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"Como vou querer que as pessoas entendam o que passa pela minha cabeça se nem mesmo eu entendo?"
- Dalí

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Mais uma história da minha vida para vocês.

Estava eu um dia indo para a fisioterapia. Para quem não sabe, eu fiz uma cirurgia no joelho ano passado e ainda estou batalhando para recuperar a minha perna. No começo é legal, mas quando você já fez 32 sessões, é a coisa mais chata do mundo.
E geralmente, quando a gente está se dirigindo para um lugar que não queremos ir, a tendência é fazer de tudo para demorar a chegar, ou, trocando as palavras, enrolar. É natural do ser humano fazer isso. Então estava eu ‘’enrolando“ para ir à fisioterapia. Já faz um tempo isso.
No caminho da fisioterapia, tem um sebo. Muito pouca gente sabe da existência desse sebo, e a maioria das pessoas sabe muito menos o que é um sebo. Para “enrolar”, entrei no sebo.
Encontrei lá um livro, e achei ele bonito. Sabe como né? A edição era bonita, era um livro extenso, e como cara de novo, muito novo. Nunca tinha ouvido falar nele nem no autor. Minha Outra Vida, de Paul Theroux. O preço então era inacreditável, então eu levei. Poderia ter pensado que pelo preço o livro deveria ser ruim, mas para mim todo o livro é bom.
Descobri um ótimo romance! Inteligente, bem humorado, bem escrito, e fala bastante da Inglaterra, que é o melhor lugar do mundo. A história é basicamente o seguinte:
Esse autor, Paul Theroux, deve ser meio conhecido nos EUA, isso nada posso afirmar, mas até um de seus livros virou filme, A costa do mosquito, que eu nunca ouvi falar. Mas o livro é uma autobiografia desse autor. Em termos, porque nesse livro ele mistura autobiografia com ficção. È a historia da vida dele, com algumas coisas que ele inventou.
Nas “orelhas” do livro, diz mais ou menos o que aconteceu e o que não aconteceu de verdade na vida dele. A parte autobiográfica da vida dele é quando ele integrou forças de paz na África, o período em que trabalhou como professor em uma universidade de Cingapura, o logo período que ele viveu na Inglaterra (sorte a dele) e o sucesso literário. A ficção, esta presente em partes da história como quando ele participa de um desastrado jantar com a rainha Elizabeth; quando foi professor de uma aldeia de leprosos em Malawi; o seu Tio Paulie, que é uma das melhores partes do livro; o seu encontro com um escritor alemão que tem uma vida muito parecida com a dele, entre outras.
O “personagem” criado pelo autor (ou ele mesmo), faz uma análise de sua vida, reconhece os medos, reavalia suas conquistas, e revela suas esperanças. É uma profunda reflexão sobre vida e carreira.
O cara aqui é pouco conhecido, e aposto que nada dele se encontra em uma livraria aqui da cidade. Por um ocaso do destino, e uma preguiça de ir à fisioterapia, achei ele num sebo que pouca gente sabe que existe, e muita gente nem sabe o que é um sebo. Uma vez vi outro livro dele lá, mas não comprei. Mas, se alguém se interessou, eu posso até pensar em emprestar. Vale a pena como um bom passatempo.
Leitura é cultura, cultura é sabedoria, sabedoria é poder. Poder é comando. “Quem não comanda é... comandado. Boa viagem para todos!”.

Ao som de: Pearl Jam – Ten

- Escrito pelas 22h17, .

Era uma vez um filme. Um filme que eu sempre quis assistir. E um filme que não está disponível em nenhuma locadora para alugar. Um dia desses, eu estava aqui, nesse computador em que agora vos escrevo, e estava com insônia misturada com vontade de não dormir. E por uma sorte que eu quase nunca tenho, o filme foi anunciado no intercine. Corri para a cozinha, estourei a pipoca, esquentei meu Nescau e preparei o coração para grandes emoções (haja coração, segundo o Galvão).
O filme é de um cara que eu gosto, apesar de algumas merdas que ele fez (leia-se Alexandre). O nome dele é Oliver Stone. E o filme assusta, porque quem viu o Val Kilmer atuando em The Doors, pensou pelo menos um segundo que estava presenciando uma atuação cinematográfica do próprio Jim Morrison.
Não sou o André Senna, mas vou tentar falar de filme aqui. O Filme é a história do líder de umas das maiores bandas de rock’n roll da historia. Ray Manzarek, o tecladista da banda, não aprovou; segundo ele o filme mostrou um Jim Morrison bêbado, drogado e louco, e nada do brilhante compositor e poeta que ele foi. Eu achei o resultado muito bom.
Val Kilmer é a cara do Jim Morrison. No filme, na hora das musicas, era playback, mas há trechos que ele canta, e canta bem. Depois do filme pensei que o Doors poderia chamar ele para sair em turnê por ai. Os atores que fizeram os outros integrantes também são muito parecidos com os integrantes reais, à exceção do cara que fez o John Densmore.
Mas o legal é que o filme mostrou trechos da historia da banda que acredito eu que os fãs sempre quiseram ver; a cena do acidente na estrada com o caminhão cheio de índios é um exemplo. Mas, eu particularmente queria ver quando eles tocam The End pela primeira vez, como todo o publico chocado com a letra (principalmente quando ele diz: Mother? I Want to F*** you!). Todo aquele clima que a música sugere. Em fim, ficou muito bom!
A morte dele na banheira, o show que ele mostra sua “arma” ao publico, e quando mostra o tumulo dele, real, ao lado de nomes como Balzac, Oscar Wilde, Allan Kardec e outras celebridades que estão no Pérre Lachaise (é assim que escreve?) foram ótimas cenas também.
Um filme indispensável, para quem admira a boa musica.


Ao som de The Doors - Peace Frog, ao vivo no Madison Square Garden

- Escrito pelas 00h13, .

...(Two/ten) seconds to (ignition)...
...All systems satisfied...
(...)
...Just completed orbital...

