeros filhos e sobrinhos de adoção, que sempre vão lembrar de como essa mulher foi especial aqui na terra. E ela vai fazer muita falta. Muita mesmo. E chega uma hora, aqui nesse texto, que eu não consigo mais encontrar palavras para dizer, nem mesmo clichês para horas como essa nem nada. Só posso dizer que vou sentir uma imensa saudades dela.

Em agosto desse ano, ela teve um derrame. Não cuidou muito da saúde, abusou de alimentação inadequada, fumou. Cuidava do seu quintal todo dia, lavava sua roupa todo dia (e como ela gostava disso), cuidava dos passarinhos...Isso tudo prejudicou um pouco a saúde dela. No dia da cirurgia do meu pai, ela ficou nervosa demais,e acabou tendo um leve derrame. Estava tudo bem no hospital quando, ela acabou sofrendo outro derrame, e entrando em coma, vegetando, onde, a única função vital aparente dela era abrir os olhos, num olhar que sempre ia distante, para o vazio. Sim. Visitei muito pouco ela. Não queria ver minha vó naquele estado. Achava que, de nada adiantava, se ela não me ouvia, não falava, não me olhava...me arrependo (clichê). Pedi o perdão dela por isso só hoje. Peguei na mão dela pela ultima vez, e pedi desculpa...inúmeras vezes. Agradeci também, pois, se não fosse ela, nem eu estaria por aqui hoje.  Aquela tampa de caixão fechando, sempre me desesperou, foi assim com meus outros avós, com meu tio, e alguns amigos... Ainda deu tempo de pedir mais uma vez desculpa. E pela ultima vez olhar aquele rosto. Ajudei ainda a carrega-lá, pessoal, não é fácil. Espero, que, de algum lugar, ela tenha me perdoado. Ficarei sempre com a lembrança na cabeça, do casamento da minha irmã, onde eu e a vó fomos juntos padrinhos, e que, depois de dançar uma valsa com ela, vi ela, com lagrimas nos olhos, me dizendo obrigado...

 

 

Obrigado você, Vó.

 

 

 

 

Ao som de Ozzy, I See You On The Otherside.

- Escrito pelas 15h39, .

Um dos autores de livros de historiografia que eu estudei na faculdade falava em seu texto, que, era impossível haver o mito do Robinson Crosué, ou seja, um homem isolado da civilização, e tudo mais. Ou ainda, como na história do Mogli, o menino lobo, que, desde o nascimento foi criado pelos animais longe do contato humano (eu uso cada exemplo hein?)

Então. Assisti um filme que trata desse assunto. Um cientista (Tim Robbins), obcecado  por regras de etiqueta (devido a sua criação), tenta ensinar ratos a comer com os talheres certos. Uma mulher, que, devido umas anomalias genéticas, tem pêlos por todo o corpo, decide viver na floresta, e, um “selvagem” (Rhys Ifans), que foi seqüestrado pelo pai, que achava que era um macaco, e levado para vier na floresta como um...macaco. Em torno desses personagens, se desenvolve o enredo de Natureza Quase Humana, do roteirista Charlie Kaufman, que eu conheci pelos meus amigos, e agora sou fã do cara (já fiz três filmes dele).

Então. A mulher volta da floresta,  e passa a viver junto com o cientista (escondendo sua anomalia). Um dia, durante o passeio, eles encontram o selvagem, e o cientista decide educar ele, para provar que consegue fazer qualquer ser humano ser educado.

Depois de educar o selvagem, o cientista tem uma briga com a mulher (por causa da Miranda Otto e seu sotaque francês, monamour!), e a mulher decide educar o selvagem para ser uma selvagem de verdade novamente.

Ai que entra a questão, que, eu sempre me perguntei, em relação a todos essas ONG’s e órgãos do governo, que querer preservar os Índios na sua própria cultura. Será que, eles realmente querem isso? Você vive numa floresta a vida toda, e depois tem contato com a civilização, e todas as suas facilidades, e ainda iria querer viver como antes?

É essa questão que o filme me deixou para ficar ocupando minha cabeça...

 

 

 

Homem primata, capitalismo selvagem, Ó ô o . (ok. Não tem nada a ver!)

 

- Escrito pelas 11h55, .

american woman...

Que americano é um povo burro e alienado, todos nós já sabemos. Talvez nem seja culpa deles; a CNN, e os outros veículos de comunicação iludem eles todos os dias. Quem sabe lá dentro as pessoas não saibam o que está realmente acontecendo.