Tente imaginar por algum tempo, como seria entrar musicalmente na cabeça de alguém. Estranho né! Vamos fazer de um jeito diferente: Tente apenas entrar na cabeça de uma pessoa. Tente ver os pensamentos dela, suas angustias, pensamentos, em fim, tudo que se passa pela sua cabeça.
Agora, tente entrar na cabeça de um drogado. Mas não esses playboyzinhos de União da Vitória que se chapam e vão soltar bombas por ai; tente entrar na cabeça de um cara que toma ácido lisérgico (aposto que você nem sabe o que é isso) como se fosse doce. Pense em todas as “viagens” do cara.
Difícil né! Mas se você ficou interessado(a), eu sugiro um disco. É um disco que eu infelizmente não possuo, mas tenho em fita k7(sabe o que é isso? Um dia eu falo sobre ela. Na duvida pergunte a seus pais). Mas, se existe um disco que faça você entrar na cabeça de uma pessoa, ele é o The Piper at Gates of Dawn, que se pode traduzir como "O Flautista Às Margens Da Alvorada" ou "O Flautista À Beira Da Madrugada". Esse título vem de um capítulo de um livro chamado "The Wind In The Willows", de Kenneth Grahame, que eu nunca li, nem tinha ouvido falar. Quem sabe eu procure.
Agora, voltando ao assunto, a cabeça em questão é do antigo líder do Pink Floyd, Syd Barret, o cara mais chapado da historia da música, não considerando os que morreram naquela época. (me refiro aos três J’s)*.
As canções são flashes dos seus sentimentos mais conflitantes. Ele menciona no disco assuntos como Astrologia, quadrinhos, conquistas espaciais, saúde, sociologia, sempre como uma dose de infantilismo.
É um disco maravilhoso, que todos que dizem que sabem de música devem ouvir pelo menos uma vez na vida. Ele soa lúdico e assustador (dá medo mesmo), e já pode ser considerado no hall da fama dos melhores discos da história do rock.
Depois desse disco, ou melhor, durante as turnês, Syd Barret tomou tanto ácido que sua cabeça derreteu, mesmo. As drogas o fizeram desenvolver uma esquizofrenia. Ele ficou maluco mesmo. Saiu da banda, e o Pink Floyd demorou a reconquistar o prestígio que tinha com Syd. Anos depois, durante as gravações de Wish you were here, um disco que tem uma temática sobre a ausência, dedicada ao amigo syd Barret, este chegou no estúdio para assistir ao ensaio e visitar os amigos.
Gordo, careca, maltrapilho, e com uma escova de dente na mão (!!!), os outros membros do Pink Floyd demoraram a reconhecer o velho amigo. Depois, nunca mais foi visto.
Dizem hoje que ele vive com sua mãe, num sítio ou outro lugar recluso, e vive a fazer pinturas. Ainda é louco. Houve boatos de que ele voltaria a compor músicas, mas não é verdade. Ele tem uma vida confortável, graças aos direitos que tem na banda. Fica aqui uma nova dica para quem quer ouvir um grande disco: Pink Floyd: The Piper At Gates of Dawn. Inesquecível.

Obs - Não vou dizer o que é ácido lisérgico, para não estimular ninguém a usar. Brincadeira. Eu nunca usei nenhum tipo de droga, minha droga é o rock, mas, acho que eu tivesse que por algum motivo experimentar alguma coisa, eu queria esse ácido. Mas não, muito obrigado. Minha vida normal já é uma “viagem”
Obs2- Ah! Eu já usei morfina, quando eu tava internado. É bom mesmo! Hahahaha.
Obs3- Se alguém tiver aquele livro, ou souber de alguém, peço que consiga para mim.
Obs4- Os três J’s que eu falei são: Jim Morrison, Janis Joplin e Jimi Hendrix.
Obs5- Muito bom eles também, um dia eu falo deles.
Obs6- Para quem não sabe o que é lúdico, ai vai. Segundo o Aurélio (para ficar com um ar mais cientifico, vou colocar o que diz), Lúdico é relativo a brinquedos, jogos e divertimentos. Infantil, segundo o dicionário Zé.
Obs7- Esquizofrenia é uma doença mental no qual o doente passa a viver num tipo de mundo paralelo ao mundo real. Louco. Também é um disco do Sepultura.
Obs8- Chega né?

Ao som de Pink Floyd- The Piper At Gates of Dawn.

- Escrito pelas 22h01, .

Gostaria de contar uma história imediata, que acabou de acontecer.
Primeiro. Antes da meia noite, era 20 de maio, aniversário do meu primo Luiz. Nossa familia já conhece muito brm; sempre quando tem festa lá chove! E muito. Hoje choveu muito.
Então sai eu, as seis horas, para minha gloriosa faculdade, fiquei até as 20:30, e sai para ir a festa. A festa estava ótima, a comida ótima, e um povo bacana.
Rolou muito vinho, e o pessoal (Jonas, Germano, Alison, Luiz, Eu) quase morreu de rir, de tanta besteira que saiu dali (vide Pitty e seus pelos no umbigo). Meu Deus! Foi muito engraçado. Tá, então continuo a história e chego no ponto em que eu quero.
Por volta das 1:30, resolvemos ir embora. Todos de carona com a tia Maristela. Num gol estavam a Tia, o Tio, o Germano, o Alison, Eu e o Jonas. Deixamos o tio na esquina de sua casa e seguimos viagem. Como deixamos o tio na esquina da canaleta, ali na rodocentro, seguimos pela rua Matos Costa.
Uma quadra antes da da minha casa, a tia faz a curva. Ali na Voolg. Ela disse alguma coisa como: " desculpa meninos, quase esqueçi de vocês!". Um dele argumentou: " Mas a casa do Zé era logo ali!". Lógico que ela sabe ondeé casa da irmâ dela, então respondeu: "Não! o Zé fica por último para eu não voltar sozinha!". Então tá! Lembrem disso no final da história!
Então, deixamos o Jonas em casa, e seguimos para a casa do Germano. O Germano entra no portão e...puff! A gasolina acaba! Agora, imitando os normais, vamos à sessão flashback:
Um pouco antes de sairmos da casa da minha tia, meu primo pergunta a ela: "-Mãe, tem gasolina no carro?". Ele o tio usaram bastante o carro durante a tarde, segundo minha tia. Voltando a historia.
O carro estava atravessado no meio da rua, e, como eu ja citei, e todo mundo da cidade sabe, chovia. E quem sabe mais sobre mim sabe que eu tenho um problema no joelho. E quem sabe mais ainda sabe que hoje eu estava particularmente com uma dor terrível no joelho. E la vai o Zé e o Alison empurrar o carro para ajeitar ele para parecer "estacionado", com dor no joelho e sendo molhado.
A solução foi deixar o carro lá e pedir para a mãe do Germano, que acredito eu, pela hora (2:30) preparava-se para dormir, para nos levar para casa. Assim, fui deixado em casa e agora vos escrevo. Amanha eu procuro saber mais a respeito, para terminar essa historia.
A moral da historia, é refletir como uma esquina pode fazer diferença na minha vida. Agora, estou sentado na frente do computador, molhado e cansado. Se o carro andasse mais uma esquina, a essa hora estaria lendo meu livro, que não é o Codigo da Vinci, mas sim o Triste Fim de Policarpo Quaresma. Um dia eu falo sobre isso.
Ainda em tempo: Não estou aqui reclamando de nada. Faria tudo de novo. Foi um dos dias em que eu mais dei risada nos ultimos tempos, e será um dia que eu vou lembrar por muito tempo. Obrigado Luiz, Tia Maris, e amigos, por um dos dias mais bacanas do ano.

obs- Hoje tem o Sementes de Alegria. Um retiro muito legal, para ir lá trabalhar, só para crianças. Eu sempre era chamado para trabalhar, até que um dia, a mãe de um cara que eu quase surrei falou mal de mim para a organizadora, o que sujou minha imagem com ela. Mas não é sobre isso que eu quero falar. Quero falar que ainda bem que não tem nenhuma festa grande (como a noite preto e branco) para as "lideres cristãs" que assumiram a responsabilidade de ir la trabalhar não deixem o retiro na mão para sairem para "caçar machos com carro e muita gasolina". Apesar de parecer o contrario, eu torço muito pelo Mini.
obs2- Parabéns para o meu primo Luiz, mais conhecido como Xô.
ob3- Postei tudo isso meio contra a vontade, porque eu queria deixar o ultimo, que como eu já disse, acredto ter mandado bem pra caralho(desculpa a palvra). Por isso, leiam, e me deixem feliz. Vocês adoraram o ultimo post.

Boa Viagem para todos!

Ao som de The Beatles- A maior banda de rock da história

- Escrito pelas 02h24, .

O mundo já foi dominado pela moda, e creio eu que não há o que fazer. Eu poderia escrever páginas e mais páginas sobre isso, mas acho que devo evitar aquela síndrome de esforço repetitivo.
Pessoas pensantes como nós (sim, há controvérsias), fazem de tudo para concientizar pelo menos os mais próximos a sairem um pouco do circulo de influência da moda e passarem a pensar por sí própios, e quem sabe ser mais individuais.
Na verdade, eu sai totalmente do assunto que quero abordar. Então, vou retomar as rédeas do meu pensamento (seguuuuuraaa peão!, tá na moda, tá ligado?).
Uma das coisas que eu mais gosto de fazer na vida e ler. Enquanto o jovem brasileiro em média lê dois livros por ano, eu leio dois por semana. Ou quase. Eu sempre achei um hábito saudavel e culturalmente correto, e sempre pensei em como seria legal se as pessoas largassem da TV e do msn um pouco e lêssem livros. Isso tá acontecendo. Mas como uma vez gritou Caetano: " Vocês não estão entendendo nada!".
Ano passado, por volta de março, caiu em minhas mãos um livro, que algumas pessoas estavam falando bem. O autor é um tal de Dan Brown. O livro: O Código da Vinci. Em três dias, li deliciosamente esse livro. E gostei. É um bom livro. Ainda gosto. Ele te prende página por página. Mas é APENAS um bom thriller (espero que você faça ideia do que é isso).
Ai, o que eu menos gosto na vida aconteceu. De repente, pessoas que nunca lêem um livro, estavam querendo ler. Ai você pergunta: Mas como José? Você não queria que isso acontecesse?
Eu respondo que queria que as pessoas lêssem livros por gosto pela leitura, e NÃO PORQUE TÁ TODO MUNDO LENDO! Eu acho isso deprimente. Mas todo mundo acha normal. Será eu que estou errado? Mas ainda não é bem isso que quero falar, prepare-se porque tem mais um pouquinho de texto.
Agora, no começo do ano, começei minha gloriosa faculdade. E como em qualquer curso, rolou aquela apresentação, dizendo nome, idade, cidade, mais um monte de coisas e a pergunta: Porque você escolheu história. Agora, acreditem vocês que alguns individuos de minha sala responderam que escolheram história porque leram O Código Da Vinci!!! Absurdo!!! Como alguem escolhe um curso superior apenas porque leu um livro??? E o que historia tem a ver com um livro de ficção??? Sim, tem os templários, o prioriado de sião e os quadros do Leonardo, mas eu acho inaceitável isso, e desafio alguem a provar para mim que eu estou errado!
Então, viajamos pelo tempo até semana passada. Aula de Teoria da História. Assunto: Le Goff. O professor fala sobre a autenticidade de alguns documentos e uma guria (expressão meio chula, mas a melhor para representa-la) pergunta para o professor: Prof.., o que aconteceria se provassem que tudo aquilo no Código Da Vinci é verdade? PUTA QUE PARIU! Eu falei isso mesmo! Até meio alto! E quase que eu mandei a menina comprar uma passagem para a França, para ela ir no Louvre e desenterra a Maria Madalena (haha! contei o final!). Como uma pessoa pode ter a cabeça tão pequena a ponto de levar a sério um simples romance policial??? Eu ainda não acredito que ouvi isso!
Hoje, eu estou querendo acreditar que isso só existe no planeta União da Vitória, e em algumas cidades de mentalidade parecida, como algum lugar no Sudeste do Paraguai, o norte da Burkina-Fasso, ou o sertão do Piauí. Mas creio que isso exista em outros lugares do Brasil. Afinal, não é a toa que somos um pais do terceiro mundo. Aposto que na europa as pessoas leram esse livro, mas eles ainda preferem Shakespeare.


obs- Ah! Como as coisas do Código da Vinci são verdadeiras, estou promovendo uma expedição à floresta amazonica para procurar os Elfos. Sabem né! Eu gosto de Tolkien, e ele fala dos Elfos...
obs2- isso foi uma piada

FOFOCA DO DIA: Tem umas idiotinhas que eu não gosto nessa cidade. Elas são do mini. Elas são dose dupla. Sem querer, uma amiga em comum deixou escapar que umas delas leu O C. D. V. e não conseguiu entender!!! Essa sim deveria ir trocar ideias com uns esfomeados do Moçambique. Eles tem um ótimo nível intelectual.

obs3- Nada contra os esfomeados
obs4- Isso tem a ver com aquela frase que eu citei no último post. E não é os esfomeados.