Mas isso também não tem nada a ver com o que eu quero falar. A verdade é, que, por questão da cultura (uma herança puritana?) eles se acham mesmo.  E o cinema sempre foi algo que contribuiu para esse ufanismo americano.

Droga! Não consigo chegar no ponto que eu quero!

Ok. Mas, contra tudo isso, tem alguns caras que insistem em remar contra a correnteza, seja para alertar o seu povo, criticar o Bush e essas coisas, ou, para criticar todos mesmos. É finalmente, é ai que eu quero chegar.

É, na minha opinião, um filme fodão. Beleza Americana é uma crítica violenta ao valores morais da classe média americana. Depõe contra todo o conservadorismo, e toda a hipocrisia reinante naquela sociedade.

O filme atira para todos os lados: A juventude cretina, o preconceito débil, as pessoas que fazem tudo para subir na vida, os casamentos de fachada, e sobra  até, como o fim do filme mostra, para o exército, mas precisamente, para um ex-combatente aposentado todo orgulhoso de seu caráter. É um filme que deixa a gente feliz; pois, é sempre bom ver pessoas cretinas se dando mal, mas, depois de assistir o filme, eu fiquei pensando:

Será que o filme fala só da sociedade americana, ou em geral? Será que, para ver de perto um pouco daquilo, não basta olhar pela janela, ou sair pelas ruas da nossa cidade?

 

 

 

Ao som de  Bruce Dickinson, Abduction.

- Escrito pelas 13h40, .

Você não pediu para ninguém, mas nasceu inteligente. Sua mãe, professora e careta, e uma típica adulta que quer ver a excelência em seus filhos, acha bacana você pular alguns anos no colégio. Mas, seus colegas de classe não param de pegar no seu pé.

Você tem uma irmã, que vive brigando com sua mãe; a mãe careta, a irmã rebelde. Depois de tantas brigas, sua irmã resolve ir embora. Antes, te dá uma abraço, e no seu ouvido diz ter deixado um presente para você debaixo de sua cama.

Você vai até lá, e encontra uma mala. Dentro dela, clássicos do rock, como, Led Zeppelin, Beach Boys (O Pet Sounds), e o Tommy do The Who, com uma indicação: “ouça esse disco com uma vela acesa, que ele lhe mostrará seu futuro!”...

Assim começa a versão do diretor, com mais de uma hora a mais de filme, do Quase Famosos, um dos grandes filmes que tratam do rock como este merece. O filme é muito bom;  com todas as cenas a mais, fica melhor ainda.

Depois de descobrir o rock com sua irmã, o garoto começa a manter alguns bicos em pequenos jornais escrevendo sobre musica, até ser convidado pela toda poderosa Rolling Stone para fazer uma matéria sobre uma banda nova, que está começando a fazer sucesso, chamada Still Water. Ele deve se juntar à banda e fazer a cobertura de uma turnê.

Entre todas as confusões, ele acaba apaixonado por uma groupie...

É melhor assistir....

 

 

Ao som de Velvet Underground, Heroín.

 

- Escrito pelas 12h36, .

Merda de editor de blog. Odeio números máximos de caracteres excedidos! ... para compensar, vou colocar uma tradução bacana..

 

U2

New Year`s Day
Dia de Ano Novo


Tudo está quieto no Dia de Ano Novo,
um mundo em branco está em andamento,
e eu quero estar com você,
estar com você noite e dia,
nada muda no Dia de Ano Novo, no Dia de Ano Novo,
Eu estarei com você de novo,
Eu estarei com você de novo.

Sob um céu vermelho-sangue,
uma multidão se agrupou em preto e branco,
braços entrelaçados entre os poucos escolhidos,
os jornais dizem, ele diz,
diz que é verdade, diz que é verdade e nós podemos romper,
partido em dois podemos ser um só,
Eu começarei de novo,
Eu começarei de novo.

Oh! e talvez a hora está certa,
Oh! talvez essa noite,
Eu estarei com você de novo,
Eu estarei com você de novo.

E então nós fomos mencionados nessa era dourada,
e ouro é a razão para as guerras que nós combatemos,
ainda que eu queira estar com você,
estar com você noite e dia,
nada muda no Dia de Ano Novo.


 

 

- Escrito pelas 01h34, .

- Ver os textos que já foram pros arquivos.