Ao som de Ozzy Ousborne - The Ozzman Cometh
Alceu Valença- No Jô Soares.

- Escrito pelas 00h03, .

Com a licença de vocês, vou partir para mais um post conhecido por vocês desde o último que eu coloquei de "Pink Side".
É que, na verdade mesmo, eu não queria postar nada aqui agora. mas, para não deixar ninguém sem um texto fresquinho. Não to com cabeça para escrever nada de util (NinguémJosé Quiz: alguma coisa aqui já foi útil?). Quando chega uma hora assim, eu vejo a ultilidade de um um flog: quando não tem nada para postar, é só colocar uma imagem feliz ou uma foto do ano passado. Ou, como percebi em alguns dos "malditos" flogs, tá na moda também vc ir lá no Paint do Windows, fazer um fundo rosa, e recortar de outras fotos alguns pedaços e juntar rudo em uma coisa ´so com alguma inultilidade do tipo " Ai! Minhas Miguxas Kilidas! Adolu vcsssss....". Tenham dó né! Nessa hora a gente percebe a insignificância das pessoas.
. Esse fim de semana União da Vitória me espirrou tanta insignificânica na cara que eu to pensando em me isolar em casa e não sair mais na rua. Mas a tarde que eu passei na casa da minha tia foi muito boa. Assiti um filme foda! O Terminal, com o Tom Hanks, que é um cara muito foda, e o Spielberg, que dispensa comentários. Na dúvida, consultem o Senna (vide links) que ele sabe de cinema muito mais que eu.
Mas acho que vou encerrar meu diarinho Pink Side, como diria meu grande amigo e conselheiro bloguístico, porque eu ainda estou com ânsia, depois de passar no suku's e ver toda aquela gente fútil. Tinhas um pessoal maneiro, como meu primo e mais uns. Mas definitivamente eu não gosto da gente dessa cidade.

BREAKING NEWS- O novo e tão esperado template está quase saindo do forno. Como se diz nos trailers de fimes: Coming Soon.

OBS- Desculpem, pelo baixo conteúdo do texto de hoje. Se bem que (odeio falar ou ecrever isso, segundo meu amigo Tomé é um vício de linguagem) tratando-se de um texto que no fundo tem a ver com a minha cidade natal, não dá para esperar muita coisa.
OBS2- Estou pensando em alçar (tá certo?) vôos mais distântes aqui. E me arriscar a escrever crônicas. Quero saber o que vocês acham disso? Se der certo, pode contribuir para posts como esse sumirem do blog!
OBS3- Ninguém, ou pouca gente vai entender, mas a frase que marcou o fim de semana foi: Totalmente Desprezível. Achei legal o fato que envolve isso, mas poderia ter sido bem melhor. Um dia conto a quem não entendeu essa do que se trata.

Ao som de (uff!) (tá cansado né?) Marillion - Fugazi

- Escrito pelas 00h33, .

Bom, como eu nunca tenho nada para escrever, vou citar aquele meu amigo que eu já citei um monte de vezes aqui.
Se ele me der licença ( ele é um grande frequentador do blog) vou discordar de uma coisa que ele falou para mim esses dias lá na praça da faculdade. Na verdade, ele disse que meu blog estava pendendo para um Pink Side, ou seja, que tava virando um blog fru-fru, aqueles do tipo: " Ai, eu ando deprimido!", que não passa de um diarinho de paty. Ele falou isso do magnífico ninguém José! E só porque eu comentei em alguns posts a minha situação emocional um pouco baixa.
Caro amigo (notou como eu não cito seu nome? sou um cara ético), vou dar alguns exemplos, dos quais algumas pessoas que lerem esse texto podem pensar que eu estou me achando ao me comparar com tais exemplos, mas vamos lá:
Se uma situação emocional, uma tristeza, ou um trauma de uma pessoa não se refletisse em seu trabalho, ou produção (como é meu caso), Roger Waters nunca teria feito o The Wall, que entre algumas críticas ao sistema, é totalmente voltado ao trauma de Waters ter perdido o pai na guerra. E não é só isso! Tm o The Final Cut , ultimo do Pink Floyd e o seu trabalho solo Amused To Death. que também trata do assunto.
Mais um exemplo. Kurt Cobain. Ele também era um cara frustado (com a ajuda de tóxicos, eu sei), mas ele refletiu seus sentimentos na música e por isso entrou para a história do rock.
Picasso (sim, eu curto arte). A fase mais interessante na pintura, é aquela que se a minha memória não falha( não vou pesquisar isso agora) é chamada de fase azul, porque depois que ele perdeu uma pessoa próxima ele começou a pintar só em tons de azul. E são quadros fantásticos. Mais tarde ele se apaixonaria e começaria a pintar tudo em rosa, mas eu prefiro a fase triste dele.
Os romantistas da segunda geração, principalmente Álvarez de Azevedo, também colocaram eu sua literatura suas tristezas e desejos de morrer e o resultado é fantásico.
Eu coloquei só alguns exemplos, e exemplos de gente que usa sentimentos tristes. Mas em tudo que é pelo menos relacionado à arte tem o sentimento do autor ali, impregnado na obra. As vezes nem isso. J.R.R. Tolkien, meu escritor favorito, foi picado quase mortalmente por uma aranha na infância, o que gerou uma espécie de aracnofobia. Isso o inspirou a fazer as aranhas malignas que existem em sua obra, como a Laracna, entre outras.
Tá certo que eu não sou artista, sou um estudante de história que tem um blog e amigos o lêem. Mas todos que eu citei eram seres humanos normais. E com a capacidade de criação que eles tinham, quem sabe eles não teriam conseguido livrar suas obras de suas impressões particulares, e é provavel que eles até exploraram isso (caso do Waters). Mas, a gente é movido pelas emoções; tudo que a gente vive se reflete nas coisas que a gente faz, inclusive nosso rendimento no trabalho, no estudo, ou em passatempos como o blog. Talvez eu tenha deixado isso evidente demais, e ai ficou meio feio os posts. Mas eu ando numa fase que não dá para ignorar o que esta acontecendo. Tudo que aconteceu aqui em casa, o episódio do meu pai, etc. Eu tinha duas opções: Não postar, o que faria com que o interesse que talvez exista em algumas pessoas se acabe. Ou o que eu fiz, continuei postando, e, como falei no primeiro post, acabei por extravasar um pouco o que estava me incomodando. Boa Viagem Para Todos!

obs- Preciso pensar em alguma coisa, para ter um obs nesse post, como nos outros.
obs2- Ah! Ja notou que eu sempre ( ou as vezes) coloco uma frase nada a ver no final do post " Boa Viagem Para Todos" ? Um dia eu conto o porque disso. É engraçado.
obs3- Ou talvez nem tanto.
obs4- Mas o que importa é que teve bolo de carne quarta-feira, e eu comi sozinho!
obs5- É pra rir ou pra chorar? Advinhei?
obs6- Aff! Tchau!

Ao som de: Led Zeppellin I e tudo que existe no mundo!

- Escrito pelas 23h12, .

Foi um bom dia! Apenas familiares em um café da tarde, uma tarde com a namorada, e presentes ótimos. Agora volto à atividade.
Lembrei esses dias do que uma pessoa me falou uma vez, e vou tentar falar alguma coisa sobre aquilo. Basicamente, ela falou: " - De que adianta escutar essas bandas do tempo que você não era nascido, onde os caras estão mortos ou aposentados?
Fiquei pensando nisso, não em abandonar tudo e procurar as novidades, mas começei a pensar nos meus CD's e em meus gostos. A banda mais nova que eu gostava ( na época) era o Nirvana. Supondo que isso aconteceu aconteceu mais ou menos em 2001, eu pensei " porra! o que o mundo me ofereçe de novidades?".
E não achei nada. A informação musical que eu tinha não me ajudava também. A verdade é que eu escuto musica dos tempos dos dinossauros. Mas a questão é que eu via que nada iria passar dos Beatles, do The Who, do Led Zeppellin, Do Pink Floyd, do Rush, do Iron Maiden, e de todas as outras.
Foi uma coisa frustrante. Calma, escutar os montros não é nada ruim. Mas eu tava frustrado porque essas bandas, à excessão das que ainda estão em atividade, não iriam me trazer novidade alguma. Sera que eu, jovem, iria ouvir até os 80 anos as bandas que hoje já estão acabadas? E mesmo as que ainda estão atividade, lançam otimos álbuns, mas nunca vão fazer como os antigos. Ou você acha que o Iron Maiden vai lançar alguma coisa melhor que o Powerslave, o Pink Floyd (eles nem lançam mais discos) como o Dark Side Of The Moon ou o Rush como o 2112?
Na hora, eu quis mandar a pessoa se foder e esqueçer tudo isso. E esqueçi. E, continuava a ouvir os bons e velhos discos de rock'n roll.
Mas, de repente, sem perceber, conheci coisas novas. O Heavy Metal lança muita coisa. Boas e más, mas tem muita novidade ai para ser ouvida. O Dream Theater é a banda mais perfeita em termos técnicos da história ( mas um Solo do Petrucci nunca vai enpolgar 30 mil pessoas como um do Angus Young). Conheci nacionais, como o MPB-Rock dos Los Hermanos, muito bons. Rock'n rolls como o do Cachorro Grande e do Faichecleres. O rock manda bem também com bandas como o Audioslave. Até o duvidoso New Metal larga coisas boas, como o System Of A Down, o Rammstein ou o já extinto Rage Against The Machine ( hoje Audioslave).
Se essa pessoa me perguntasse hoje se é melhor estar de acordo com seu tempo, eu ainda digo que não. As melhores bandas estão no passado, e o rock morreu com o Nirvana. O que tem hoje é psicografia do falecido. Boa Viagem Para Todos.

obs- Obrigado para o pessoal que me mandou parabéns, seja aqui no blog, ligando ou no orkut. Eu fiquei muito feliz mesmo. Foi um dia muito legal. Só que meu pai não tava qui para comemorar comigo. Mas logo ele tá aqui. Não vai ter festa, foi mal, mas vai ter a viagem. Mas a proposta da festa surpresa ainda tá de pé! Eu chego a tempo de ir com certeza. Mas não vai ter bolo de carn da minha mãe!
obs2- Se esse bolo deu vontade em vocês, esperem quando eu falar do taco mexicano que minha mãe aprendeu a fazer. Divino! tem tambem o strogonoff, o empadão, ....
obs3- Viva A Dona Regina! Agora sabem porque sou gordinho!


Ao som de Rush- Vapor Trails ( novinho, ganhei da Lais)

- Escrito pelas 01h04, .

Estou completando mais um ano de vida. Sabe, não estou vendo de grande coisa nisso.
Na verdade, estou encarando meu aniversário sobre duas perspectivas: A boa e a má, ou melhor, a positiva e a negativa.
A negativa, (já notou que sempre se começa, ou opta pelo pior? tipo quando perguntam para você qual das duas noticias você quer ouvir primeiro?) é assim considerada porque é mais um ano em uma droga de vida, em um mundo que insiste em não me compreender (que papinho mais adolescente!)e no qual eu não me adapto. Não consigo.
A positiva, bem, é meio macabra, mas é mais ou menos assim: Um ano a menos para o fim. As vezes sinto-me desse jeito, esperando dia-a-dia a morte.
Acho natural com a idade a gente ir perdendo a euforia por aniversários, como as crianças têm. Mas isso é coisa que a gente começa a pensar aos 60, 70 anos. Eu estou fazendo 18 anos e já estou cansado de tudo isso. 18 anos é aquela idade que todo mundo espera: Maioridade, entrada em festas de bebida liberada, carteira de motorista, entre outras coisas. Mas comigo esta sendo diferente.
Se você me peguntasse o porquê disso, hà um mês atras eu responderia que era porque eu não passei na UFPR, estou estudando na FAFI num curso sem muitas perspetivas de futuro (um dia eu falo sobre isso)e outras coisas. Mas acho que isso passou, estou gostando da faculdade e dessa parte o que me deixa meio triste é não poder ir morar fora, porque eu não gosto de União da Vitória. Mas, no geral, tudo isso já passou.
Bom, do ano passado para cá, amigos meus já não estão mais perto, outros (inclusive uma que eu considerava irmã, mas que me esqueçeu) já não falam comigo por motivos idiotas ("duplamente idiotas", acredito que você não entenda essa). Mas tem um monte de amigos que eu tenho de lá para cá, então também não são as amizades. A namorada ainda esta comigo, e isso é maravilhoso, mas não é como ano passado, que a gente sempre se via; agora, a gente não tem tido tempo para nós (ok, chega de entrar na minha vida pessoal). Minha familia sempre foi um pouco conturbada, mas esses ultimos tempos foram difíceis para todos mesmo.
Um amigo meu (o mesmo que falou das letras de musicas em blogs), disse para eu não falar de mim tã particularmente; isso dá um ar de blog idiota, mas em um dia como esse eu falo mesmo, porque estou junto com o caro leitor analisando minha situação.
Bom, colocando mais ou menos tudo em pratos limpos, eu vejo que não tem porque eu pensar assim. Eu ando deprimido sim, bastante até, e essa talvez seja a possibilidade mais aceita de eu estar assim em um dia que significa tanto para uma pessoa, que é o aniversário. Mas vou tentar me alegrar sim.
Acho que em momento como esse a gente tem que rever nossos conceitos sobre a vida, apagar algumas coisas e acrescentar outras. É isso que eu vou fazer. Sabe aquele papo do tipo, " vou mudar" (isso mesmo, aquele mesmo que a gente promete fazer coisas, sempre na segunda feira, como estudar, dietas e etc.). Aproveitando ser meu aniversário na Segunda Feira, vou dar uma atualizada nos meus arquivos ( impressão minha ou ficou com um ar "nerd" essa colocação?). Um Feliz Aniversário para mim mesmo. E boa viagem para todos!

obs- Todo mundo quer saber de uma palavra só. "FESTA". Ok, vamos "contextualizar". Terça feira eu tenho aula de uma matéria chamada Patrimônio Histórico Cultural, e no sabado pode haver uma viagem para Lapa, para conhecer e estudar. Um ótimo programa para um sábado inteiro. Só que:
Minha intenção era fazer uma festinha no sábado, dia 14. Tudo depende da terça feira. Se houver viagem mesmo, sem festa. Se a viagem for desmarcada, ai eu faço festa. Existe sim uma outra possibilidade: Na viagem, se não ocorrer nenhum imprevisto, eu chego aqui perto das 20hrs. No máximo as 22hrs. Não custa nada organizar uma festinha surpresa para mim né?
obs2- O Senna descubriu o enigma. Na verdade, ele não é engraçado, nem difícil de achar. É que, se você clicar em Anuncie Aqui, na partes dos links, você é mandado para um site com um nome engraçado. Não recomendado para garotas esse link. Aviso desde já. Haahahahahahahaha.

Ao som de: Iron Maiden- Somewhere In Time
Deep Purple- Bananas
O Melhor De Tim Maia
Skid Row- 18 and life (sacou?)

- Escrito pelas 23h18, .

e agora José?

Passados os sustos vamos seguir em diante.
Hoje quero falar de para vocês de Bananas. Aquela fruta amarela, que vem em cachos? Sim ela mesma. Aquela que ficava na cabeça da Carmem Miranda? Tá, OK! Chega! Todos sabem do que eu estou falando.
Mas as Bananas que eu estão falando estão na música, estão no rock, são parte de um grande capítulo da História Do Rock. Esse capítulo chama-se Deep Purple, e Bananas é o ultimo disco dos caras. E eu acabo de ganhar ele de aniversário. E vocês me acompanharão nessa minha primeira analise dá obra fonográfica que tenho em mãos.
Esse é um disco que marca uma época importante dentro da banda. Depois de firmar o grande Steve Morse na banda( uma tarefa dificil; sendo que ele tá ali no Lugar do Blackmore), a banda passa um pouco desapercebida no final da década de 90, e entra no novo milênio com esse novo disco. mas não é só isso. Durante as gravações, a banda teve uma baixa, e das grandes. John Lord, deixa a banda.
John Lord é o cara que fixou o teclado no rock. Ele faz partes do triunvirato de tecladistas de rock, sendo o unico do hard rock/heavy metal classico. Os outros dois, Richard Wright (Pink Floyd) e Rick Wakeman (Yes). Enfim. o cara deixa a banda, não pela primeira vez, mas ajudou na melhor faixa do disco. I Got Your Number. Mas Ian Gillian e compania nãio ficaram para trás e chamaram um cara que matou a pau nos teclados desse disco: Don Airey.
Roger Gover, com seu baixo marca registrada; Ian Pace tocando para caralho; Ian Gillian, que nunca mais vai cantar como cantava em Child In Time, mas cantando com personalidade e muito bem; e o velho Steve Morse, ensinando a tocar guitarra rock.
É um discão mesmo. E tem a velha historia, que deixa lagrimas em mim quando eu lembro. Foi nesse disco que os caras vieram pra o Brasil, e iam tocar em Curitiba. Eu fui. O Show foi cancelado. Voltei para o hotel e vi os caras no Jô Soares. E também foram ao Casseta&Planeta. Mas disso eu não vou falar porque foi uma vergonha.
House of Pain abre bem o disco. Tem o ar de música de abertura. A energia segue com Sun Goes Down. Uma pequena parada para uma boa baladinha: Haunted, perfeita. Depois, mais rock, na verdade rockões: Razzle Dazzle e Sliver Tongue. Outra balada,para tomar folego: Walk On. Picture of Innocence, com seu ar de blues, outro rock de qualidade, preparam para o terreno para a melhor do disco: I Got Your Number. A melhor; a mais Deep Purple do disco. Com um Steve Morse tocando brilhantemente. Ai o jogo esta ganho. Um clima folk acalma os animos em Never a Word. A faixa titulo, Bananas, e a segunda melhor do disco, com o véio Gillian tocando até gaita de boca( tem em mais musicas gaita de boca tambem) . Doin Tonight encerra a participação de Gillian no disco. E Morse acaba a festa com Contact Lost. Onde ele toca uma lindissima guitarra. Lenta, e calma, para quem ouviu o disco inteiro e esta com dor de pescoço de tanto mexer a cabeça.
O Ponto negativo é a capa do disco. Feia, é o que se pode dizer. Mas como se não analisa produto pela embalagem, é um disco nota 10. Obrigado Pedro( meu irmão, que deu a grana) e Regi (minha irmã, que escolheu) por me deixar empolgado com o 9 de maio.

Obs- Prometo não falar de musica, bandas e discos que ninguem conheça o tempo todo. Mas tem uns que merecem. Não se assustem. E vejam que eu estou dando boas dicas a você que não conhece os discos. Eu não ando muito bem também para pensar em outros assuntos. Levei um susto muito grande com o que aconteceu ao meu pai. Abraço Pai! Tudo vai dar certo.

Obs2- deixei uma coisa engraçada escondida no blog. Pode estar em qualquer lugar. É o meu enigma de Publius. Quem descobrir ganha um cd (original!!!) do Bon Jovi (já desistiu?). Sério mesmo. Mas na boa, quero ver se alguem descobre. E eu não vou dar pistas. Mas é engraçado(pelo menos eu achei).

Ao som de Deep Purple- Bananas.

- Escrito pelas 18h26, .

Amigos,
As vezes a gente aprender a dar valor para as coisas quando corre o risco de perdê-las. Não é bem esse o meu caso, mas a gente as vezes deixa certas coisas de lado e quando vê...
Nunca deixei de lado, mas devo aproveitar ao máximo. Mais do que aproveitava. 100% é muito pouco, 1.000% ainda não é o bastante. Parece brega, auto ajuda ou coisa do tipo, mas aproveite bem as pessoas que estão ao seu lado. Graças a Deus terei a chance de ultrapassar os 1.000%, e ir muito mais longe. Pense!

José, sem som hoje.

- Escrito pelas 02h01, .

José? E agora?

Um amigo meu disse que se era para mim fazer um blog que desse certo, eu não poderia colocar letras de musicas, porque isso é coisa de blog ruim. Peço permissão para colocar uma, que é uma introdução para meu ensaio:

Na verdade, o cd começa com um violãozinho amistoso, e depois entra uma conhecida voz cantando em (inglês) esse verso:

Se você não se importasse com o que aconteceu comigo,
E se eu não me importasse com você
Nós iríamos fazer zig zag em nosso caminho
Através do tédio e da dor
Ocasionalmente espiando a chuva
Desejando saber qual dos vagabundos culpar
E observando os porcos voarem.

Então, o violão muda o acorde, um teclado acompanha de modo ameaçador, e pode se dizer que o estrago começa. Uma das melhores bandas de todos os tempos lança (na minha opinião) seu terceiro melhor disco. Esse estrago é uma das 10 melhores músicas dessa banda. Essa musica, segunda do disco, Dogs. A banda: Pink Floyd.
Esse disco( de 1977) teve só o azar de seus compositores terem lançado outros dois discos que indiscutivelmente devem estar na lista de melhores de todos os tempos: Dark Side Of The Moon e The Wall.
Animals é um álbum baseado em um clássico da literatura mundial chamado A revolução dos bichos (animals farm) do escritor inglês George Orwell (autor de 1984, big brother saca? Claro que não!). Esse disco, de apenas 5 musicas, é perfeito tanto no lado instrumental e em suas letras. Mas não é isso que quero falar, e nem de sua importância na musica mundial, e sim no seu papel na história da banda.
Alguns fãs podem chiar comigo, mas na minha opinião esse álbum é o inicio do declínio da Banda. Mas que absurdo é esse José? Como que é o declínio se viria logo o grande The Wall? Explico:
Esse disco marca o começo do domínio do senhor Waters na banda, e de sua loucura. Ai é que ele começa com a sua megalomania. Ai começa a fase que viria a terminar com a saída de Waters da banda, após o The Final Cut. E uma fase interessante da banda, porque Waters com certeza é um gênio, o mais talentoso, mas não se menospreza David Gilmour, Richard Wright e Nick Mason. Esses três caras fizeram o Dark Side..., o Wish You Were Here, o Atom Heart of Mother., enfim, tinham muito sangue à dar para a banda.
Ai, o resto é historia, o Pink Floyd lança o The Wall, um dos grandes discos da historia, sai o Final Cut ( que na verdade era pra ser Waters solo). Brigas judiciais, a saida de Waters, sai Momentary Lapse of Reason, sai o Division Bell, que são ótimos discos mas sente-se a falta do velho Roger.
Toda essa história é só para dar a dica desse álbum, e dessa grande banda. Conheçam, expandam seus horizontes musicais, e conheçam a fundo a melhor banda humana de todos os tempos (os Beatles não eram humanos, e sim deuses ou ET’s) . Outra hora eu falo do Livro e de outros álbuns. Boa viagem para todos!

Obs- Falta de criatividade é que nem furto de bicicletas em União da Vitória; acontece tanto que já é normal. Desculpem se vocês acham que eu fui repetitivo. Nem os Beatles agradaram a todos, nem a seleção de 82 foi campeã, por isso, me reservo no direito de não ser sempre genial (hahahaha). Mas toda crítica é bem vinda, menos a do José Flávio Jr (não se preocupe, é normal não saber quem é ele)
Obs2- O bolo de carne é tão bom que não deixo ninguém de fora da família experimentar.


Ao som de Pink Floyd – Animals
Type O Negative, Blood and Fire

- Escrito pelas 00h31, .

E agora José?

Sim, sim.Faltou-me inspiração. Para escrever aqui, lógico. Então eis que começo desesperadamente a pensar em possibilidades de assuntos e chove idéias. Todas muito boas, quer dizer, nem tanto, mas as que eu levei mais a sério foram de falar sobre um trecho de uma música do Raul, fazendo uns “apontamentos” (essa só estudantes de história da Fafi entenderiam) sobre o tema. Achei melhor não. A segunda pode ser meio idiota, mas é boa também; queria falar do Bolo de carne que minha mãe fez no almoço. Então desisti.
Pode parecer uma regressão na qualidade deste folhetim on-line, mas eu vou fazer umas observações sobre os primeiros dias desse blog. Não! Não é retrospectiva! È apenas algumas observações sobre ele. Apesar do blog ter sido centrado na letra dos Los Hermanos, inclusive o nome (ninguém José), eu achei legal a idéia do Nietzsche, e ainda to pensando em colocar ali, antes que alguém entre aqui, leia, e faça seu blog com aquela idéia. Na vida a gente tem que proteger as grandes idéias das outras pessoas.
Legal. Gostei da aprovação de todos que já comentaram, e espero que vocês continuem aqui comigo, trocando idéias ou rindo de minha desgraça. Tudo na vida é valido. Vou me esforçar para agradar a todos sempre.
Bom, como a Nai falou, dia 9 é meu aniversário. Mais perto eu escrevo aqui a grande merda que eu to achando disso tudo. Não, não da Nai, e sim do aniversário. Pelo menos eu tenho uma semana para me encontrar com meus amigos do palio vermelho e resolver umas contas pendentes. Vocês sabiam que brigar com um menor dá cadeia? E apanhar de um menor dá só vergonha, porque nada acontece com o menor? Isso é muito bom! Mentira, não quero mais brigar com ninguém, porque violência é a arma dos tolos que não sabem argumentar. Mas passar uns sustos em um pessoal não faz mal né!
Ok, chega! Por hoje é só! Se eu estiver certo, você deve ter ficado curioso com o bolo de carne, ou com água na boca, no mínimo. Dele eu só digo uma coisa: Esse bolo é uma prova de que Deus existe. Boa Viagem Para Todos e até a próxima, sem brigas, sem enrolação e sem assuntos culinários.

OBS - Visitante Novo? Não perca os últimos posts. Analisem o conjunto da obra.



Ao som de Skid Row, 18 and Life.

- Escrito pelas 23h41, .

E agora José?

O teste do segundo disco! Não! Do segundo post!
Mas vale a pena postar mais uma vez se ainda niguém visitou? Bom, colocando mais um, as pessoas vão considerar que eu estou levando mais a sério do que se só tivesse um post. Porque eu já entrei em blogs de um post só e parece estranho, ou não? Pra mim sim.
Bom, mensagem para você, visitante, futuro(a) FREQUENTADOR ASSIDUO do blog (pouco pretensioso, não acha?), ignore o esse post, pelo menos um poquinho, e desca um pouco e leia a apresentação do blog. Lendo agora, um dia depois de postar, eu achei um troço meio chato, mas prometo melhorar. Se rolar um comentários eu prometo posts novos em no maximo dois dias. Bom, eu agora, neste exato momento, estou perdendo o George Benson no Jô Soares. Não conhece? Pois devia. Na verdade ele caiu num ostracismo musical depois do Rock in Rio. Bom, bnão vou contar a história daquele dia agora. Mas é um bom guitarrista de Jazz, não o melhor, mas é aquele cara indicado para quem quer entrar de mansinho no mundo do Jazz. Bom, chega!

Ao som de: George Benson na TV
Led Zeppellin- Coda, no som


- Escrito pelas 00h06, .

Ok, ok. Primeiro post. Vai ser difícil mais você consegue Zé.

O meu blog.! Não vou mentir, como é de praxe para algumas pessoas, que esse é meu primeiro site pessoal. Eu já tive outras experiências em sites pessoais, todas muito bem fracassadas, mas eu sou brasileiro e não desisto nunca, e agora vai.
Outro fator que me que me levou a pensar seriamente à respeito de criar um site pessoal no formato de blog foi meu fracasso no vestibular. Na segunda fase da Federal era só texto, e eu não passei, mostrando uma tendência em mim de não escrever bem.
Ora José? Porquê não fazer um flog? Não precisa ter câmera! È só correr atrás dos caras do LookAtMe ou se não der colocar uma figurinha feliz! Ora, acho que isso, não merece comentário.Entro muito pouco em flogs. E não vou em baladas para tirar fotos. As vezes acho que tenho birra com flogs, por ser coisa da moda. Ma a relação de flogs bons com ruims é de 8 em 80. Por isso não faço.Hehehe
Sim, e qual o tema desse blog?
Nenhum. Ou ainda não sei. Do quê eu poderia falar. Musica? Sim. Livros? Sim. Filmes? Não. Festa? Aff. Não sou bom em nada. Então eu falo de tudo no geral. Mais eu vou falar mesmo é mal. Vou reclamar. De todo mundo.Sou muito mal-humorado, e vejo em tudo erros. Isso é ser chato? Então sou chato. Se para um blog fazer sucesso, e ser de protesto, eu também vou reclamar (sacou??) (se a resposta foi não, se mate).
Bom, se ninguém ler isso, eu acho que vou aceitar na boa. Posso continuar escrevendo para ninguém, ou para os mosquitos da rede mundial (que bostaço!). Assim pelo menos eu ponho para fora meus anseios, raivas e indignações da vida (haha!) e treino para me expressar melhor em palavras, não sei pra que, mas serve sim. Fico por aqui e vocês não fiquem por aqui, vão mais para baixo e deixem um comentário (também teve a impressão de já ter lido isso? Bom, é normal, tem isso em todos os flogs da cidade). Vou agora ler um maravilhoso texto d’um cara chamado Marc Bloch, sobre História. Boa Viajem para todos e Não entre em pânico! ( quem gosta de ler vai sacar essa!)

OBS- O template podre é passageiro. Um designer famoso no cenário mundial vai deixar esse blog com visual bacana(pelo menos ele disse)

José , ao som dos Secos& Molhados, em mais um dia entediante.

- Escrito pelas 00h58, .

- Ver os textos que já foram pros arquivos.